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quarta-feira, 21 de setembro de 2022

CAÇADA AO PREDADOR

título original: DNA
título brasileiro: Caçada ao Predador
ano de lançamento: 1996
países: Estados Unidos / República das Filipinas
elenco principal: Mark Dacascos, Robin McKee, Tom Taus
direção: William Mesa
roteiro: Nick Davis

O Dr. Ash é o principal responsável pelo caótico hospital de uma pequena cidade no Norte de Bornéu.
Quando vai entrar pra mais um dia de trabalho, ele vê uma médica da CIA chamada Claire chegando ao vilarejo, ao mesmo tempo em que uma enfermeira chama ele e conta que chegou o cadáver de uma menina, que tá cheia de marcas de unhas e dentes de algum tipo de fera que ninguém nunca viu!
A Claire chega ali e observa o cadáver também. E ela explica que foi enviada ali pra ajudar o Ash a resolver os problemas. Mas ela também conta que trabalha junto com um cara chamado Carl, fazendo o Ash se surpreender: 2 anos antes, esse sujeito tentou matar o Ash numa caverna depois de roubar um besouro raro que o médico tinha descoberto e, pelo que os jornais noticiavam, ele morreu naquela época mesmo.
A Claire explica que o Carl forjou a própria morte pra que ninguém atrapalhasse ele nas pesquisas que ele tava fazendo. Mas a CIA perdeu contato com ele há alguns dias. E assim, a médica gostaria de investigar o que houve.
Ela convence o Ash a levar ela à floresta pra fazer isso, dando início a uma aventura aterrorizante...

Produzido nos Estados Unidos e filmado nas Filipinas, Caçada ao Predador bebeu muito na fonte do Predador (1987).
Não só o monstro daqui se parece muito com o monstro de lá (uma criatura de origem extraterrestre, que tem o poder de ficar transparente, que enxerga em infravermelho e que anda por uma floresta matando os humanos que encontra pelo caminho) como também várias cenas da luta final entre o Ash e o monstro quase seguem passo a passo as cenas de lutas entre o Dutch e o Predador.
O problema principal que eu posso destacar é que o roteiro só foca no monstro na parte final do filme: durante a maior parte da história, o Carl funciona como o vilão principal, enquanto o monstro é visto mais como um perigo eventual (embora já fique claro que ele faz vítimas por aí desde que o cadáver da menina chega ao hospital).
Não que isso estrague o filme. Mas eu acho que uma ‘mudança de vilão principal’ assim funciona melhor num seriado do que num longa, né?
De qualquer forma, se você é fã da franquia O Predador ou de aventuras de terror que se passam em florestas em geral, você vai gostar de Caçada ao Predador.
Mais informações sobre o filme? Lá vai:


E dê uma clicada aí do lado em ‘produções mexicanas’ que você acha um post sobre O Predador.
ATENÇÃO: esse post é inédito! Não consta na Bússola do Terror!
Até a próxima!

domingo, 26 de setembro de 2021

SURF SANGRENTO

títulos originais: Blood Surf / Krocodylus / Vagues de Sang
título brasileiro: Surf Sangrento
ano de lançamento: 2000
países: Canadá / República das Filipinas
elenco principal: Dax Miller, Joel West, Kate Fischer
direção: James D. R. Hickox
roteiro: Robert L. Levy e Sam Bernard

Uma dupla de amigos surfistas chamados Bog e Jeremy tiveram uma ideia pra chamar a atenção da mídia: eles vão até uma ilha selvagem da Austrália com praias onde várias pessoas já foram atacadas por tubarões e vão gravar um documentário surfando no meio dos peixões.
O documentário vai se chamar Blood Surf. E eles vão levar junto a camerawoman Cecily e o produtor Zack.
Passando por outra ilha no caminho, eles contratam 3 auxiliares gerais e 1 guia de turismo pra irem com eles. E esse guia, chamado John, já viu alguma coisa que vive no Mar ao redor daquela ilha. Alguma coisa grande, feroz, com uma boca enorme, com dentes afiados e que adora comer carne humana...
Assim, a princípio, ele reluta em levar o pessoal até a ilha. Mas depois, acaba concordando. Até por querer dar fim ao longo reinado de terror que essa coisa mantém há muito tempo naquelas águas.
Ah, sim... A coisa em questão não é um tubarão. Mas chega até a devorar ferozmente todos os tubarões que ela encontra pelo caminho!

Surf Sangrento foi lançado originalmente com o título de Krocodylus. Mas, logo depois, por motivos não muito claros, o filme foi relançado no Canadá com um nome inglês e outro francês: Blood Surf e Vagues de Sang.
É uma história de terror e aventura, mas tem várias piadas bobas durante o seu desenrolar. Principalmente babaquices que saem da boca do Zack em tempo integral.
Aliás, a cena da morte do cara é uma bizarrice: completamente doido das ideias, ele resolve abandonar o grupo, pegar uma prancha e sair surfando sozinho pra se distrair, com o monstro a menos de 10 metros de distância dele e com as ondas indo exatamente na direção da boca escancarada da criatura!!!
Surf Sangrento também mostra coisas inúteis, como uma quadrilha de bandidos que se escondem na ilha, aparecem durante menos de meia hora e não fazem absolutamente NADA na história. Interferem em menos de 0%.
O monstro visto aqui é um crocodilo gigante. Mas parece que, pra fazer as cenas em que ele é visto, criaram a frente de um boneco de crocodilo, só com a cabeça e as patas da frente aparecendo (porque a gente só vê isso: nunca aparece o monstro inteiro, a não ser em efeitos de CGI muito bobos e, mesmo assim, sempre muito rápido).
Também tem situações deixadas no ar. Como por que o crocodilo não entra num rio que fica na ilha? Afinal, pelo menos na vida real, crocodilos nadam na água potável e na água salgada com a mesma facilidade.
Quanto à história em si, não é difícil deduzir logo de cara como o filme vai acabar ou quem vai morrer e quem vai se salvar no final. Não espere grandes surpresas.
Os personagens? O Bog e o Jeremy parecem uma versão mais moderna do Ben e do Jack de Férias do Barulho (1985). E os outros personagens são bem estereotipados mesmo: a garota dadeira, o pai da garota dadeira que quer impedir ela de transar, o coroa traumatizado por uma experiência que ele teve no passado com um monstro e que agora quer enfrentar o monstro...
Enfim, é aquele filme de terror pra você ver e se distrair, rindo de uma piada boba ou outra e torcendo pros heróis escaparem do monstro no fim. Mas sem pretensões além disso.
Mais informações sobre Surf Sangrento? Lá vai:


E dê uma clicada aí do lado em ‘comédias’ que você acha um post sobre Férias do Barulho.
Até a próxima!

sábado, 18 de setembro de 2021

NÁUFRAGO

títulos originais: Cast Away / Izgoy
título brasileiro: Náufrago
ano de lançamento: 2000
países: Estados Unidos / Fiji / República das Filipinas / Rússia
elenco principal: Helen Hunt, Nick Searcy, Tom Hanks
direção: Robert Zemeckis
roteiro: William Broyles Jr.

O workaholic Chuck é um gerente da FedEx. E numa noite de 1995, numa das viagens de trabalho que ele tem que fazer, o avião dele de repente é engolido por uma tempestade e derrubado no Mar.
O Chuck fica preso a um bote salva-vidas, que mantém ele na superfície da água. E flutua até uma pequena ilha deserta.
Não há animais nem água potável ali. Mas a ilha tem uma floresta e um grande rochedo no meio.
Subindo até o alto do rochedo, o Chuck vê que a ilha é cercada por um grande anel de corais, o que forma quase uma muralha natural isolando a ilha do resto do Mundo.
Em outras palavras, vai ser muito difícil tanto ficar ali quanto tentar sair.
O que fazer agora?

Náufrago é um filme que surgiu de uma ideia do próprio Tom Hanks, que interpreta o herói principal: ele queria fazer um filme de aventura que fosse uma versão moderna do livro Robinson Crusoe (1719), do inglês Daniel Defoe. Mas, apesar de se passar no final do século XX, não deveria ter bandidos, cenas de tiroteios nem nada parecido.
Tudo foi gravado em 2 etapas: 8 meses de gravação contando a parte da história que se passa em 1995, intervalo de 1 ano e mais 8 meses de gravação contando a parte da história que se passa em 1999.
Houve um intervalo de 1 ano nas gravações?! Sim. Porque o Tom tinha que ter tempo pra mudar de aparência pra interpretar o Chuck nas 2 épocas: meio gordinho e com os cabelos e a barba cuidados e depois magro e com os cabelos e a barba crescidos e desalinhados.
A única companhia que o Chuck tem na fase que passa na ilha é o boneco rústico Wilson, construído a partir de uma bola de vôlei da marca Wilson e de algumas folhas de árvores.
Náufrago é cheio de simbologias, como na ocasião em que (sem entrar em muitos spoilers) o Chuck consegue ultrapassar uma barreira de corais, que era o problema principal que ele conseguia ver na situação em que se encontrava, mas depois disso continua tendo problemas, perdendo relações que tinha antes e sendo obrigado a lutar pra sobreviver.
Esse trecho passa diretamente a mensagem de que, só porque você conseguiu resolver o problema principal da sua vida, isso não significa que não existem outros problemas. E esses outros problemas, que parecem tão insignificantes comparados com aquele outro que você já resolveu, ainda podem até matar você!
Mas a parte mais filosófica do filme é a que diz respeito a uma caixa que o herói encontra com o desenho moderno de um anjo...
Acontece que várias caixas que eram transportadas no avião chegaram boiando à ilha e a única que ele não abriu foi essa com o desenho do anjo, certamente porque ele via como um símbolo sagrado e intocável. E mais tarde, ele chega a declarar que a caixa salvou a vida dele, pois a fé dele (representada pela caixa) salvou a vida dele.
Náufrago foi uma coprodução: teve cenas gravadas em Estados Unidos, Fiji, Filipinas e Rússia.
Mais informações sobre o filme? Lá vai:


Até a próxima!

quarta-feira, 5 de maio de 2021

MARCO POLO: A HlSTÓRlA QUE AlNDA NÃO FOl CONTADA

título original: Marco Polo: la Storia Mai Raccontata
título brasileiro: Marco Polo: a História que Ainda não foi Contada
ano de lançamento: 1994
países: Itália / República das Filipinas
elenco principal: Leo Gamboa, Rocco Siffredi, Tabatha Cash
direção e roteiro: Franco Lo Cascio (creditado aqui como Luca Damiano) e Joe D’Amato

Quando o explorador europeu Marco Polo chega às proximidades da China, um senhor feudal confia a filha dele aos cuidados do Marco: como ela foi dada em casamento ao Imperador Kublai Khan, o europeu deve escoltar a garota até a Corte Chinesa e garantir que ela chegue lá... intocada.

Bom, temos aqui uma versão pornô sobre a vida do veneziano Marco Polo. Mas, honestamente, o filme não chega a ser lá essas coisas em termos de pornografia. Se você tá querendo ver só sacanagem e mostrada com detalhes, já posso adiantar que você vai achar meio chato, porque muitas cenas aqui são mal mostradas.
Pode se dizer que Marco Polo funciona melhor como comédia mesmo do que como filme pornô. Afinal, o Marco inventa as desculpas mais estapafúrdias pra conseguir transar com as mulheres que ele encontra na Corte Chinesa e elas acreditam e topam, todas essas mulheres (que, pela lógica, são chinesas) têm cara de italianas, o Kublai Khan é retratado como um retardado que acredita em qualquer babaquice que o Marco fala, o pênis duro do Marco faz aquele barulho de estouro de desenho animado quando pula pra fora da roupa...
Enfim, é aquele filme pra ver, rir, se divertir e não levar nada a sério. Vejam sem esperar grandes coisas e, é óbvio, tendo em mente que vão aparecer ali várias imagens improprias pra menores, né?rsrsrs
E lembrando que o Joe D’Amato foi um diretor que passou vários anos indo e voltando entre a pornografia e o terror, filmes dele desse último tipo que eu já indiquei aqui foram Antropophagus, Noites Eróticas dos Mortos Vivos (ambos de 1980), Porno Holocaust e Rosso Sangue (ambos de 1981).
Mais informações sobre Marco Polo? Lá vai:


E dê uma clicada aí do lado em ‘produções italianas’ que você acha posts sobre Antropophagus, Noites Eróticas dos Mortos Vivos, Porno Holocaust e Rosso Sangue.
ATENÇÃO: esse post é inédito! Não consta na Bússola do Terror!
Até a próxima!

quinta-feira, 23 de julho de 2020

O DEMÔNIO DO PARAÍSO

título original: Demon of Paradise
título brasileiro: O Demônio do Paraíso
ano de lançamento: 1987
países: Estados Unidos / República das Filipinas
elenco principal: Kathryn Witt, Laura Banks, William Steis
direção: Cirio H. Santiago
roteiro: C. J. Santiago e Frederick Bailey

Numa região isolada, porém turística, do Hawaii, alguns nativos realizam uma prática ilegal de pesca num lago, usando dinamites.
Logo depois, um misterioso e feroz lagarto humanoide se ergue do fundo do lago e começa a atacar e matar várias pessoas nas redondezas.
Na crença dos nativos, o monstro é uma assombração do folclore deles, chamada Akua, que, de acordo com a lenda, apareceu na região há 50 anos. E agora voltou, pois se irritou com o barulho das explosões.
Uma bióloga especialista em répteis chamada Annie concorda que a criatura só tá atacando por se irritar com as explosões. Mas explica que não se trata de uma assombração, e sim de um ser pré-histórico que ficou hibernando no fundo do lago até agora.
Seja como for, é preciso deter o monstro. E cada um pensa em fazer isso de um jeito: os nativos atiram oferendas no lago pra acalmar a assombração, a polícia quer simplesmente matar a criatura, a Annie quer que o bicho seja capturado vivo pra ser analisado e ajudar no progresso da Biologia e a dona de um hotel local chamada Angela dá ao monstro o apelido de “Demônio do Paraíso” (é: por isso que o filme tem esse nome rs) e tenta usar ele como marketing turístico pra atrair mais hóspedes pro hotel dela, embora ela própria acredite que a coisa toda seja uma lenda.
Em meio a toda essa confusão, novas vítimas vão perecendo entre as unhas e dentes do terrível monstro...

De acordo com alguns poucos sites, Demon of Paradise foi lançado no Brasil em DVD com o título de O Demônio do Paraíso. Mas não encontrei nenhuma informação mais consistente sobre isso.
Gravado nas Filipinas e tendo uma leve parceria com os Estados Unidos, esse é mais um filme de terror que segue o tema lançado em 1954 com O Monstro da Lagoa Negra: um monstro humanoide aquático que sai do lago onde vive e começa a matar os humanos que encontra pelo caminho.
Mas posso dizer que, comparado com outros filmes que beberam na mesma fonte, O Demônio do Paraíso conseguiu mostrar uma criatura com uma aparência mais realista. Ou, pelo menos, mais bem feita. Mas tem o mesmo problema da maioria desses outros: não tem cenas subaquáticas do monstro.
Ele até aparece na água várias vezes, só com a cabeça pra fora e tal. Mas nadando lá no fundo, neca.
De qualquer forma, sem dúvida nenhuma O Demônio do Paraíso vai agradar a quem gosta de filmes como O Monstro da Lagoa Negra, Sting of Death, Viagem Rumo ao Infinito (ambos de 1966) e Octaman (1971).
Já aviso que O Demônio do Paraíso deixa algumas contradições, como quando a Annie explica que o bicho é um predador noturno que foge de luz forte... E isso realmente aparece em algumas cenas, mas em outras cenas ele aparece andando à luz do Sol sem se incomodar em nada com a claridade.
A história também nunca explica bem o que o monstro é. O filme dá um pouco mais de corda pra teoria da Annie de que seria uma criatura pré-histórica, mas nunca desconsidera por completo que ele possa ser a assombração mencionada pelos nativos (embora ele não pareça manifestar nada de sobrenatural, a não ser por uma espécie de névoa que aparece sempre ao redor dele).
Algum outro vilão além do monstro? Bom, também tem lá uma quadrilha de traficantes inseridos numa subtrama da história... Só que o negócio é tão mal mostrado que não dá nem pra entender direito qual bandido é o chefe da quadrilha. Sério mesmo!rs
A última cena, que parece querer imitar a última cena de um filme de terror dinamarquês chamado Reptilicus (1961), deixa uma porta escancarada pra uma continuação. Mas nunca rolou.
Mais informações sobre O Demônio do Paraíso? Lá vai:


E dê uma clicada ai do lado em ‘ficção científica’ que você acha posts sobre O Monstro da Lagoa Negra, Octaman, Sting of Death e Viagem Rumo ao Infinito.
Até a próxima!

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

UP FROM THE DEPTHS

título original: Up from the Depths
título brasileiro: inexistente (inédito no Brasil)
ano de lançamento: 1979
países: Estados Unidos / República das Filipinas
elenco principal: Charles Howerton, Sam Bottoms, Susanne Reed
direção: Charles B. Griffith
roteiro: Carl Gottlieb (autor do texto original) e Alfred M. Sweeney

Depois de mergulhar sozinha no Mar, uma mulher é devorada quase completamente por um peixe gigantesco e misterioso.
Pouco depois, uma mão dela é encontrada.
Na mesma praia, a carcaça de um animal marinho é encontrada semidevorada (aparentemente, isso foi causado pela mesma criatura que matou a mulher).
Depois que o peixe gigante faz novas vítimas, um marinheiro cinquentão que tá sempre meio bêbado decide pegar o bicho, contando com o apoio de algumas outras pessoas.

Um desavisado que leia a sinopse acima vai pensar que a gente tá falando de Tubarão (1975), né? Mas o equívoco é bastante compreensível, já que Up from the Depths não é nada menos que uma paródia do clássico lançado pelo Mestre Steven Spielberg.
Erroneamente classificado por alguns sites como uma “comédia involuntária”, esse filme tem um humor que não é NADA involuntário: não é preciso observar muito pra ver que várias cenas do início ao fim do filme foram feitas escancaradamente com a intenção de fazer o público rir.
O próprio monstro que tava previsto pra aparecer quando o filme tava em fase de produção tinha uma aparência muito mais caricata. Mas, por motivos desconhecidos, o diretor substituiu ele por outro peixão de plástico com uma aparência um pouco mais feroz, mas, ainda assim, visivelmente falsa.
Aliás, somando o tempo de todas as cenas em que o monstro aparece no filme, não dá nem 10 segundos. As cenas dele são todas muito rápidas mesmo.
Vale lembrar que o monstro aqui não é um tubarão, mas sim um peixão pré-histórico que tava hibernando no fundo do Mar até ser libertado por um terremoto. Mas vale lembrar mais ainda que isso nunca é explicado explicitamente no filme (só ficamos sabendo dessa parte devido a matérias sobre o filme feitas na época em que o diretor e o roteirista explicaram isso rs).
Quanto aos personagens, o único que é escrachadamente engraçado é o gerente do hotel que fica na praia onde o monstro tá atacando, chamado Oscar. O ator Kedric Wolfe fez uma interpretação quase circense pro personagem.
O ator Virgil Frye, que interpretou o marinheiro cinquentão pinguço, também não deu um tom sério ao personagem dele. Mas é aquele engraçado mais contido.
Os demais personagens principais são interpretados com ares mais sérios pelos seus respectivos atores. Mas fazem coisas tão idiotas e tão nonsense que você acaba rindo.
Bom, evidentemente, Up from the Depths só pode ser recomendado a quem gosta de comédias de terror. Não tem como ver esse filme levando ele a sério.
Mais informações sobre o filme? Lá vai:


E dê uma clicada aí do lado em ‘animais enfurecidos’ que você acha um post sobre Tubarão.
Até a próxima!