domingo, 13 de janeiro de 2019

SUPERMAN AND THE MOLE-MEN

título original: Superman and the Mole-Men
título brasileiro: inexistente (inédito no Brasil)
ano de lançamento: 1951
país: Estados Unidos
elenco principal: George Reeves, Jeff Corey, Phyllis Coates
direção: Lee Sholem
roteiro: Robert Maxwell (creditado aqui como Richard Fielding)

Na companhia da colega de trabalho chamada Lois Lane, o repórter Clark Kent vai até uma cidade do interior dos Estados Unidos pra fazer uma reportagem sobre extração de petróleo, visto que a perfuratriz da cidade alcançou a maior profundidade já registrada no Mundo.
Mas, quando eles chegam ao campo onde as perfuratrizes tão instaladas, são informados de que as perfurações pararam por motivos não explicados...
Na mesma noite, 2 criaturas humanoides com pouco mais de 1 metro de altura saem pelos dutos subterrâneos do campo e começam a andar pelo local...
Embora as criaturas não façam nada contra ninguém, a aparência delas choca os moradores da cidade, o que logo resulta numa multidão enfurecida armada com paus e pedras e andando pela cidade em busca dos “monstros”.
Transformado em Superman, o Clark vai ter ao mesmo tempo que deter essa turba ignorante e salvar as criaturas.

Superman and the Molemen é o 1º filme de longa-metragem com atores de carne e osso sobre um herói da DC (embora seja exatamente o longa mais curto em que o Superman aparece: só tem 58 minutos).
Não esperem ver nada aqui parecido com os filmes mais recentes sobre o herói. Afinal, a maioria dos personagens clássicos da história do Superman nem aparecem aqui (esse filme é praticamente uma versão alternativa sobre ele). E os efeitos especiais e a própria roupa do herói são bastante simples e precários (mas funcionam pros padrões dos anos 50).
O protagonista foi interpretado aqui pelo ator George Reeves. E no ano seguinte, foi lançado um seriado sobre o herói chamado As Aventuras do Super-Homem, que ficaria no ar até 1958, também protagonizado pelo George.
Seguindo a ideia do ‘tudo se aproveita’, os produtores do seriado pegaram Superman and the Mole-Men, dividiram o filme em 2 e lançaram isso no meio do seriado, como se fossem 2 capítulos do seriado. Afinal, já que era o mesmo ator interpretando o mesmo personagem...
Bom, clique aqui pra ver mais informações sobre Superman and the Mole-Men:


ATENÇÃO: esse post é inédito! Não consta na Bússola do Terror!
Até a próxima!

sábado, 12 de janeiro de 2019

ALEC METRO

O luisiano Alec Metro tem andado sumido nos últimos 11 anos. Mas, antes disso, ele teve uma carreira significativa como ator pornô. E algumas das produções em que ele apareceu foram filmes de terror pornô.
O 1º foi em 1995. Se trata de Penetrator 2: Grudge Day.
Em 1997, foi a vez de Buffy, the Vampire Layer.
Em 1999, o Alec apareceu em Kiss of the Vampire e Voodoo Lounge.
No ano seguinte, ele foi visto em On the Prowl.
Em 2001, o Alec participou como ator de 3 filmes de terror pornô: A Wolf’s Tail; Bad Wives 2; e Sexcess 2: Vampire’s Gulch. E foi assistente de direção de mais 1: The Black Room.
E em 2005, ele teve no filme O Diabo na Senhorita Jones.
Bom, clique aqui pra ver mais informações sobre o Alec:


Até a próxima!

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

SUPER-HOMEM

título original: Superman
título brasileiro: Super-Homem
ano de lançamento: 1941
país: Estados Unidos
produção: Famous Studios e Fleischer Studios

O Planeta Krypton era habitado por humanos com superforça física e outros superpoderes, como voar e ser imune a ferimentos. Mas, como o planeta começou a sofrer terremotos e o maior cientista kryptoniano não conseguiu convencer ninguém a tomar nenhuma providência, pôs o filho recém-nascido dele numa nave com piloto automático e mandou ele pra Terra, enquanto os terremotos terminavam de destruir Krypton.
Na Terra, o bebê foi encontrado e levado a um orfanato, onde foi batizado com o nome de Clark Kent. E quando cresceu, começou a trabalhar num jornal como repórter, junto com outra repórter chamada Lois Lane. Mas ninguém sabe nada sobre a identidade dele.

Essas informações, dadas na abertura do seriado Super-Homem, são o único esclarecimento que se faz sobre o passado do herói nessa versão sobre ele. E aparecem só na abertura do seriado. Nas histórias em si, ele já aparece como Clark Kent.
Vale lembrar que essa produção foi o 1º seriado em desenho animado a retratar o personagem. Mas só teve 9 episódios produzidos pelos Fleischer Studios e depois mais 8 episódios produzidos pelos Famous Studios (17 ao todo).
Os inimigos do Super-Homem aqui são cientistas loucos, múmias, terroristas, bandidos comuns, animais enfurecidos, dinossauros e às vezes apenas fenômenos naturais (como cometas e vulcões).
Como na época em que o seriado foi lançado os Estados Unidos tavam em plena 2ª Guerra Mundial, os alemães e os japoneses são retratados aqui como vilões, mais ou menos como aconteceria logo depois com o seriado O Morcego (1943), protagonizado pelo Batman. E tem até um capítulo em que o Clark e a Lois são enviados ao Japão pra fazer uma cobertura sobre a guerra e a Lois é presa e condenada à morte lá.
Quanto aos inimigos clássicos do Super-Homem (como o Lex Luthor, o Bizarro e o Brainiac), nenhum aparece no desenho. Esses vilões só vão aparecer em versões às vezes décadas mais recentes sobre o herói.
Pra terminar, só uma observação sobre o nome do herói, já que o pessoal mais novo com certeza cresceu ouvindo ele ser chamado de “Superman”, e não de “Super-Homem”: a gente não consegue entender muito bem o motivo, mas, até o início dos anos 90, todas as traduções brasileiras de filmes, desenhos e seriados que mostravam esse personagem davam a ele o nome de Super-Homem; só que, dali pra frente, os tradutores passaram a dar preferência à forma Superman. Então, como esse seriado é de 1941, foi lançado no Brasil como Super-Homem.
Bom, clique aqui pra ver mais informações sobre o seriado:


E dê uma clicada aí do lado em ‘seriados’ que você acha um post sobre O Morcego.
ATENÇÃO: esse post é inédito! Não consta na Bússola do Terror!
Até a próxima!

domingo, 6 de janeiro de 2019

CHAD ALLEN

O californiano Chad Allen não é um dos atores norte-americanos mais conhecidos no Brasil, até por ter feito muito mais peças de teatro e programas de televisão do que filmes (e menos ainda clássicos hollywoodianos).
Mas as produções de terror nunca foram estranhas à carreira dele...
A estreia do Chad na área foi em 1985, no remake de Tara Maldita (o filme original tinha sido lançado em 1956).
No ano seguinte, foi a vez da Visão do Terror.
Em 1987, o Chad teve em 1 capítulo do seriado Galeria do Terror.
Depois de mais de 10 anos se dedicando a trabalhos de outros gêneros, em 2001, ele teve no filme Você Quer Saber Um Segredo?
Em 2005, o Chad apareceu em 1 capítulo do seriado Jovens Bruxas e também protagonizou o filme The Pool 2.
O trabalho mais recente dele na área foi em 2011, quando ele protagonizou o filme Fright Flick. E foi também o canto do cisne dele no cinema, já que ele declarou que deixou a carreira de ator em 2015, só tendo participado de algumas peças de teatro depois do filme (agora ele é psicólogo).
Bom, clique aqui pra ver mais informações sobre o Chad:


Até a próxima!

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

ZUT! ZUT! MA LÉGITIME!

suposto título original e título brasileiro: Zut! Zut! Ma Légitime!
suposto ano de lançamento: 1920
país: França
elenco: sem registro (possivelmente, 1 cafetão e 2 prostitutas da França)
direção e roteiro: sem registro (possivelmente, cafetões da França)

Qual é o filme pornô mais antigo do Mundo?

Bom, antes de responder a essa pergunta (se é que dá pra responder), temos que ter aqui uma rápida aula sobre a História do Erotismo...
Aquilo que hoje a gente chama de “pornografia” começou nos bordeis na França, na 2ª metade do século XIX, quando os cafetões que tavam lá tiveram a ideia de se fotografar transando com as prostitutas que trabalhavam pra eles e vender as fotos pros fregueses.
As fotos eram feitas nos quartos dos próprios bordeis, eventualmente com um cenário improvisado ao fundo.
Então, os primeiros diretores pornô da História foram os cafetões franceses do século XIX. E os primeiros atores e atrizes pornô da História foram eles e as prostitutas que trabalhavam pra eles.rs
Poucas décadas depois, no início do século XX, essas mesmas pessoas tiveram acesso às máquinas de filmagem (os modelos mais antigos, que só faziam filmes mudos e em preto e branco, é claro). E aí resolveram dar continuidade ao que já faziam com as fotos, ou seja, começaram a fazer os primeiros filmes pornô da História.
Bom, até onde se pode provar, o 1º filme pornô da História foi A L’Ecu d’Or Ou La Bonne Auberge, filmado na França em 1908 e tendo como elenco e direção cafetões e prostitutas.
Mas existe um filme pornô argentino chamado El Satario que alguns historiadores alegam que foi gravado em 1907. Então, há quem diga que El Satario é o 1º de todos, enquanto outros afirmam que ele só foi filmado em 1912 (e assim, seria mais novo do que A L’Ecu d’Or Ou La Bonne Auberge).
Bom, hoje vamos falar exatamente sobre um dos filmes pornográficos mais antigos que sobreviveram até os tempos atuais: Zut! Zut! Ma Légitime!
Embora não haja concordância absoluta de quando o filme foi feito, parece que ele é de 1920. E é um curta-metragem mudo e preto e branco de menos de 3 minutos.
O ‘herói’ da história é um fotógrafo que tá com a amante fazendo umas ‘brincadeirinhas’ na casa dele até que a esposa dele chega...
Zut!Zut! Ma Légitime! pode ser facilmente encontrado pelos ‘tubes’ aí da Internet, mas já foi lançado em DVD no Brasil acoplado a alguns documentários sobre a História do Erotismo.
Claro que nem se sabe se o nome original do filme é esse ou mesmo se alguém deu um nome a ele na época em que foi feito. Mas foi mantido esse nome nos lançamentos que ele recebeu no Brasil.
Bom, clique aqui pra ver mais informações sobre Zut! Zut! Ma Légitime!:


Até a próxima!

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

PREMIAÇÃO DOS VILÕES DE 2018

Feliz 2019!
Como eu fazia na Bússola do Terror, vou abrir o ano premiando os vilões principais dos filmes e seriados dos quais eu falei no ano anterior.
E abaixo de cada premiação e comentário, vocês vão encontrar o link do post referente à produção em questão.
Vamos lá:
O Prêmio Vilão Mais Assustador vai para... THORBOR, de Obras Maestras del Terror (1960).
Ele assusta não só por ser muito feio, mas também por ser alguém que você pode encontrar na vida real: é um velho mal-humorado, sádico e explorador.
Quem é que não tem medo de ser forçado a conviver com alguém assim?


O Prêmio Vilão Mais Bem Intencionado vai para... O MONSTRO DE FRANKENSTEIN, de Frankenstein (1931).
Pelo menos nos primeiros tempos de vida, ele nunca teve nenhuma intenção de fazer mal a ninguém. O lado perverso dele só começa a despertar porque o Fritz começa a sacanear ele, dando chicotadas nele e tentando queimar ele com uma tocha acesa.
E tem a questão do Monstro de Frankenstein desconhecer a própria força, acabando por provocar grandes estragos por causa disso, como na ocasião em que ele vai brincar com uma menina e acaba afogando ela num lago sem querer.


O Prêmio Vilão Mais Desprovido de Características Humanas vai para... O MONSTRO GIGANTE DO GILA, do filme homônimo (1959).
Esse foi difícil de escolher, porque eu falei de pelo menos 3 filmes em que os vilões eram animais (sempre maiores do que seria normal) que agiam sem características humanas. Mas, como no caso do Monstro Gigante do Gila a criatura foi interpretada por um lagarto de verdade (nos outros filmes eram bonecos), acho mais justo que ele receba o prêmio.


O Prêmio Vilão Mais Enigmático vai para... O MONSTRO (sem nome próprio), de Monster from the Ocean Floor (1954).
Nunca é explicado o que essa criatura é. O filme levanta a possibilidade de que seja um animal normal transformado num mutante pela radiação do Atol de Bikini, levanta a possibilidade de que seja um membro de uma espécie desconhecida que vivia no fundo do Mar e levanta a possibilidade de que seja um demônio do Mar. Mas nenhuma das possibilidades é confirmada. Então, fica o enigma.


O Prêmio Vilão Mais Fanático vai para... ERIK, do Fantasma da Ópera (1925).
Ele é fanático e obcecado pela Christine. E tudo o que acontece de ruim na história só acontece por causa disso.


O Prêmio Vilão Mais Folclórico vai para... O CONDE ORLOK, de Nosferatu (1922).
Bom, é graças a ele que existe a figura clássica do vampiro que mora num castelo, que dorme num caixão... Ele foi o 1º vampiro retratado num filme com essas características (aproveitadas e reaproveitadas por inúmeros filmes, seriados e outras produções que retratam vampiros). Então, acho que ele foi o vanguardista da imagem folclórica dos vampiros no cinema.


O Prêmio Vilão Mais Inocente vai para... LEON, da Noite do Lobisomem (1961).
Ele nasceu amaldiçoado, já que foi gerado nas condições que permitiam que essa maldição acontecesse. Mas, obviamente, nunca quis ser assim.
A transformação do Leon em lobisomem acontecia contra a vontade dele e os assassinatos que ele cometia só aconteciam quando ele tava fora das suas faculdades mentais, durante a transformação.
Então, ele nunca teve culpa de nada.


O Prêmio Vilão Mais Mala-Sem-Alça vai para... MARTIN, da Maldição do Monstro (1957).
É difícil imaginar um cara mais chato do que esse sujeito! Sem falar que tudo de ruim que acontece no filme só acontece por causa dos pitis dele.


O Prêmio Vilão Mais Paradão vai para... MEGERA, da Górgona (1963).
Bom, ela sempre espera que as vítimas cheguem até ela, algumas vezes cantando uma espécie de música hipnótica pra provocar isso. E de modo geral, ela fica dentro do Castelo de Borski.
O máximo que a Megera se locomove é quando ela anda pelos arredores do castelo, procurando vítimas eventuais.


O Prêmio Vilão Mais Realista vai para... MARTHA, da Mulher-Lobo de Londres (1946).
Bom, ela é uma empregada que armou um golpe pra se apossar do dinheiro dos patrões. Não é algo nem um pouco impossível de se ver.


O Prêmio Vilão Mais Sádico vai para... QUINTILLUS AURELIUS, da Maldição do Homem sem Face (1958).
A vingança dele foi uma das mais devastadoras que já existiram: não podendo se casar com a mulher que desejava, ele pediu aos deuses etruscos que destruíssem Pompeia e não deixassem nada nem ninguém vivo lá. E os deuses, ouvindo o pedido do seu devoto, provocaram a erupção do Monte Vesúvio e o extermínio de todo um povo.


O Prêmio Vilão Mais Sargentão vai para... COSMO SPACELY, dos Jetsons (1962).
Ele é o patrão autoritário e abusivo do George Jetson. E como quase sempre tá puto da vida, vários capítulos do seriado acabam com ele despedindo o George. Mas, no capítulo seguinte, o George aparece recontratado sem muita explicação (fica implícito que o patrão tem uma compulsão sádica por usar o autoritarismo dele pra maltratar os empregados e, por isso, talvez recontrate eles pouco depois toda vez em que despede, pra poder continuar maltratando).


O Prêmio Vilão Mais Superprotegido vai para... A CRIATURA, da Maldição de Frankenstein (1957).
Sim: o personagem foi creditado no roteiro apenas como “Criatura”.
Bom, ele é o resultado das experiências mutantes do Victor Frankenstein. E não importa o que aconteça, devido à obsessão do cientista em seguir com essas experiências, ele não permite que se faça nada contra o monstro e quer defender ele a unhas e dentes e a ferro e fogo.


Bom, é isso aí. Espero que vocês tenham se divertido.rsrs
Até a próxima!

domingo, 30 de dezembro de 2018

CASPER VAN DIEN

Provavelmente o floridiano Casper Van Dien é mais conhecido por ter protagonizado o filme Tropas Estelares (1997), dando vida ao herói Johnny Rico.
É um filme de aventura com algumas cenas de terror light (principalmente nas cenas em que o Cérebro aparece).
Mas vamos lembrar que produções de terror sempre foram muito comuns na carreira do Casper, que é um dos considerados “galãs hollywoodianos” que mais participaram de filmes e seriados de terror. E em várias dessas produções ele interpretou o personagem principal.
Também em 1997, ele apareceu em 1 capítulo do seriado Limites do Terror, no telefilme de terror light NightScream e no filme de terror infantil Gasparzinho: Como Tudo Começou.
No ano seguinte, o Casper foi protagonista e produtor do filme Vampiros Modernos e também apareceu em Gasparzinho e Wendy.
Um dos incontáveis filmes de terror de tubarão foi lançado em 1999, contando também com a presença dele: o telefilme Tubarões.
É bom lembrar que, no mesmo ano, o Casper apareceu na Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça. E um curta-metragem de 29 minutos sobre o filme seria lançado no ano seguinte, com entrevistas dos atores (incluindo ele) falando sobre o filme. Se chama Sleepy Hollow: Behind the Legend.
Python (2000), lançado no Brasil com o título original na televisão e como A Cobra Assassina em DVD, também teve o Casper no elenco. E outro filme de terror do mesmo ano protagonizado por ele foi Crimes Diabólicos.
Em 2004, o Casper apareceu em 2 telefilmes de terror: Drácula 3000 e Skeleton Man... Esse último eu ainda não vi. Ou, pra não dizer que não vi, cheguei a ver o trailer. E sinceramente, me pareceu meio trash. Mas Drácula 3000 eu vou dizer a vocês: aí é 100% trash mesmo.rsrs É aquele tipo de filmes que, quando termina, você diz:

“Não acredito que perdi meu tempo vendo isso!”

Em 2005, mais 2 telefilmes de terror foram protagonizados pelo Casper: Premonição e Os Anjos do Mal.
No ano seguinte, foi a vez dos telefilmes A Lenda da Lápide de Esmeralda e Vampiros Assassinos, ambos tendo ele como protagonista.
E em 2012, o Casper apareceu nos filmes Pesadelos do Passado e Shiver e também numa espécie de sátira de Abraham Lincoln, o Caçador de Vampiros, chamada Abraham Lincoln: Vampire Hunter Sequels.
Em 2014, ele foi ator, diretor e roteirista de Sleeping Beauty.
No ano seguinte, o Casper protagonizou Grit e Sharktopus vs. Whalewolf. E também foi o protagonista e produtor de June.
E agora em 2018, ele protagonizou Alpha Wolf e também apareceu em Darkness Reigns.
Bom, clique aqui pra ver mais informações sobre Casper:


Até 2019!

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

O ESQUILO SEM GRILO

título original: Secret Squirrel and Morocco Mole
título brasileiro: O Esquilo Sem Grilo
ano de lançamento: 1965
país: Estados Unidos
produção: Hanna-Barbera Productions

Programado pra ser lançado em par com A Formiga Atômica em 1965, O Esquilo Sem Grilo é uma sátira dos filmes de espião dos anos 60. Vocês sabem: aqueles heróis que tinham pentes que se transformavam em telefones, canetas que se transformavam em pistolas, carros que se transformavam em lanchas...
Venhamos e convenhamos, aquilo acabava virando uma série de comédias involuntárias. E a Hanna-Barbera soube aproveitar isso pra fazer essa comédia mais do que voluntária.rsrs
Trabalhando pro Chefe QQ e ajudado por seu assistente Moleza Toupeira, o Esquilo Secreto, também conhecido como Agente 000, enfrentava frequentemente o espião do mal Amarelo Rosado, uma caricatura do vilão Auric Goldfinger.
Outros vilões eventuais que apareciam geralmente eram cientistas loucos, ladrões ou espiões menos importantes.
No capítulo 22, tentaram implantar na história um novo vilão fixo chamado Hy Spy, um espião cyborg. Mas, como o seriado só teve 26 capítulos, ele só chegou a aparecer em 3 capítulos.
Nem o Secreto nem o Moleza têm nenhum poder especial. Eles combatem os vilões basicamente usando os apetrechos que o Secreto tira do chapéu dele e do casaco dele.
Uma nova versão do Esquilo Sem Grilo, chamada Super Secret Secret Squirrel, foi lançada em 1993. Mas tanto a aparência dos personagens quanto a história em si tinham um ar mais debochado, o que dá a entender que quiseram fazer uma paródia do seriado dos anos 60.
Bom, além da Formiga Atômica, outras produções da Hanna-Barbera que eu já indiquei aqui foram Os Flintstones (1960), Os Jetsons (1962), A Feiticeira Faceira e A Lula Lelé (ambos de 1965).
Clique aqui pra ver mais informações sobre O Esquilo Sem Grilo:


E dê uma clicada aí do lado em ‘seriados’ que você acha os posts sobre A Feiticeira Faceira, A Formiga Atômica, A Lula Lelé, Os Flintstones e Os Jetsons.
Até a próxima!

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

CASEY AFFLECK

O bay stater Casey Affleck é lembrado não só por ser irmão do ator Ben Affleck, mas também por ter recebido o Globo de Ouro de Melhor Ator e o Oscar de Melhor Ator pelo filme Manchester à Beira-Mar (2016).
Mas foram poucas as produções de terror em que ele se envolveu até hoje.
Em 2001, o Casey apareceu no filme Alucinação.
Em 2012, ele foi um dos dubladores do desenho animado de terror infantil ParaNorman.
E em 2017, o Casey protagonizou o drama romântico com pinceladas de terror Sombras da Vida.
Bom, clique aqui pra ver mais informações sobre o ator:




Até  a próxima!

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

LA LOBA

título original: La Loba
título brasileiro: inexistente (inédito no Brasil)
ano de lançamento: 1965
país: México
elenco principal: Joaquín Cordero, José Elías Moreno, Kitty de Hoyos
direção: Rafael Baledón
roteiro: Ramón Obón

Numa noite de lua-cheia, um lobisomem sai de dentro de um túmulo e corre pro meio de uma floresta, onde mata todas as pessoas que vai encontrando pelo caminho.
Quando termina o massacre, a criatura volta pro túmulo, que agora vemos que na verdade é uma passagem secreta que conduz até uma mansão na mesma floresta. E quando chega ali, o monstro vai assumindo a aparência indistinta de uma mulher...
Um homem chamado Alejandro viajava há pouco pela floresta. E viu o lobisomem correndo e se perdendo de vista entre as árvores, encontrando logo depois os cadáveres das vítimas.
O Alejandro tá indo pra casa da namorada dele, chamada Clarisa. E ele pretende pedir ela em casamento ao pai, um cientista que tá estudando a licantropia, uma doença que pode transformar um homem num lobo e uma mulher numa loba em noites de lua-cheia.
Ele nem imagina, mas a casa em questão é a mesma mansão pra onde o lobisomem foi. E além da Clarisa, ali moram mais 3 mulheres: a mãe dela, a irmã dela e a empregada dela... Qualquer uma das 4 pode ser o lobisomem que o Alejandro viu na floresta.
Mas quem disse que só existe 1 lobisomem nessa história?

La Loba é o 1º filme de terror mexicano sério a falar sobre lobisomens (o tema já tinha sido mostrado em produções anteriores, mas sempre em comédias).
As maquiagens dos lobisomens são bem bobinhas. A gente até dá um desconto, lembrando que isso foi gravado há mais de 50 anos. Mas até O Lobisomem de Londres (1935), que é 30 anos mais antigo do que La Loba, apresentava maquiagens melhores.
A história deixa algumas contradições. Principalmente em relação ao Alejandro.
E também tem personagens mal aproveitados, como um caçador de lobisomens que só participa de uma luta no final... Bom, sendo um caçador de lobisomens, você espera que ele persiga os monstros durante a maior parte do filme, né?
Na prática, ele só entra no filme pra explicar como acabar com um lobisomem: essas criaturas só morrem se forem feridas pela mordida de um cachorro ou por um objeto de marfim.
Aparentemente, o marfim e a baba de cachorro causam alguma alergia mortal nos lobisomens, já que esses monstros não são retratados aqui como seres sobrenaturais, mas muito mais como uma espécie de mutantes ou portadores de uma doença.
Bom, como vocês veem, La Loba não é nenhuma obra-prima. Mas também não é ruim (com certeza já vi coisas muito piores do que isso aqui). Vale a pena ver por curiosidade.
Clique aqui pra ver mais informações sobre o filme:


E dê uma clicada aí do lado em ‘comédias’ que você acha um post sobre O Lobisomem de Londres.
ATENÇÃO: esse post é inédito! Não consta na Bússola do Terror!
Até a próxima!