sábado, 29 de maio de 2021

KYORYU SENTAI ZYURANGER

título original: Kyoryu Sentai Zyuranger
título brasileiro: inexistente (inédito no Brasil)
ano de lançamento: 1992
país: Japão
elenco principal: Aohisa Takayasu (creditado aqui como Seiju Umon), Hideki Fujiwara, Reiko Chiba, Shiro Izumi, Takumi Hashimoto, Yuta Mochizuki
direção: Shohei Tojo
roteiro: Noboru Sugimura

Quem tem mais de 25 anos, vendo o pôster aí do lado, talvez diga:

“Ué! Mas os primeiros Power Rangers tão aparecendo aí! O que é que eles tão fazendo aí?”

Bom, na verdade, quem questionar isso tá lendo a história de trás pra frente. Os primeiros Power Rangers é que foram inspirados nos personagens que aparecem nesse pôster, ou seja, os membros do Esquadrão Pré-Histórico Zyuranger.
Em 1992, a empresa japonesa Toei Company foi responsável pelo seriado Kyoryu Sentai Zyuranger. E em 1993, começando ali uma lucrativa sociedade com a Toei, a empresa estadunidense Saban Entertainment filmou várias cenas de um novo seriado nos Estados Unidos, com os heróis principais sendo interpretados por atores de lá e com temas muito simples e infantis. Ao mesmo tempo, eles pegaram cenas com os vilões e personagens gigantes de Zyuranger, dublaram todas essas cenas em Inglês com falas correspondentes ao que aparecia nesse novo seriado e acoplaram uma coisa à outra.
E o resultado dessa mistura foram as 3 primeiras temporadas de Power Rangers (1993, 1994 e 1995).
Então, Zyuranger entrou pra História dos Seriados de Ação como o seriado responsável pelo lançamento de Power Rangers.
Esse processo, conhecido como sabanização, passou a ser feito com todos os outros sentais lançados nos anos seguintes. E continua sendo feito até hoje.
Quanto à história de Zyuranger, apesar de ter algumas passagens mais tristes e sérias, é basicamente infantil (acho que o público-alvo que a Toei pretendia atingir eram mesmo as crianças menores da época):

Há 170000000 de anos, no território que corresponde ao atual Japão, existia uma espécie de confederação de 5 reinos vizinhos, onde viviam juntos todos os tipos de animais pré-históricos das mais diferentes épocas.
Também viviam humanos ali, além de várias criaturas que hoje são consideradas lendárias e mitológicas, como os gnomos, os grifos, as lâmias, os trolls e os vampiros.
Um dia, esse território foi atacado pela feiticeira Bandora, que causou ali grande destruição. Mas foi derrotada e aprisionada junto com os súditos dela.
Mesmo assim, os antigos ficaram com medo de que ela se soltasse algum dia. E decidiram deixar um esquema preparado pra esse caso: cada um dos 5 reinos escolheu o seu melhor guerreiro pra ficar hibernando e só acordar se a Bandora voltasse um dia.
Eles são o espadachim vermelho Geki, o lenhador preto Goshi, o lanceiro azul Dan, o atirador de facas amarelo Boi e a arqueira rosa Mei. Em outras palavras, eles são o Esquadrão Pré-Histórico Zyuranger.
Em 1992, a Bandora é acidentalmente solta de sua prisão junto com os súditos dela. E começa a atacar com os seus dora monstros (feitos de barro) ou com monstros de outras origens que ela vai escravizando aleatoriamente...
É hora dos 5 heróis despertarem pra defender a Terra.

Bom, temos aqui muita aventura, muita comédia e um certo nível de ficção científica (embora a magia seja muito mais usada, tanto pelos heróis quanto pelos vilões).
Violência? Bem, as cenas de violência de Zyuranger são mais fortes que as de Power Rangers. Mas nada que traumatize ninguém.rsrs
Com exceção dos irmãos Burai e Geki, nenhum herói tem a sua história pessoal muito explorada.
E entre os vilões? Bom, a Bandora é uma feiticeira que vendeu a alma a um demônio chamado Dai Satan. E na verdade, ela não tem poderes por si só. Os poderes que ela usa pertencem ao Dai Satan, embora o demônio não ‘mande’ propriamente na Bandora.
Por isso tudo, teoricamente, o Dai Satan é que seria o vilão principal da história, enquanto a Bandora seria a vilã secundária, certo? Só que o Dai Satan quase não aparece no seriado. Quem dá trabalho aos heróis do início ao fim da história é a Bandora mesmo.
Então, é uma produção em que fica difícil determinar de forma indiscutível quem é o vilão principal. Vai depender do ponto de vista do espectador.
O último capítulo é escancaradamente mais infantil do que todo o resto do seriado. Pra vocês terem uma ideia, na última cena vai ter gente montando numa nuvem e voando pro Céu pra ir morar com os deuses! E também vai ter gente que vai ser forçada a passar a morar numa tigela que vai ficar flutuando à deriva no espaço!
Contando, ninguém acredita, né? Mas se você chegar a ver o final do seriado, vai ver que eu não tô mentindo.
Inovações? Bom, posso destacar que foi a partir daqui que se tornou comum que os sentais passassem a ter mais de 5 membros. Sendo que o outro membro (ou, em alguns sentais, mais de 1) geralmente não faz parte da equipe desde o início, mas se junta aos outros heróis depois. E sim: é isso mesmo que acontece aqui.
Zyuranger também é cheio de atores e atrizes que são bem conhecidos pelos fãs brasileiros de seriados japoneses.
A hoje falecida Machiko Soga interpretou a Bandora. Mas ela já tinha na época várias vilãs no currículo dela...
A Machiko já tinha interpretado a Rainha Hedorian em Denshi Sentai Denziman (1980) e Taiyo Sentai San Barukan (1981); a aparência humana de um monstro de Space Cop (1982); a aparência humana de um monstro de Sharivan, o Guardião do Espaço (1983); a Rainha Pandora em Spielvan (1986); a mãe do Barrabás em Defensores da Luz Maskman (1987); e a Aracnin Morgana em Jiraiya, o Incrível Ninja (1988). E nas 2 primeiras temporadas de Power Rangers, a Saban usaria stock footage dela em Zyuranger pra representar a Rita Repulsa.
A atriz Ami Kawai, que interpretou aqui a vilã Rami, já tinha interpretado a vilã Marshal em Jiban (1989). E nas 2 primeiras temporadas de Power Rangers, a Saban usaria stock footage dela em Zyuranger pra representar a Scorpina.
O hoje falecido ator Jun Tatara, que aqui interpretou o mago Baza, já tinha interpretado o patrão do Gyaban em Space Cop e o mestre do Aman Negro em Jiraiya. E em algumas poucas cenas de Power Rangers, a Saban usaria stock footage dele em Zyuranger pra representar o Zordon em forma humana.
E os atores Shiro Izumi e Takumi Hashimoto, que aqui interpretaram o guerreiro verde Burai e o guerreiro amarelo Boi, não tiveram nenhuma cena deles usada como stock footage em Power Rangers. Mas eles também são conhecidos no Brasil. O Shiro intepretou o Change Pegasus Ozora em Esquadrão Relâmpago Changeman (1985) e o Takumi interpretou o Manabu em Jiraiya como personagem fixo e apareceu em 1 episódio de Jiban como o mesmo personagem.
O ator Yuta Mochizuki, que aqui interpretou o guerreiro vermelho Geki, já tinha aparecido em 2 episódios de Chojin Sentai Jetman (1991), interpretando o líder do “Novo Esquadrão Jetman” do Comandante Akira que não deu certo.
O ator Hideki Fujiwara, que aqui interpretou o guerreiro azul Dan, já tinha feito uma participação simples em 1 episódio de Black Kamen Rider (1987) e também já tinha interpretado outro herói também chamado Dan em Jetman.
O ator Hideaki Kusaka, que aqui interpretou o vilão Totopato, já tinha interpretado os vilões Heru Satan em San Barukan, Mau Saíke em Sharivan, Aton em Kagaku Sentai Dynaman (1983), Satan Goss em O Fantástico Jaspion (1985), Gyodai em Changeman, La Deus em Comando Estelar Flashman (1986), Zeba em Maskman, Ragon em Kosoku Sentai Turboranger (1989), o vilão redimido Gunsa em Chikyu Sentai Fiveman (1990) e o robô romântico Gurei em Jetman.
O ator Yoshinori Okamoto, que aqui interpretou o pai adotivo do Geki, já tinha feito participações simples em Denziman; San Barukan; Goggle Five, os Guerreiros do Espaço (1982); Space Cop; Sharivan; Shaider, o Detetive do Espaço (1984); Kamen Rider Black RX (1988); Jiban; e Jetman, além de já ter interpretado o robô Shiruba em Chodenshi Bioman (1984), o pirata espacial Buba em Changeman, o herói Deus Titan e o vilão Galdan em Flashman, o ninja subterrâneo Oyobu em Maskman e o vilão Ashura em Choju Sentai Liveman (1988).
O ator Toshimichi Takahashi, que aqui interpretou o pai biológico do Geki e do Burai, já tinha feito algumas figurações em Denziman, San Barukan e Dynaman, já tinha interpretado o herói Keiso em Sharivan, o General Des-Killer em Goggle Five, o vilão Iki em Jaspion, e o Dr. Bio em Spielvan, um policial no filme de terror Baioserapi (1986), um dos guerreiros que lutaram contra o Akira em Maskman, o Sacerdote Baraom em Black Kamen Rider e o robô Gatezon em RX.
O ator Maroshi Tamura, que aqui interpretou o monstro Dora Furanke, já tinha aparecido em 1 episódio de Black Kamen Rider.
E o hoje falecido ator Rikiya Iwaki, que aqui interpretou um gnomo, já tinha feito personagens menores em Denziman, San Barukan, Dynaman, Bioman, Fiveman e Jetman e também já tinha interpretado o profeta Zel em Changeman.
Mais informações sobre Zyuranger? Lá vai:


E dê uma clicada aí do lado em ‘produções japonesas’ que você encontra posts sobre Baioserapi, Bioman, Black Kamen Rider, Changeman, Denziman, Dynaman, Fiveman, Flashman, Goggle Five, Jaspion, Jetman, Jiban, Jiraiya, Maskman, RX, San Barukan, Shaider, Sharivan, Space Cop, Spielvan e Turboranger.
Até Junho!

sexta-feira, 28 de maio de 2021

CHRISTOPHER ATKINS

O nova-iorquino Christopher Atkins é um ator mais de dramas e mais lembrado por sua estreia no romance A Lagoa Azul (1980) do que por qualquer outro filme que ele tenha feito, embora já tenham se passado mais de 40 anos de lá pra cá!
Mesmo assim, as produções de terror nunca foram raras no currículo do eterno Richard Lestrange.
A estreia do Christopher como ator de filmes de terror foi em 1987, protagonizando o pouco lembrado filme mexicano El Ataque de los Pájaros.
Em 1990, ele foi novamente o ‘mocinho’ no filme Shakma, que tem alguns personagens que são verdadeiras caricaturas. E o personagem dele não foge à regra: é o herói bonitão, loiro, de olhos azuis, aparentemente virgem (ele é 100% fiel à namorada, mas o máximo que faz com ela é trocar uns beijinhos no escuro), que se sente culpado por tudo de ruim que aconteceu no filme (e até um certo ponto, ele é mesmo) e que se sacrifica no final pra derrotar o famigerado babuíno-mutante que dá nome ao filme.
Em 2003, o Christopher protagonizou O Despertar de Drácula.
Em 1995, ele apareceu em Projeto Mortal: o Retorno.
No ano 2000, o Christopher foi visto em Stageghost.
Em 2001, ele fez parte do elenco de 1 episódio do seriado Domínio das Trevas.
No ano seguinte, os filmes A 13ª Criança e The Stoneman contaram com a presença do Christopher.
Em 2006, ele protagonizou Cave In.
Em 2008, o Christopher apareceu em 100 Milhões Antes de Cristo.
Esse não tem tanto terror, não. É um filme mais de aventura. Mas, como tem lá um dinossauro gigante botando o pessoal de cabelo em pé, decidi pôr na lista.
Em 2009, o Christopher foi visto em Não me Esqueça.
Em 2011, ele fez parte do elenco de Hidden.
Em 2013, o Christopher foi o protagonista e produtor de Amy.
Em 2015, Kids vs Monsters contou com a presença dele.
Em 2018, o Christopher protagonizou The City of Gold.
No ano seguinte, ele apareceu em One Remains.
E o Christopher acabou de gravar um novo filme de terror chamado The Curse of the Gorgon, ainda sem data de estreia confirmada por causa da pandemia.
Mais informações sobre o ator? Lá vai:


E dê uma clicada aí do lado em ‘mutantes’ que você acha um post sobre Shakma.
Até a próxima!

quinta-feira, 27 de maio de 2021

JUNOON

título original: Junoon
título brasileiro: inexistente (inédito no Brasil)
ano de lançamento: 1992
país: Índia
elenco principal: Avinash Wadhavan, Pooja Bhatt, Rahul Roy
direção: Mahesh Bhatt
roteiro: Robin Bhatt

No século XVIII, um sacerdote ensinou a um rei estéril uma simpatia pra ficar fértil: ele tinha que ir a uma floresta indiana numa noite de lua-cheia, procurar um tigre cruzando com uma tigresa, matar o tigre e beber o sangue dele.
O rei fez exatamente isso. Mas a tigresa, que sobreviveu, lançou uma maldição sobre ele pra vingar a morte do companheiro: o espírito do tigre, que morreu irado, se incorporou no rei, transformando ele num tigre sobrenatural que assombra aquela floresta em noites de lua-cheia.

Essa lenda, lançada pelo filme Junoon, é lida pelos personagens Arun e Vikram assim que entram na tal floresta pra caçar numa noite de lua-cheia.
Nem preciso dizer que eles encontram o tal tigre, né? E a fera, depois de matar o Arun, funde o corpo dela com o corpo do Vikram...
Alguns dias depois, o espírito do Arun aparece pro Vikram incentivando ele a se suicidar, pois agora ele recebeu uma maldição inquebrável que deu a ele grandes poderes que vão se desenvolver cada vez mais, mas só podem ser usados pro mal. Mas o Vikram, que nunca foi uma pessoa do bem, resolve não só continuar vivo como também fazer uso dos tais poderes em benefício próprio.
Ele se casa com a Dra. Nita, que cuidou dele no hospital depois do evento do tigre. Mas não revela a ela nada sobre os poderes dele, o que deve fazer dela uma das próximas vítimas dele, já que ele se transforma num tigre com tendências assassinas em todas as noites de lua-cheia. E com a evolução dos poderes dele, vai acabar se transformando num monstruoso tigre humanoide!
Mas um guarda florestal chamado Inamdar segue os passos do Vikram e deduz o que tá acontecendo. E com a ajuda do ex namorado da Nita, vai tentar salvar ela antes que os poderes dele se desenvolvam tanto que ele vai se tornar indestrutível!
A 1ª metade de Junoon foi inspirada na 1ª parte do clássico Um Lobisomem Americano em Londres (1981). Com algumas diferenças, evidentemente: substituindo as charnecas inglesas por uma floresta indiana e o lobisomem por um tigre sobrenatural.
Dos 40 minutos pra frente, a história toma outro rumo completamente diferente, até porque o Vikram tem um caráter 1000 vezes pior que o do David.
Os efeitos especiais e as cenas de violências são bastante simples. Mas Junoon tem um bom ritmo, apesar de ser desnecessariamente longo (tem 2 horas e 3 minutos).
O excesso de cenas musicais também incomoda um pouco, já que deixa o filme com um aspecto bem distante dos filmes de terror ocidentais. Mas essa é uma característica dos filmes indianos de qualquer gênero, né?
Junoon tem boas cenas de aventura e algumas boas cenas de suspense também. E o clima, como um todo, é mais sério.
Foi uma produção praticamente feita em família: o diretor Mahesh Bhatt é irmão do roteirista Robin Bhatt e pai da atriz Pooja Bhatt (que interpretou a Nita).
Mais informações sobre Junoon. Lá vai:


E dê uma clicada aí do lado em ‘produções inglesas’ que você acha um post sobre Um Lobisomem Americano em Londres.
Até a próxima!

quarta-feira, 26 de maio de 2021

MIKE DAVIS

O inglês Mike Davis (também creditado algumas vezes como Steven Scott) deixou a carreira de ator e diretor pornô depois de mais de 20 anos e quase 3000 filmes. E ao longo desse tempo tão atuante, ele participou de vários filmes de terror pornô.
A estreia dele na área foi em 1995, nos filmes The Devil in Miss Jones 5: the Inferno e The House on Chasey Lane.
Em 1997, o Mike apareceu na comédia Gatinhas 3.
Na verdade, esse filme não tem muito terror, não. Mas, como tem lá uns elementos sobrenaturais e tal, eu decidi botar na lista de filmes de terror de que ele participou.
Em 1998, o Mike foi visto em Satyr.
No ano 2000, ele participou de On the Prowl e de Sex Spell.
No ano seguinte Devil Girl, Devil in Disguise e Voodoo Lounge contaram com a presença do Mike no elenco.
E em 2003, ele apareceu em Beat the Devil e em Les Vampyres 2.
Mais informações sobre o Mike? Lá vai:


ATENÇÃO: esse post é inédito! Não consta na Bússola do Terror!
Até a próxima!

terça-feira, 25 de maio de 2021

VAMP

título original: Vamp
ano de lançamento: 1991
países: Brasil / Itália / Portugal
elenco principal: Cláudia Ohana, Ney Latorraca, Reginaldo Faria
direção: Jorge Fernando
roteiro: Antônio Calmon, Lilian Garcia, Tiago Santiago e Vinícius Vianna

Em 1781, a Baía dos Anjos, localizada no litoral do Rio de Janeiro, foi invadida por um bando de vampiros, liderados pelo terrível Conde Vladmir Polanski, popularmente conhecido como Vlad.
Uma moradora da região, chamada Eugênia Queiroz, foi a vítima mais insistentemente perseguida pelo vampiro.
Sabendo da situação, um padre português levou até lá a Cruz de São Sebastião, conhecida por ter o poder de destruir qualquer demônio. Mas, quando o padre partiu pra luta aberta contra o Vlad, acabou sendo morto pelo vampiro e derrubando a cruz no Mar, onde ela afundou e se perdeu...
O padre não sabia, mas, de acordo com uma profecia, o destino do Vlad é morrer somente no dia em que um homem com o sobrenome Rocha enfrentar ele empunhando a Cruz de São Sebastião. Até que isso aconteça, ele será indestrutível!
Mais de 200 anos depois, uma cantora pobre chamada Natasha se apresenta em boates decadentes de São Paulo, sem conseguir nem sequer chamar a atenção de ninguém enquanto canta. E cansada da situação, ela declara que tá disposta a vender a alma ao diabo em troca de sucesso na carreira musical.
Como a Natasha não é ninguém menos do que a reencarnação da Eugênia Queiroz, o Vlad escuta as palavras dela. E aparece diante da cantora, comprando a alma dela e transformando ela numa vampira.
Conforme o pacto, a Natasha se transforma numa estrela do rock internacional. Mas se arrepende do método que usou pra isso, se decidindo a se livrar do Vlad e voltar a ser humana. E assim, orientada por um espírito chamado Rafa, ela decide ir até a Baía dos Anjos em 1991, encontrar a Cruz de São Sebastião e destruir o Vlad com a ajuda de um homem chamado Rocha.

Vamp chamou a atenção por ser a 1ª novela brasileira voltada do início ao fim pra assuntos relacionados ao vampirismo.
Mas se trata antes de mais nada de uma comédia de aventura voltada mais pro público adolescente. E os vampiros são mais engraçados do que propriamente maus.
O único vampiro retratado como mais poderoso mesmo é o próprio Vlad.
O vampiro Gerald, que tenta manter uma postura neutra entre os heróis e os vilões da história, funciona como um vilão secundário. Mas ele é um personagem meio de ‘temporadas’: ele passa algumas fases da novela ajudando os vilões, outras fases ajudando os heróis. E nos últimos capítulos, ele tenta se tornar o vilão principal, sem perceber que tá funcionando apenas como um idiota útil pro Vlad.
Alguns dos efeitos especiais mostrados parecem ter sido propositalmente mal feitos pra provocar risos no público. E o diretor Jorge Fernando definiu a novela como uma “chanchada de terror” exatamente por causa dos efeitos.
Os poderes e as fraquezas dos vampiros de Vamp só funcionam às vezes: às vezes eles se ferem quando tocam em alho, outras eles até comem alho numa boa; às vezes eles se ferem quando tocam em cruzes, outras não se ferem; às vezes eles refletem nos espelhos, outras não refletem...
Também não houve preocupação em manter a imagem do vampiro clássico. Por exemplo, eles andam à luz do Sol sem problemas e morrem se alguém atirar neles com uma bala de prata (se não me engano, isso só acontece com lobisomens, né?).
Apesar da profecia do homem chamado Rocha empunhando a cruz, o Vlad na verdade morre e ressuscita várias vezes ao longo da novela em situações que podem ou não ter alguma coisa a ver com a situação descrita pela profecia.
Mas, apesar dessas pequenas contradições, Vamp foi um dos maiores sucessos do início dos anos 90. E vai agradar a qualquer fã de aventura e comédia.
Mais de 90% da novela foram gravados no Brasil. Mas mais ou menos metade dos capítulos da 1ª semana foram gravados na Itália e Portugal.
Vamp fez tanto sucesso na época que foi reprisada pela Globo apenas 1 ano depois que a transmissão original tinha acabado, no início de 1993, na Sessão Aventura.
Ver essa novela é uma boa oportunidade pra lembrar que, nos anos 80 e 90, as novelas da Globo podiam falar sobre qualquer assunto e criticar qualquer coisa. Bem diferente de hoje, quando a Globo explicitamente se transformou numa mera filial do PT: as novelas da Globo atuais só podem mostrar e apoiar situações com as quais o PT concorda, só podem criticar quem não é esquerdista, não podem conter cenas falando nada contra qualquer esquerdista que seja... Em outras palavras: atualmente existe uma censura esquerdista sobre o que pode e o que não pode ser mostrado nas novelas da Globo.
Já sei que alguém vai querer dizer que o Jair Bolsonaro quer impor nos dias de hoje uma censura que ele chama de “filtro”. Sim, é claro. E eu não estou defendendo ele (até porque eu deixo claro que não sou nem nunca fui bolsonarista) nem estou defendendo a óbvia censura que ele quer impor. Mas eu não me faço de cego e surdo pro fato do PT querer impor esse outro tipo de censura que eu mencionei acima.
Mais informações sobre Vamp? Lá vai:


Até a próxima!

segunda-feira, 24 de maio de 2021

LEX BALDWIN

O nova-iorquino Lex Baldwin (também creditado em mais ou menos metade dos filmes em que ele apareceu como Talon, além dos pseudônimos Cliff Cummings, Dillion R, Dillon Boy, Keith Rivera e Rico) mantém uma longa carreira como ator e diretor pornô. E também trabalha eventualmente como ator convencional.
Curiosamente, foram poucos os filmes de terror com os quais ele se envolveu até hoje.
Em 2004, o Lex apareceu em Eye of the Beholder.
No ano seguinte, ele foi visto em Lovers Lane.
Em 2006, o Lex participou do filme de terror pornô GrubGirl e do filme de terror convencional LifeBlood.
E em 2008, ele foi visto em Vampiress.
Mais informações sobre o Lex? Lá vai:






ATENÇÃO: esse post é inédito! Não consta na Bússola do Terror!
Até a próxima!

sábado, 22 de maio de 2021

CHOJIN SENTAI JETMAN

título original: Chojin Sentai Jetman
título brasileiro: inexistente (inédito no Brasil)
ano de lançamento: 1991
país: Japão
elenco principal: Kotaro Tanaka, Rika Kishida, Sayuri Uchida, Tomihisa Naruse, Toshihide Wakamatsu
direção: Keita Amemiya
roteiro: Toshiki Inoue

Em 1991, uma base espacial administrada pela Comandante Aya e que faz parte do Centro de Defesa Internacional do Japão tá fazendo pesquisas com novas energias pra fortalecer pessoas que podem ajudar na proteção da Terra.
Uma energia recém-criada pelos cientistas da base foi dividida em 5 compartimentos. E o material de 1 deles vai ser implantado num oficial da base chamado Ryu, que namora outra oficial da base chamada Rie. Mas, logo depois que o implante é feito, a base é atacada por uma misteriosa organização extraterrestre chamada Bairamu. E essas criaturas começam a destruir tudo ali.
A Rie é sugada por um buraco que se abre na parede e lançada no espaço. E sem que ninguém veja, ela é capturada por Bairamu.
Antes que a base termine de explodir, o Ryu e a Aya conseguem fugir numa nave salva-vidas e voltar pra Terra, não conseguindo impedir que os outros 4 compartimentos com a energia explodam, fazendo o material deles cair em 4 pontos diferentes do Japão e se incorporando aleatoriamente em 4 pessoas que se encontram ali.
Depois de uma pesquisa, o Ryu e a Aya localizam essas 4 pessoas: uma garota rica chamada Kaori, um agricultor chamado Raita, uma estudante chamada Ako e um bad boy do submundo de Tókyo chamado Gai.
Depois de serem informados do que tá se passando, os 4 (alguns, depois de uma certa relutância) se juntam ao Ryu sob o comando da Aya e formam o Esquadrão das Aves-Humanas Jetman, cada um passando a usar uma armadura de uma cor diferente e inspirada na aparência de uma ave diferente.
Mas os problemas deles tão apenas começando: Bairamu agora se obstinou pelo domínio da Terra. E a Rie, hipnotizada por eles e agora munida de poderes extraterrestres, foi transformada numa guerreira chamada Maria. E sem reconhecer o Ryu, ela não vai medir esforços pra acabar com o ex namorado e com os amigos dele!

Lançado em 1990, Chikyu Sentai Fiveman foi um dos grandes fracassos de audiência lançados pela Toei. E pra tentar resolver o problema, a empresa tentou fazer uma coisa mais diferente no sentai seguinte, mas sem tirar os clichês comuns de sentais (ou seja: mantendo os heróis com armaduras de cores diferentes, as organizações do mal, os monstros que aparecem em tamanho humano e depois ficam gigantes, os robôs gigantes que os heróis pilotam pra encarar os monstros gigantes...). E dessa nova roupagem nasceu Chojin Sentai Jetman.
Mas se os clichês básicos de sentais foram mantidos, que nova roupagem foi essa?
Bom, tiveram a ideia de fazer uma história mais séria, sem muito ‘entra e sai’ entre os personagens fixos. E o pano de fundo de Jetman foram os amores não correspondidos.
No grupo dos heróis, o Ryu ama a Maria, que não ama mais ele (na verdade, ela não sabe mais quem ele é, devido à lavagem cerebral que ela sofreu); a Kaori ama o Ryu, que não corresponde porque continua amando a Maria; o Gai e o Raita amam a Kaori, que não corresponde porque ela quer conquistar o Ryu; e mais pra frente, um amigo extraterrestre que eles fazem chamado Dan começa a amar a Ako, mas ela também não corresponde.
E no time do mal, um robô chamado Gurei também ama a Maria, que também não corresponde diretamente, apesar de demonstrar uma certa consideração por ele.
Outra inovação vista nesse sentai é que os vilões passam a maior parte do seriado sem um líder: a imperatriz deles desapareceu numa batalha e foi dada como morta, deixando o Trono de Bairamu em interregno. E assim, os vilões sobreviventes começam a competir um com o outro pra decidir quem vai ser o novo imperador.
É claro que, depois de muitas desventuras, um deles vai submeter os outros e vai conseguir se impor como imperador. Mas também é claro que ele não vai conseguir se manter no poder infinitamente e vai acabar sendo destronado por outro vilão mais ardiloso. E prestando atenção no comportamento dos vilões desde o início do seriado, não é difícil saber qual vilão é ardiloso o suficiente pra isso.
Assim, com heróis de personalidade mais adulta, com vilões mais inteligentes e até com um último episódio tendo um desfecho bem diferente (2 personagens do núcleo principal se casam e 1 deles morre num ato heroico que nem tem nada a ver com Bairamu), Jetman conseguiu chamar a atenção do público de volta pros sentais.
E esse também foi o último sentai a não passar pelo fenômeno da sabanização... Se você não conhece muito sobre sentais, talvez você não saiba o que é sabanização, né? Bom, a gente vai ver isso com detalhes no próximo post que eu fizer sobre um sentai. E não vai demorar.
A atriz Sayuri Uchida, que aqui interpretou a guerreira amarela Ako, já tinha aparecido em 1 episódio de Kosoku Sentai Turboranger (1989).
A atriz Maho Maruyama, que aqui interpretou a vilã Maria, já tinha interpretado a Princesa Garonia em Kamen Rider Black RX (1988).
O ator Hideaki Kusaka, que aqui interpretou o vilão Gurei, já tinha interpretado os vilões Heru Satan em Taiyo Sentai San Barukan (1981); Mau Saíke em Sharivan, o Guardião do Espaço (1983); Aton em Kagaku Sentai Dynaman (1983); Satan Goss em O Fantástico Jaspion; Gyodai em Esquadrão Relâmpago Changeman (ambos de 1985); La Deus em Comando Estelar Flashman (1986); Zeba em Defensores da Luz Maskman (1987); Ragon em Turboranger; e o vilão redimido Gunsa em Fiveman.
O ator Yutaka Hirose, que aqui interpretou o vilão Toranza, já tinha feito várias pontas em Chodenshi Bioman (1984), Changeman e Jaspion, já tinha interpretado o vilão Wandar em Flashman, já tinha feito uma participação simples em 1 episódio de Black Kamen Rider (1987) e já tinha interpretado o vilão Kemp em Choju Sentai Liveman (1988).
O ator Haruki Hamada, que já tinha interpretado o Change Dragon Tsurugi em Changeman, fez uma participação em 1 episódio aqui.
O ator Yasuhiro Ishiwata, que aqui interpretou o herói Rei, já tinha interpretado o Blue Flash Go em Flashman, já tinha interpretado a aparência humana de um monstro em 1 episódio de Maskman e já tinha aparecido em 1 episódio de Jiban (1989) interpretando um roqueiro.
A atriz Kanako Maeda, que aqui interpretou a heroína Kana, já tinha interpretado a Pink Mask Keiko em Maskman.
O ator Hideki Fujiwara, que aqui interpretou o herói Dan, já tinha feito uma participação simples em 1 episódio de Black Kamen Rider.
O ator Yoshinori Okamoto, que aqui fez uma rápida participação como um espadachim que luta contra um monstro, já tinha feito participações simples em Denshi Sentai Denziman (1980); San Barukan; Goggle Five, os Guerreiros do Espaço; Space Cop (ambos de 1982); Sharivan; Shaider, o Detetive do Espaço (1984); RX; e Jiban. Além de já ter interpretado o robô Shiruba em Bioman, o pirata espacial Buba em Changeman, o herói Deus Titan e o vilão Galdan em Flashman, o ninja subterrâneo Oyobu em Maskman e o vilão Ashura em Liveman.
O ator Asao Matsumoto, que já tinha interpretado um cientista em 1 episódio de Bioman e também o Comandante Honda em Changeman, fez uma pequena participação no 1º episódio de Jetman.
O hoje falecido ator Masashi Ishibashi, que aqui interpretou um monge xintoísta em 1 episódio, já tinha feito participações simples em Space Cop e Shaider, já tinha interpretado o vilão Ka em Dynaman, já tinha interpretado um mestre carateca em 1 episódio de Black Kamen Rider e já tinha interpretado o vilão Raida em Turboranger.
E o hoje falecido ator Rikiya Iwaki, que aqui também fez uma pequena participação especial, já tinha feito personagens menores em Denziman, San Barukan, Dynaman, Bioman e Fiveman e também já tinha interpretado o profeta Zel em Changeman.
Mais informações sobre o seriado? Lá vai:


E dê uma clicada aí do lado em ‘produções japonesas’ que você acha posts sobre Bioman, Black Kamen Rider, Changeman, Denziman, Dynaman, Fiveman, Flashman, Goggle Five, Jaspion, Jiban, Liveman, Maskman, RX, San Barukan, Shaider, Sharivan, Space Cop e Turboranger.
ATENÇÃO: esse post é inédito! Não consta na Bússola do Terror!
Até a próxima!

sexta-feira, 21 de maio de 2021

JÖRG JOPPKE

O alemão Jörg Joppke (também creditado algumas vezes como Andreas, JJ, Jack Hammer, James Jordan, Jonathan Boston, Jophe, Ludger Sky, Peter e Ricky Richter) seguiu de 1991 até 2019 na carreira de ator pornô (não se sabe se ele deixou a carreira, mas ele não fez mais filmes nos últimos 2 anos).
Entretanto, ao longo desses quase 30 anos, foram poucos os filmes de terror pornô em que ele apareceu.
Em 2006, o Jörg interpretou Conde Budvary Drakowiczy no filme Draculya – The Girls are Hungry e também foi visto em Cum Vampires 2.
E em 2009, The Vampires contou com o Jörg no elenco.
Mais informações sobre o ator? Lá vai:


ATENÇÃO: esse post é inédito! Não consta na Bússola do Terror!
Até a próxima!

quinta-feira, 20 de maio de 2021

ÀS VEZES ELES VOLTAM

título original: Sometimes They Come Back
título brasileiro: Às Vezes Eles Voltam
ano de lançamento: 1991
país: Estados Unidos
elenco principal: Chris Demetral, Robert Rusler, Tim Matheson
direção: Tom McLoughlin
roteiro: Stephen King (autor do texto original), Lawrence Konner e Mark Rosenthal

Em 1963, 2 meninos chamados Jim e Wayne moravam numa cidade do interior dos Estados Unidos. Eles eram irmãos e, num dia em que tavam passeando, passaram por um túnel que fazia parte de uma linha de trem.
De repente, foram cercados por 4 greasers (adolescentes brigões dos anos 50, tipo James Dean). E esses começaram a bater nos garotos, até que o Wayne se defendeu e acabou sendo morto por um dos bandidos com uma facada.
Nesse momento, o trem apareceu indo na direção deles. E embora o Jim e um dos greasers tenham conseguido fugir correndo, os outros 3 acabaram sendo atropelados pelo trem e morreram.
Depois dessa tragédia, o Jim e a família dele foram embora da cidade. Mas, passados 27 anos, ele é obrigado a voltar, já que consegue um emprego como professor lá.
Só que, pro grande espanto dele, a cada novo dia de aula, um dos 3 greasers mortos no passado reaparece na escola, se apresentando como um novo aluno dele!
A princípio, o Jim acha que são só pessoas parecidas, já que, mesmo que eles tivessem sobrevivido, não poderiam manter a mesma aparência que tinham há 27 anos atrás. Mas logo se aterroriza ao perceber que aqueles são mesmo os 3 bandidos que mataram o irmão dele e morreram atropelados pelo trem! E agora eles voltaram das portas do Inferno pra fazer algo terrível contra ele!

Há exatamente 30 anos, em Maio de 1991, a franquia Às Vezes Eles Voltam era apresentada aos fãs de filmes de terror com esse telefilme aqui.
A série teve 2 outros filmes (1996 e 1998), ambos lançados direto em vídeo. Mas nenhum dos 2 continua a história do 1º filme, se passando em lugares diferentes e envolvendo personagens diferentes.
O último filme, então, parte pra um tema de satanismo que não tem nada a ver com o 1º.
Mas enfim: vamos voltar ao assunto desse post aqui.
Inspirado no conto Sometimes They Come Back (1974), do Mestre Stephen King, esse telefilme consegue contar uma história com início, meio e fim. E tem até um final feliz (dentro do possível, é claro).
Aliás, o final do filme é uma cópia escancarada do final de Ghost (1990), que era um dos filmes mais populares da época.
Bom, sobre a ressurreição dos greasers, pouca explicação é dada. Mas o pouco que é dito até que basta...
Um personagem conta que, quando alguém morre, antes de ir pro Céu ou pro Inferno, primeiro passa por uma dimensão intermediária. Mas se os espíritos que tão lá deixaram algum assunto inacabado na Terra, embora ninguém saiba explicar exatamente o motivo disso, às vezes eles voltam.
O problema é que, em vida, os greasers já eram violentos só pelo prazer de serem violentos e saírem por aí causando desordem sem motivo. Mas, depois de mortos, além de manter a mesma personalidade, eles também adquiriram poderes sobrenaturais, permitindo que eles cometam atrocidades piores ainda.
Suspense? Não (embora o filme consiga manter um certo clima de tensão em várias cenas). Os vilões aqui atacam de uma forma mais direta e sem fazer muito suspense. Aliás, eles sempre se manifestam com aquela histeria típica de ‘adolescentes do mal’.
Comédia? Também não. Tentaram contar aqui uma história mais séria e até mais voltada pra quem gosta de personagens com um caráter mais ‘humano’, no que diz respeito à família do Jim.
Outro filme em que o Tom McLoughlin se envolveu e que eu já indiquei aqui foi Sexta-Feira 13 – parte 6: Jason Vive! (1986) Ele foi diretor e roteirista do filme, além de fazer uma ponta na cena da ressurreição do Jason.
Mais informações sobre Às Vezes Eles Voltam? Lá vai:


E dê uma clicada aí do lado em ‘slashers’ que você acha um post sobre Sexta-Feira 13 – parte 6: Jason Vive!
Até a próxima!

quarta-feira, 19 de maio de 2021

FRANK TOWERS

O californiano Frank Towers (também creditado algumas vezes como Doug Shepherd, Drago, Johan, Mark Slade, Ted Hunter e Tom Crude) tem uma carreira bem diversificada no meio pornô. Ele é daqueles atores pornô que já fizeram de tudo (ou quase tudo). E também participou de trabalhos como ator convencional.
Assim, é claro que ele já apareceu em algumas produções de terror.
A estreia do Frank na área foi em 1995, em The Devil in Miss Jones 5: the Inferno, uma das várias continuações do clássico pornô O Diabo na Carne de Miss Jones (1973).
Em 1996, ele foi visto em Sex Freaks...
Bom, na verdade, esse filme é um pouco difícil de entender. Mas, aparentemente, ele faz lá uma certa tentativa de mostrar cenas de terror: uma das cenas mostra lá uns demônios participando de uma orgia (o personagem do Frank é um deles).
Em 1999, ele participou de Tattoo.
Em 2007, o filme Club Satan: the Witches Sabbath contou com o Frank no elenco.
Em 2009, ele apareceu em 1 episódio do seriado The Lair.
E em 2015, o Frank foi visto numa paródia do clássico Os Caça Fantasmas (1984) chamada Not Ghostbusters: the 23 Directors’ Cut.
Mais informações sobre o ator? Lá vai:


ATENÇÃO: esse post é inédito! Não consta na Bússola do Terror!
Até a próxima!

segunda-feira, 17 de maio de 2021

SHAKMA / A FÚRIA ASSASSINA

título original: Shakma
títulos brasileiros: Shakma / A Fúria Assassina
ano de lançamento: 1990
país: Estados Unidos
elenco principal: Amanda Wyss, Christopher Atkins, Roddy McDowall
direção: Hugh Parks e Tom Logan
roteiro: Roger Engle

Numa universidade de Biologia, um aluno chamado Sam se apegou muito a um babuíno chamado Shakma. E ele realmente se irrita quando descobre que um professor usou o babuíno numa experiência, deixando sequelas que não têm como ser revertidas: agora soltando rugidos iguais aos de um leão, o Shakma se tornou muito mais feroz do que já era. E a ferocidade dele vai aumentar cada vez mais daqui pra frente.
O professor manda o Sam aplicar o sonífero mais forte que eles têm no Shakma. Mas, com medo de matar o babuíno se injetar aquilo nele, o rapaz aplica outro sonífero menos potente e deixa o bicho dormindo na sala do prédio onde ficam as jaulas dos outros animais...
Ele nem imagina que, da próxima vez em que entrarem ali, só vão encontrar carcaças despedaçadas dentro das jaulas e um babuíno mutante enlouquecido e prestes a massacrar todos os humanos que ele vai encontrar pelos corredores daquele prédio!

Bom, temos aqui mais um filme de mutante, exibido no Brasil às vezes com o título original, outras vezes com o título de A Fúria Assassina. E comparado com os ‘colegas’ dele da mesma época, eu diria que ele tá entre os melhores.
É claro que o roteiro de Shakma tem lá as suas pequenas derrapadas. Por exemplo, o prédio da universidade de Biologia onde se passa a história só tem 1 único telefone, não tem nenhuma câmera de segurança em parte nenhuma e não fica nem 1 único vigia nem mesmo na portaria do prédio (aliás, não tem nem porteiro!)... Pra uma faculdade de Biologia dos Estados Unidos, essa é bem largada, né?rsrs
Mas, descontando esses pequenos detalhes, a história é legal. E tem início, meio e fim, direitinho.rs
Os personagens de Shakma são verdadeiras caricaturas: o herói bonitão, loiro, de olhos azuis, virgem (pelo menos ao que tudo indica: afinal, o máximo que ele faz é dar uns selinhos na namorada), que é mártir o suficiente pra se culpar por tudo de ruim que acontece ali (e até um certo ponto, até que isso procede mesmo) e que faz um grande sacrifício no final do filme pra ‘se redimir’; um cientista louco e todo atrapalhado; um nerd que é um especialista em computadores e se veste que nem um hippie barbudo e sujo... Mas, apesar disso, todos esses personagens se encaixam na história. Você não vê ninguém ali como se tivesse fora do contexto do filme. E de nomes famosos na área do terror temos no elenco o Christopher Atkins e o Roddy McDowall.
Shakma não apresenta muitas mudanças de cenário, mas também deve agradar aos fãs de aventura, pois tem bons momentos de ação e suspense garantido.
Humor? É. Pode se dizer que a interpretação caricata do Roddy McDowall acaba criando alguns momentos cômicos. Mas, apesar disso, podemos considerar Shakma uma tragédia, já que nenhum dos personagens acaba bem.
Mais informações sobre o filme? Lá vai:


Até a próxima!

domingo, 16 de maio de 2021

DICK DELAWARE

O californiano Dick Delaware (também creditado algumas vezes como Aaron Brink) mantém uma carreira de ator pornô cheia de idas e vindas desde 2003. E o único filme de terror pornô de que ele participou até hoje foi This Ain’t Terminator XXX (2013).
Não chega a ter tanto terror assim. Mas, como a história é sobre um androide que sai matando quem ele encontra pelo caminho, vamos dizer que tá na área, né?rsrs
E sim: é uma paródia pornô do Exterminador do Futuro (1984). Mas cuidado pra não confundir esse aqui com O Penetrador do Futuro (1991), que é outra paródia pornô do mesmo filme.
Mais informações sobre o Dick? Lá vai:







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ATENÇÃO: esse post é inédito! Não consta na Bússola do Terror!
Até a próxima!

sexta-feira, 14 de maio de 2021

SHAITANI ILAAKA

título original: Shaitani Ilaaka
título brasileiro: inexistente (inédito no Brasil)
ano de lançamento: 1990
país: Índia
elenco principal: Deepak Parashar, Neelam Mehra, Sri Pradha
direção: Kiran Ramsay
roteiro: J. K. Ahuja e Sajeev Kapoor

Há séculos, um demônio chamado Shaitani aterrorizava as aldeias que ficavam numa floresta. Mas ele foi derrotado por um grupo de magos que aprisionaram ele num labirinto de cavernas subterrâneas, desde então conhecido como Shaitani Ilaaka.
Ninguém imaginava que o terrível Shaitani tinha uma fiel súdita: um demônio feminino chamado Lalbai. E essa começou a raptar mulheres, que ela matava pra alimentar seu mestre, enquanto procurava uma específica...
Se uma mulher adulta, solteira e descendente dos magos que aprisionaram o Shaitani tiver o sangue dela derramado e oferecido a ele, o demônio não só vai se libertar da prisão subterrânea como também vai se tornar mais poderoso do que nunca!
Ao encontrar uma menina de 6 anos com essas características, chamada Anju, a Lalbai assume a aparência de uma mulher humana e vai trabalhar como empregada na casa dela pra esperar ela crescer...
Mas a Anju ainda tem uma chance de se salvar, pois existe uma força capaz de prender o demônio de volta no subterrâneo pra sempre: a deusa Kali.

Quem viu a franquia Poltergeist (1982, 1986 e 1988) com certeza vai ver várias similaridades entre essa série cinematográfica e a 1ª metade de Shaitani Ilaaka.
É claro que o Shaitani fica bem mais caracterizado como um demônio subterrâneo do que o Silas Malafaia... Isso é, o Reverendo Henry Kane. Enfim, é quase a mesma coisa, né?
Já a 2ª metade da história, principalmente nas últimas cenas, lembra bastante O Senhor das Trevas (1986).
Então, acho que O Senhor das Trevas deve ter chamado a atenção quando passou na Índia.rsrs
Aliás, voltando a falar no monstro desse filme aqui, o Shaitani parece mais um yeti do que um demônio! Sim: é isso que vocês tão vendo no pôster do filme.rs
Mas, pelo menos, ele é o único monstro bem feito do filme. Porque se a gente pensar principalmente no exército de zumbis que trabalham pra Lalbai... Sabem os monstros de Shaider, o Detetive do Espaço (1984)? Pois é. Eles seguem aquela linha de produção.
Os efeitos especiais de Shaitani Ilaaka até que são bons. Até porque eles mostram o que se propõem a mostrar mesmo.
Quanto à história, tem início, meio e fim. Deixa umas poucas situações no ar, mas isso até passa meio batido.
Aventura? É. Dá pro gasto.
Aliás, levando em conta que filmes indianos geralmente censuram bastante as cenas de violência, até que Shaitani Ilaaka é um pouco mais explícito nesse sentido.
Comédia? Bom, tem uma meia dúzia de cenas que dão umas pinceladas de humor no filme. Mas a história como um todo é mais séria.
Mais informações sobre Shaitani Ilaaka? Lá vai:


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Até a próxima!

quinta-feira, 13 de maio de 2021

CHRISTOPHER DANIEL ZEISCHEGG

O californiano Christopher Daniel Zeischegg atualmente trabalha como escritor. Mas, entre 2005 e 2018, ele se dedicou às carreiras de ator convencional e ator pornô, nas quais era conhecido como Danny Wylde. E naquela época, ele se envolveu com alguns filmes de terror.
Em 2010, ele produziu o curta-metragem de terror Comatose.
No ano seguinte, o Danny apareceu em Scream XXX: a Porn Parody, uma paródia pornô de Pânico (1996).
Em 2012, ele foi visto na comédia de terror pornô Evil Head.
E no ano seguinte, o Danny fez parte do elenco de The Walking Dead: a Hardcore Parody, que o nome já deixa bem claro que é uma paródia pornô de The Walking Dead (2010), né?rsrs
Mais informações sobre o ex ator? Lá vai:





ATENÇÃO: esse post é inédito! Não consta na Bússola do Terror!
Até a próxima!

terça-feira, 11 de maio de 2021

CHIKYU SENTAI FIVEMAN

título original: Chikyu Sentai Fiveman
título brasileiro: inexistente (inédito no Brasil)
ano de lançamento: 1990
país: Japão
elenco principal: Kazuko Mi-Yata, Kei Shindachi-Ya, Ryo Narushima, Ryohei Kobayashi, Toshi-Ya Fuji
direção: Takao Nagaishi
roteiro: Hirohisa Soda

Em 1962, um casal de cientistas terráqueos chamados Hoshikawa e Midori partiram pro espaço, onde tiveram 5 filhos: 3 meninos chamados Fumiya, Gaku e Ken e 2 meninas chamadas Kazumi e Remi.
O casal percebe que vários planetas habitados foram devastados por uma força misteriosa. E assim, eles começam a se empenhar em restaurar a vida nesses planetas, ajudados por uma espécie de mordomo robô chamado Asa G6.
Em 1970, eles são repentinamente atacados pela gigantesca nave chamada Barugayia, que serve como base pra um grupo chamado Zon. E descobrem que são os membros dessa máfia que têm devastado os planetas habitados das redondezas, pois a Imperatriz Medo, Soberana de Zon, vai ficar imortal depois que eles tiverem devastado 1000 planetas.
Esses vilões não vão perdoar os cientistas por tentarem reconstruir o planeta devastado onde eles se encontram agora, que foi o 1º que Zon destruiu. E atacam ferozmente a família, que consegue se esconder numa construção ali perto. Mas o Hoshikawa e a Midori mandam o Asa G6 pegar as 5 crianças e fugir dali, enquanto o casal fica pra trás pra distrair os bandidos.
O robô foge com as crianças na direção da Terra, sem chegar a ver que fim levaram seus mestres...
Em 1990, vemos que os 5 filhos do casal de cientistas agora são jovens professores numa escola de Ensino Fundamental do Japão. E um dia, eles veem a mesma cena que viram 20 anos antes: a nave Barugayia tá sobrevoando eles!
Os vilões iniciam um ataque contra Tókyo. Mas, quando os invasores menos esperam, 1 jato e 2 tanques misteriosos aparecem e detêm o ataque. E de dentro desses veículos saem 5 guerreiros, cada um vestido com uma armadura de uma cor. E eles revelam que são as 5 crianças que os vilões atacaram 20 anos antes. E aqueles veículos, aquelas armas e aquelas armaduras foram deixadas pra eles na nave pelos pais deles.
Ou seja, daqui pra frente, os crimes de Zon vão encontrar um obstáculo nunca experimentado por eles antes: o Esquadrão Terráqueo Fiveman.

Chikyu Sentai Fiveman foi o 1º sentai dos anos 90. Mas talvez seja uma das produções que a Toei mais gostaria de esquecer.
O problema é que esse foi o seriado de aventura produzido pela Toei naquela época que teve a audiência mais baixa. E nos últimos episódios, os produtores já tavam desesperados pra tirar o programa do ar o mais depressa possível e apressando o diretor pra isso. Inclusive, o diretor já enfiava de uma vez só no mesmo capítulo todos os eventos que tavam previstos pra acontecer em 2 ou 3 capítulos seguidos. Dá pra ver bem que principalmente os 3 últimos episódios foram uma correria louca de acontecimentos.
Por que isso aconteceu? Na época se disse que foi porque Fiveman basicamente se limitou a reciclar temas que já tinham sido mostrados em sentais dos anos 80, principalmente no núcleo dos vilões...
A base dos vilões é uma nave espacial que vai se instalar no Polo Norte: a gente já tinha visto situações parecidas em Taiyo Sentai San Barukan (1981), Esquadrão Relâmpago Changeman (1985) e Comando Estelar Flashman (1986).
A vilã feminina guerreira que ocupa o posto mais alto é a única do grupo dos vilões que tem uma guerreira serviçal que trabalha só pra ela: a gente já tinha visto isso em Kagaku Sentai Dynaman (1983) e Chodenshi Bioman (1984). Aliás, até a roupa da Zaza aqui é bem parecida com a roupa da Fara Kyato de Bioman.
Os monstros que vão lutar contra os heróis a cada episódio são bandidos espaciais: a gente já tinha visto isso em Changeman. E na fase final de Fiveman, a cada episódio 2 monstros passaram a ser fundidos em 1, formando monstros com uma aparência do lado direito e outra aparência do lado esquerdo: a gente já tinha visto monstros de aparência assimétrica em Denshi Sentai Denziman (1980) e em Goggle Five, os Guerreiros do Espaço (1982).
Agora, vou ter que contar uma parte do final. Se você não quiser saber nada sobre como Fiveman acaba, continue lendo a partir dos 3 asteriscos vermelhos.
A Imperatriz Medo não é uma criatura real, mas sim um holograma projetado pelo verdadeiro vilão principal, que é a própria nave Barugayia: a gente já tinha visto a mesma situação em Changeman, entre o Rei Bazu e o Planeta Gozma.
***Bom, eu, particularmente, gostei de Fiveman. E acho que essa desculpa de que o seriado não deu certo porque usou ideias que já tinham sido usadas em outros sentais não cola muito. Até porque todo sentai trabalha basicamente mostrando ideias que já tinham sido mostradas em sentais anteriores, só que usando outra explicação e decoradas com outra aparência. É ou não é?
Acho até que esse seriado aqui foi criativo na forma de fazer os monstros ficarem gigantes. Porque, em quase todos os sentais mais antigos, a gente via 2 situações básicas quando um monstro de tamanho humano morria: algum vilão fixo ressuscitava ele em tamanho gigante; ou então algum mecanismo colocado no próprio corpo do monstro fazia ele ficar gigante quando levava um golpe mortal (poucos sentais anteriores a Fiveman mostraram alguma coisa diferente disso). Mas no caso de Zon, os vilões construíam robôs gigantes que podiam absorver os monstros de tamanho humano e se transformar em cópias gigantes deles.
Acho que o que fez o barco afundar em Fiveman foram outros problemas.
Por exemplo, uma coisa que provavelmente atrapalhou foi o excesso de vilões fixos: foram 16 ao longo do seriado! E isso, é claro, impediu que a maioria desses vilões tivessem destaque na história. Alguns foram pouco mais do que figurantes.
E também tiveram algumas bobagens que deixaram o seriado mais infantil do que deveria, como 5 bonecos de pelúcia mágicos com a mesma aparência dos heróis que ficavam vendo as aventuras deles pela televisão na casa de uma pessoa não identificada e ficavam torcendo por eles... Isso ficou tão bobo que foi simplesmente tirado de cena sem explicação de um episódio pro outro.
No resto, posso dizer que Fiveman tem o mesmo nível de qualidade que qualquer sentai comum da virada dos anos 80 pros 90.
O ator Ryohei Kobayashi, que aqui interpretou o guerreiro preto Fumiya, já tinha aparecido em Jiban (1989) interpretando o herói Ryu, que cuidou da Aiume quando ela tava com amnésia.
A atriz Ryo Narushima, que aqui interpretou a guerreira amarela Remi, já tinha tido uma pequena personagem em Kosoku Sentai Turboranger (1989). E uma curiosidade: depois do seriado, ela e o Ryohei Kobayashi se casaram.
O ator Takeshi Ishikawa, que aqui interpretou o vilão Garoa, já tinha interpretado o disfarce humano de um robô guerreiro em 1 episódio de Spielvan (1986).
O ator Kinachiro Uemura, que aqui interpretou o vilão Shubarie, já tinha interpretado o Green Flash Dan em Flashman.
O ator Hideaki Kusaka, que aqui interpretou o vilão redimido Gunsa, já tinha interpretado os vilões Heru Satan em San Barukan; Mau Saíke em Sharivan, o Guardião do Espaço (1983); Aton em Dynaman; Satan Goss em O Fantástico Jaspion (1985); Gyodai em Changeman; La Deus em Flashman; Zeba em Defensores da Luz Maskman (1987) e Ragon em Turboranger.
A atriz Motoko Watanabe, que aqui interpretou a vilã Zaza, já tinha interpretado a robô Koron em Choju Sentai Liveman (1988).
O ator Ryosuke Umizu, que na época respondia pelo nome de Ryosuke Kaizu, fez uma participação simples em 1 episódio aqui. Mas ele já tinha feito uma participação em 1 episódio de Flashman e já tinha interpretado o Red Mask Takeu em Maskman.
E o hoje falecido ator Rikiya Iwaki, que aqui fez uma participação simples, já tinha feito personagens menores em Denziman, San Barukan, Dynaman e Bioman e também já tinha interpretado o profeta Zel em Changeman.
Mais informações sobre Fiveman? Lá vai:


E dê uma clicada aí do lado em ‘produções japonesas’ que você acha posts sobre Bioman, Changeman, Denziman, Dynaman, Flashman, Goggle Five, Jaspion, Jiban, Liveman, Maskman, San Barukan, Sharivan, Spielvan e Turboranger.
ATENÇÃO: esse post é inédito! Não consta na Bússola do Terror!
Até a próxima!

segunda-feira, 10 de maio de 2021

CHRISTOPH CLARK

O francês Christoph Clark (também creditado algumas vezes como Silvio Bello, Chris Christopher, Gilbert Grosso, Kriss Klark e Jean Ramatuelle), que já chegou à casa dos 60, é um veterano do meio pornô, atuando na área como ator e diretor desde 1980.
Mas, curiosamente, foram poucos os filmes de terror pornô em que ele se envolveu ao longo das décadas.
Em 1987, o Christoph apareceu em The Devil in Mr. Holmes, uma das várias continuações do clássico do mesmo subgênero O Diabo na Carne de Miss Jones (1973).
E em 1996, ele foi visto em Fantasmi al Castello. Mas nesse caso, a gente não tem exatamente certeza se se trata de um filme de terror pornô...
Acontece que, sim, a história se passa num castelo onde, até 2ª ordem, existem fenômenos sobrenaturais se manifestando. Mas o final do filme deixa em aberto se os fenômenos eram reais ou se era um cara lá que tava fazendo isso pra impressionar as pessoas que tavam no castelo.
Bom, é um filme do Joe D’Amato. E como a gente sabe, filmes dele, principalmente os que envolvem elementos de terror, não costumam mostram histórias com muita coerência.rsrsrs Se alguém não entendeu direito o que eu quis dizer, dê uma olhada em Antropophagus, Noites Eróticas dos Mortos-Vivos (ambos de 1980), Porno Holocaust e Rosso Sangue (ambos de 1981).
E outro filme em que o Christoph apareceu que eu já indiquei aqui foi O Marquês de Sade (1994).
Mais informações sobre o ator? Lá vai:


E dê uma clicada aí do lado em ‘produções italianas’ que você acha posts sobre Antropophagus, Noites Eróticas dos Mortos-Vivos, O Marquês de Sade, Porno Holocaust e Rosso Sangue.
Até a próxima!

domingo, 9 de maio de 2021

BANDH DARWAZA

título original: Bandh Darwaza
título brasileiro: inexistente (inédito no Brasil)
ano de lançamento: 1990
país: Índia
elenco principal: Anirudh Agarwal, Hashmat Khan, Manjeet Kullar
direção: Shyam Ramsay e Tulsi Ramsay
roteiro: Dev Kishan e Shyam Ramsay

Numa região florestal e montanhosa da Índia, fica um palácio em ruínas chamado Kali Pahadi, onde se reúnem vários praticantes de magia negra pra servir ao seu mestre, o demônio Nevla. E eles fazem de tudo pra proteger esse monstro e manter ele fora do alcance dos inimigos, mesmo sabendo que ele sempre mata os traidores e os que falham nas missões.
Essa criatura se dedica eternamente e tentar levar mais e mais pessoas pra se tornarem novos magos do clã de Kali Pahadi.
Enquanto isso, nas mansões das famílias ricas que rodeiam aquela floresta, segue um triângulo amoroso entre o jovem herdeiro Kumar, sua noiva Sapna e uma garota mimada chamada Kamya, que quer separar o Kumar da Sapna e pegar ele pra ela a qualquer preço.
O que a Kamya nem desconfia é que ela foi gerada através de um pacto que a mãe dela fez com o Nevla. E agora o demônio quer levar ela pra Kali Pahadi pra transformar a garota numa maga a serviço dele.
Mas se engana quem pensa que a Kamya vai ser uma vítima sofredora nas mãos do Nevla: ela vai é aproveitar a oportunidade e tentar usar a magia do demônio pra conquistar o Kumar.

Bandh Darwaza pode ser classificado como uma mistura de terror e aventura. Mas conta com alguns toques simples de comédia, principalmente no início, protagonizados pelo mordomo Gopi (curiosamente, esse personagem simplesmente some depois de umas poucas cenas).
Vemos logo de cara que, embora o vilão principal seja mencionado pelos demais personagens como um “demônio” durante todo o filme, ele tem claramente a imagem e o comportamento do vampiro clássico dos filmes hollywoodianos.
Por falar em produções norte-americanas, Bandh Darwaza tem várias cenas em que, ao fundo, podemos ouvir os temas de Sexta-Feira 13 (1980), como o famoso “ki-ki-ki-ki-ki... ma-ma-ma-ma-ma...”.
Levando em conta que a história gira em torno de um palácio em ruínas e inclui uma maldição sobrenatural e uma criatura de aparência bizarra, podemos dizer que existe um certo ar gótico.
O filme também apresenta alguns erros de continuidade (como partes gravadas de dia e partes gravadas de noite mostradas alternadamente na mesma cena) e personagens chegando a conclusões idiotas (como uma cena em que o Kumar chega a uma sala cheia de tochas que acabaram de ser acesas e comenta: “Parece que ninguém vem aqui há muitos anos!”).
Talvez o roteiro de Bandh Darwaza funcionasse melhor numa série do que num filme, já que o desenvolvimento da história é muito cheio de altos e baixos. E o filme tem nada menos que 2 horas e meia de duração.
Então, sim: esse filme tem várias falhas. Mas, descontando isso, é um filme de terror regular do subgênero ‘sobrenatural’. E também deve agradar aos fãs de aventura, já que tem várias cenas de luta e perseguição.
Mais informações sobre Bandh Darwaza? Lá vai:


E dê uma clicada aí do lado em ‘slashers’ que você acha um post sobre Sexta-Feira 13.
Até a próxima!

sábado, 8 de maio de 2021

EDUARDO VICTORIA

O mexicano Eduardo Victoria é basicamente um ator de televisão, com poucos trabalhos cinematográficos no currículo. E entre esses, só 1 foi um filme de terror: O Último Guardião do Apocalipse (2007).
É um daqueles filmes de seitas satânicas em que alguém quer exterminar os ‘escolhidos’ de Jeová e, depois disso, trazer o apocalipse e permitir que o diabo reine sobre o Mundo...
Bom, eu, particularmente, não gosto de filmes de terror com essa temática. Como sou mais chegado em monster movies, se for pra fazer uma história sobre demônios, me agrada mais quando os heróis da história têm que lutar contra um demônio materializado (ou quase materializado), como em Equinox (1970), O Senhor das Trevas (1986), O Portão (1987), A Abominável Criatura e A Vingança do Diabo (ambos de 1988).
Acho que quando o filme apela pra seitas secretas (satânicas ou não) a história acaba ficando sempre tão confusa que nem os próprios diretores e roteiristas do filme entendem. E quando, depois, eles tentam explicar a história do filme em entrevistas, acabam complicando o troço mais ainda!rs Mas tem quem goste, né?
Mais informações sobre o Eduardo? Lá vai:


E dê uma clicada aí do lado em ‘seres sobrenaturais’ que você acha posts sobre A Abominável Criatura, A Vingança do Diabo, Equinox, O Senhor das Trevas e O Portão.
Até a próxima!

sexta-feira, 7 de maio de 2021

O MARQUÊS DE SADE

título original: Marquis de Sade
título brasileiro: O Marquês de Sade
ano de lançamento: 1994
país: Itália
elenco principal: Mike Foster, Rocco Siffredi, Rosa Caracciolo
direção e roteiro: Franco Lo Cascio (creditado aqui como Luca Damiano) e Joe D’Amato

O Marquês de Sade foi preso e condenado à morte devido a ter participado de várias práticas sexuais proibidas no século XVIII.
E no dia da execução, enquanto aguarda que o carrasco venha buscar ele na cela, fica se lembrando das situações que levaram ele até ali...

Com certeza, quando se menciona um filme pornô sobre o Marquês de Sade, muita gente deve ficar até com medo de ver, né? Afinal, tamos falando aqui do homem que foi considerado um dos maiores pervertidos sexuais da História da Europa! Ou seja: alguns vão pensar que esse filme tem coisas que chocam até o Eduardo Costa e o Leonardo.
Ainda mais levando em conta que o filme foi dirigido pelo Joe D’Amato e protagonizado pelo Rocco Siffredi (nomes mencionados entre o 1º escalão da pornografia italiana)!
Mas tem realmente cenas tão sexualmente chocantes nesse filme? Bom, depende de quem tá vendo: se você é uma pessoa que nunca viu um filme pornô, com certeza você vai se chocar com algumas cenas do Marquês de Sade; mas se você tem o hábito de ver, você vai achar que esse filme é o comum de se ver nesse gênero.
A cena mais ‘pesada’ aqui mostra o personagem-título dando uma mijada na cara de uma prostituta antes de transar com ela. No resto, não há nada aqui que não se veja em qualquer outro filme pornô mediano.
O Marquês de Sade é um filme que vai agradar a qualquer fã comum de pornografia hétero. Mas não pense que você vai ver lá coisas absurdas e traumatizantes relacionadas a sexo porque não é nada disso.
Quanto a outros filmes do Joe que eu já indiquei aqui, acho que posso dividir em 3 grupos: os de terror (Antropophagus, de 1980, e Rosso Sangue, de 1981), os pornográficos (Marco Polo: a História que Ainda não foi Contada, de 1994) e os de terror pornô (Noites Eróticas dos Mortos-Vivos, de 1980, e Porno Holocaust, de 1981).
Mais informações sobre O Marquês de Sade? Lá vai:


E dê uma clicada aí do lado em ‘produções italianas’ que você acha posts sobre Antropophagus, Marco Polo, Noites Eróticas dos Mortos-Vivos, Porno Holocaust e Rosso Sangue.
ATENÇÃO: esse post é inédito! Não consta na Bússola do Terror!
Até a próxima!

quinta-feira, 6 de maio de 2021

DINARTE BRANCO

O português Dinarte Branco é um ator principalmente de dramas e romances. E até hoje foi só em 2010 que ele apareceu em produções de terror.
Se trata do telefilme O Dez e também de Making of O Dez, que mostra como o outro filme foi feito.
Mais informações sobre o Dinarte? Lá vai:














ATENÇÃO: esse post é inédito! Não consta na Bússola do Terror!
Até a próxima!