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domingo, 18 de abril de 2021

KAMEN RIDER BLACK RX

título original: Kamen Raida BLACK RX
título brasileiro: Kamen Rider Black RX
ano de lançamento: 1988
país: Japão
elenco principal: Atsuko Takahata, Makoto Sumikawa (creditada aqui como Jun Koyamaki), Tetsuo Kurata
direção: Yoshiaki Kobayashi
roteiro: Junichi Miyashita, Kenichi Araki, Kyoko Sagiyama, Shotaro Ishinomori, Takashi Ezure e Takashi Yamada

No final de 1988, o Japão quase foi destruído pela seita Gorgom. Mas o jovem Issamo Minami, transformado contra a própria vontade por Gorgom no mutante guerreiro Black Kamen Rider, conseguiu destruir a seita e salvar o país.
Entretanto, todos os amigos que ele fez e todas as pessoas mais próximas dele ou morreram ou então se afastaram dele pra sempre na fase final da luta contra Gorgom. E totalmente sozinho, ele pegou a moto dele e partiu sem destino, já que a única coisa que restava fazer agora era procurar um novo lugar no Mundo pra começar uma nova vida.
Isso aconteceu quando o Issamo se aproximou da Família Sahara: eles tinham uma companhia de helicópteros e ofereceram a ele um emprego como piloto, ao mesmo tempo em que quase adotaram ele como um novo membro da família.
Mas a paz acaba quando uma organização extraterrestre, o Império Crisis, se aproxima da Terra em 1993, pretendendo matar todos os humanos e transferir os habitantes do planeta deles pra cá.
O General Jark, comandante da invasão, rapta o Issamo e propõe a ele que se una ao Império Crisis e ajude a realizar os planos deles. Mas como o herói se recusa, ele é mortalmente ferido pelos vilões e lançado ao espaço... Entretanto, a luz do Sol atinge o king stone que se encontra dentro da barriga do Issamo enquanto ele flutua no espaço. E esse fenômeno provoca uma nova metamorfose nele, agora transformando ele em Kamen Rider Black RX, o Filho do Sol.
Com os novos poderes que acabou de adquirir, agora compete a ele defender a Terra dessa nova ameaça.

Numa rara ocasião em que a Toei fez a história de um seriado continuar em outro, ela apresentou ao público Kamen Rider Black RX, que estreou no Japão uma semana depois da exibição do último capítulo de Black Kamen Rider (lançado em 1987), em Outubro de 1988 (embora, como já vimos, a história se passe 5 anos depois).
RX foi o último seriado japonês de aventura dos anos 80 a ser exibido pela extinta Rede Manchete, aparecendo nas telinhas brasucas em 1995 (e vale lembrar que pouco mais de 5 anos antes disso a Manchete tinha virado o grande ponto de encontro de seriados desse tipo no Brasil). E foi também o 2º e (até agora) último kamen rider a ser exibido aqui. Então, de certa forma, RX marca o fim da era dos seriados nipônicos dos anos 80 na TV aberta do Brasil, né?
O ator Tetsuo Kurata, que protagonizou o seriado anterior como o Issamo, volta aqui interpretando o mesmo personagem. Mas o maior link além dele que tentaram fazer entre esse seriado e o outro foi a volta do vilão Shadow Moon. Só que lá ele era um dos vilões principais e aqui ele faz só uma participação especial em poucos episódios. E ele nem muda nada na história.
Tirando isso, tudo aqui é diferente.
Aliás, a maior diferença, que a gente percebe logo de cara ao comparar os 2 seriados, é que RX ficou com um clima muito mais light que Black Kamen Rider...
O Issamo deixou de lado as jaquetas cinzentas que usava quase sempre, passando a se vestir com roupas mais claras; ele passa a sorrir com mais frequência; ele começa a namorar uma fotógrafa chamada Reiko... Enfim, destruíram a imagem do herói fechadão e solitário que ele tinha antes.
Aliás, se antes ele lutava contra Gorgom quase sempre sozinho e foram poucos os episódios em que ele teve algum aliado significativo quando a coisa ficava séria, aqui ele vai formando um grupo de amigos ao longo do seriado pra ajudarem ele na luta contra o Império Crisis (um deles, chamado Jo, passa a ser uma espécie de alívio cômico do seriado, frequentemente fazendo alguma coisinha engraçada em várias cenas em que ele aparece).
E se os vilões que mais se destacaram no seriado anterior foram os 3 fantasmagóricos sacerdotes de Gorgom, cada um vestido com um chador branco igual ao dos outros 2, aqui os vilões são até bem coloridos, cada um vestido com uma roupa de cores e formatos diferentes.
Por que aconteceram essas mudanças? Porque a Toei quis chamar mais a atenção do público infantil, que não tinha dado tanta bola assim pro seriado anterior.
Uma prova disso é que, nessa nova versão, os roteiristas dão um carro-robô ao herói e fazem ele assumir novas aparências quando se transforma, dependendo do sentimento que ele tenha na hora: Robô Rider, o Príncipe da Tristeza, e Bio Rider, o Príncipe da Ira (e a partir daqui, mudanças de aparência do herói principal viraram um clichê entre os seriados seguintes da franquia kamen rider). E a moto dele também muda de aparência de acordo com a aparência que ele assume quando se transforma.
Conclusão: tudo o que eu acabei de mencionar foi lançado como brinquedinho na época, pra alegria da criançada japonesa.rsrs Deu pra entender o motivo de tantas mudanças?
Mas, como os acontecimentos tristes são um clichê da franquia kamen rider, isso também não deixa de existir aqui: no penúltimo episódio, 2 personagens do bem, que apareciam desde o início do seriado, são mortos por um dos vilões principais. E eles morrem mesmo! Não esperem que eles ressuscitem magicamente na última cena nem nada disso.
Quanto ao roteiro em si... Não vou dizer que é ruim, mas deixa algumas situações sem explicação.
Por exemplo, o desaparecimento da Lord Insector, uma das super motos do herói em Black Kamen Rider. Ninguém explica que fim a máquina levou.
Mas a situação que ficou mais contraditória foi já no final do seriado: quando o Mundo inteiro vê que a situação no Japão tá ficando cada vez mais séria devido aos ataques do Império Crisis, os 10 kamen riders que apareceram em todos os seriados anteriores da franquia se juntam pra ajudar o RX a resolver o problema.
Ué! Mas no seriado anterior a situação tinha ficado mais séria do que isso, quando Gorgom matou o herói e depois se apossou do Japão (por um breve período, mas se apossou). Por que os 10 kamen riders mais antigos não apareceram naquela ocasião pra salvar o Japão?
Outra coisa que eu achei meio boba: a cada novo episódio, sempre que os vilões mandam um monstro novo pra lutar contra o RX, eles dizem que aquele é o mais poderoso de todos os monstros do Império Crisis. Cada monstro novo que aparece é “o mais poderoso”? Meio sem sentido, né?
A tradução brasileira também deu algumas pequenas derrapadas...
Por exemplo, o Império Crisis veio do Planeta Kaima. Mas, em alguns episódios, os tradutores se confundiram e chamaram as coisas aí de Planeta Crisis e Império Kaima.rsrs
A atriz Atsuko Takahata, que aqui interpretou a feiticeira perversa Mariebaron, já tinha interpretado outra feiticeira perversa em O Fantástico Jaspion (1985): a Kilza.
O ator Makoto Akatsuka, que aqui interpretou o Shunkichi Sahara, já tinha feito uma participação simples em 1 episódio de Black Kamen Rider, mas como outro personagem.
A atriz Makoto Sumikawa (que na época respondia pelo nome de Jun Koyamaki) aqui interpretou a Reiko, mas já tinha interpretado a Lady Diana em Spielvan (1986) e já tinha feito uma participação simples em Metalder, o Homem-Máquina (1987).
O ator Kenji Ohba fez uma participação aqui no episódio 34. Mas ele já tinha interpretado o guerreiro azul Daigoro em Denshi Sentai Denziman (1980); já tinha protagonizado Space Cop (1982); já tinha voltado em Sharivan, o Guardião do Espaço (1983) como o mesmo personagem de Space Cop transformado em herói recorrente; e já tinha feito uma participação simples em Metalder. E depois ainda faria uma participação simples como um mestre ninja em Jiraiya, o Incrível Ninja (1988) e apareceria no filme Uchu Keiji Gyaban Za Mubi (2012).
O ator Joe Onodera, que aqui interpretou o cozinheiro Goro, já tinha feito uma participação simples em 1 episódio de Machineman (1984).
O ator Kenji Fukuda, que tinha interpretado o Príncipe Ícaro em Esquadrão Relâmpago Changeman (1985), aqui interpretou um fugitivo do Império Crisis que é morto pelos vilões assim que é encontrado.
O ator Yoshinori Okamoto, que aqui fez uma rápida participação aparecendo num táxi, já tinha feito participações simples em Denziman; Taiyo Sentai San Barukan (1981); Goggle Five, os Guerreiros do Espaço (1982); Space Cop; Sharivan; e Shaider, o Detetive do Espaço (1984). E faria mais uma em Jiban (1989). Além de já ter interpretado o robô Shiruba em Chodenshi Bioman (1984), o pirata espacial Buba em Changeman, o herói Deus Titan e o vilão Galdan em ComandoEstelar Flashman (1986), o ninja subterrâneo Oyobu em Defensores da Luz Maskman (1987) e o vilão Ashura em Choju Sentai Liveman (1988).
O ator Toshimichi Takahashi, que aqui interpretou o robô Gatezon, já tinha feito algumas figurações em Denziman, San Barukan e Kagaku Sentai Dynaman (1983), já tinha interpretado o herói Keiso em Sharivan, o General Des-Killer em Goggle Five, o vilão Iki em Jaspion, e o Dr. Bio em Spielvan, um policial no filme de terror Baioserapi (1986), um dos guerreiros que lutaram contra o Akira em Defensores da Luz Maskman (1987) e o Sacerdote Baraom em Black Kamen Rider.
E o ator Eichi Kikuchi, que aqui interpretou um cientista que foi assassinado por Crisis, já tinha interpretado o Professor Igana em Goggle Five e o pirata espacial Gasami 1 em Jaspion, além de já ter feito personagens menores em Os Vingadores do Espaço (1966), Spectreman (1971), Lion-Man (1972), Machineman, Spielvan e Jiraiya. E ele ainda faria outra participação simples em Kosoku Sentai Turboranger (1989).
Em 1995, a Saban Entertainment comprou os direitos autorais sobre RX e usou algumas cenas dele como stock footage no seriado Masked Rider, pretendendo repetir o sucesso de Power Rangers (1993).
Só que eles já tinham tentado fazer o mesmo em 1994, quando tinham usado cenas de Shaider; Spielvan; e Metalder como stock footage em VR Troopers. E assim como Troopers, Masked Rider não deu tão certo quanto Power Rangers, sendo tirado do ar sem um último episódio gravado.
Mais informações sobre RX? Lá vai:


E dê uma clicada aí do lado em ‘produções japonesas’ que você acha posts sobre Baioserapi, Bioman, Black Kamen Rider, Changeman, Denziman, Dynaman, Flashman, Goggle Five, Jaspion, Jiban, Lion-Man, Jiraiya, Liveman, Machineman, Maskman, Metalder, Os Vingadores do Espaço, San Barukan, Shaider, Sharivan, Space Cop, Spectreman, Spielvan, Turboranger e Uchu Keiji Gyaban Za Mubi.
ATENÇÃO: esse post é inédito! Não consta na Bússola do Terror!
Até a próxima!

domingo, 11 de abril de 2021

BLACK KAMEN RIDER / BLACKMAN

título original: Kamen Raida BLACK
títulos brasileiros: Black Kamen Rider / Blackman
ano de lançamento: 1987
país: Japão
elenco principal: Akemi Inoue, Takahito Horiuchi, Tetsuo Kurata
direção: Yoshiaki Kobayashi
roteiro: Noboru Sugimura e Shozo Uehara

Em 1968, nasceram ao mesmo tempo 2 meninos, chamados Issamo Minami e Nobuhiko Akizuki. E como os pais do Issamo morreram quando ele tinha 3 anos, o pai do Nobuhiko, que era amigo deles, adotou o menino.
Os 2 viveram felizes e em paz até o dia em que completaram 19 anos...
Coisas muito estranhas aconteceram na festa de aniversário deles. E terminada a comemoração, eles foram procurar o pai pra conversar sobre o assunto. Mas foram raptados por 3 figuras fantasmagóricas.
É assim que eles descobrem que uma seita chamada Gorgom, governada por um abstrato ser extraterrestre conhecido como Grande Rei, tá a ponto de dominar o Japão. E mais: o pai dos rapazes é um membro dessa seita! E vendo que não há como deter o avanço de Gorgom, o coroa permitiu que aquelas 3 criaturas, os sacerdotes de Gorgom, raptassem os 2 rapazes e submetessem eles a uma cirurgia mutante, pra que eles pudessem pelo menos ocupar o alto escalão da seita e se tornar sucessores do Grande Rei.
Depois que a cirurgia já começou, o homem se arrepende e tenta impedir que a coisa siga em frente, conseguindo libertar pelo menos o Issamo, que foge correndo sem destino, sendo perseguido pelos sacerdotes.
Nesse instante, as modificações que a cirurgia fez no corpo do Issamo fazem com que ele entre numa espécie de metamorfose, assumindo a aparência mutante que Gorgom já esperava que ele passasse a ter. E agora com o nome de guerra de Black Kamen Rider, ele bota os sacerdotes pra correr e dá início à nova razão da vida dele: destruir Gorgom e resgatar o Nobuhiko.

Há exatamente 50 anos, em 1971, a Toei Company lançou um seriado chamado simplesmente Kamen Raida, que mostrava basicamente o que o público japonês gosta de ver em seriados de aventura: um herói de aparência relativamente metálica lutando contra um monstro diferente a cada capítulo e salvando o Japão (ou mesmo o Mundo) no final.
Como foi uma coisa relativamente diferente dos seriados japoneses da mesma época por apresentar um herói de tamanho humano em vez de um costumeiro herói gigante, Kamen Raida fez bastante sucesso entre o público nipônico. Tanto que esse seriado se manteve no ar até 1973, totalizando nada menos que 98 episódios (coisa realmente raríssima de se ver)!
Já que o resultado foi tão bom, é evidente que a Toei foi lançando nos anos seguintes outros seriados que seguiam os passos de Kamen Raida. E como o herói lá de 1971 tinha uma personalidade mais melancólica, tinha uma aparência mais insetoide, usava sempre uma moto como o veículo principal dele e tinha um desenvolvimento de história mais dramático, todos os heróis principais da franquia vistos nos anos seguintes tiveram características no mínimo parecidas com essas.
E foi assim que a coisa acabou chegando a Kamen Raida BLACK, o seriado da franquia lançado em 1987.
Lançado no Brasil pela extinta Rede Manchete, o seriado era anunciado como Blackman durante os intervalos comerciais da emissora. Mas, na própria abertura do seriado, o narrador apresentava o programa como Black Kamen Rider.
1987 foi um ano em que a Toei apostou mais em seriados que terminavam de forma dramática. Se a gente se lembrar dos últimos episódios de Defensores da Luz Maskman e Metalder, o Homem-Máquina (lançados naquele mesmo ano), dá pra ver que os heróis ali terminaram seguindo a vida do jeito que deu, mas ninguém terminou propriamente feliz, certo? E Black Kamen Rider seguiu essa onda melancólica da Toei de 1987. Só que não foi só a conclusão da história que teve um ar mais sério e triste, mas sim o seriado todo. Afinal, como eu já disse lá em cima, esse é o clima comum dos kamen riders.
Ao contrário de outros seriados japoneses de aventura, em que quase sempre a última cena de cada episódio mostra um dos heróis fazendo alguma palhaçada, aqui é mais comum o episódio se encerrar com o Issamo olhando pra frente de forma dura e pensativa. E o próprio ritmo musical da trilha sonora do seriado é explicitamente mais triste.
Enfim, pode se dizer que Black Kamen Rider é uma tragédia de aventura.
Pra quem tá acostumado a ver só metal heroes e sentais (que têm muito mais cenas de humor), talvez isso destoe um pouco dessas outras franquias. Mas é que a gente não tá acostumado mesmo a ver kamen riders em terras brasucas. De todas as franquias de seriados japoneses de aventura, os kamen riders talvez tenham sido a menos vista no Brasil: contando com Black Kamen Rider, só 2 kamen riders foram exibidos aqui na TV aberta. E vocês vão ver um post sobre o outro daqui a poucos dias...
Ainda em 1987, houve também um episódio de Black Kamen Rider feito pro cinema e com temática de terror. Mas não foi exibido no Brasil junto com o resto do seriado. Inclusive, o ator Akira Ishihama que já tinha aparecido em Comando Estelar Flashman (1986) e ainda apareceria em Jiban (1989), participou desse episódio.
Em 2020, a Rede Bandeirantes tinha planos de reprisar os episódios de Black Kamen Rider aos domingos de manhã, como já tinha feito com Esquadrão Relâmpago Changeman, O Fantástico Jaspion (ambos de 1985) e Jiraiya, o Incrível Ninja (1988). Mas o dublador Élcio Sodré, que fez a voz do Issamo na dublagem brasileira, fez uma reclamação devido aos direitos autorais envolvendo o uso da voz dele. E isso mexeu em questões burocráticas que acabaram obrigando a Band a tirar o seriado do ar logo depois que começou. Só os 2 primeiros episódios chegaram a ser reprisados.
O ator Jun Yoshida, que aqui interpretou o vilão Taurus, já tinha interpretado a Sacerdotisa Paú em Shaider, o Detetive do Espaço (1984); já tinha interpretado o disfarce humano de um robô guerreiro em Spielvan (1986); e depois faria uma participação simples em Jiban.
O ator Susumu Kurobe, que tinha protagonizado o seriado Ultraman (1966) como o herói Shin Hayata, aqui interpretou o vilão Hidetomi Kuromatsu.
O ator Ryosuke Sakamoto, que tinha protagonizado Chodenshi Bioman (1984) como o guerreiro vermelho Shiro, fez uma participação no 7º episódio aqui.
O ator Joji Nakata, que tinha interpretado o vilão Kaura em Flashman e depois interpretaria o vilão principal Biasu em Choju Sentai Liveman (1988), aqui interpretou um vilão redimido que abandonou Gorgom.
O ator Yutaka Hirose, que aqui fez uma participação simples em 1 episódio, já tinha feito várias pontas em Bioman, em Changeman e em Jaspion. Ele também já tinha interpretado o vilão Wandar em Flashman e mais tarde interpretaria o vilão Kemp em Liveman.
O ator Toshimichi Takahashi, que aqui interpretou o Sacerdote Baraom, já tinha feito algumas figurações em Denshi Sentai Denziman (1980), Taiyo Sentai San Barukan (1981) e Kagaku Sentai Dynaman, já tinha interpretado o General Des-Killer em Goggle Five, os Guerreiros do Espaço (1982); o herói Keiso em Sharivan, o Guardião do Espaço (ambos de 1983); o vilão Iki em Jaspion, e o Dr. Bio em Spielvan, um policial no filme de terror Baioserapi (1986) e um dos guerreiros que lutaram contra o Akira em Maskman.
O ator Koji Unogi, que aqui interpretou a aparência humana de um dos monstros mutantes de Gorgom, já tinha interpretado o guerreiro azul Yosuke em Dynaman, já tinha aparecido em 1 episódio de Flashman como o policial Hiroshi Tachibana e já tinha interpretado o monstro Hedogross Jr. em Metalder.
A apresentadora de TV francesa Dorothée, que apareceria em 2 episódios de Jiraiya interpretando a ninja francesa Catarina e também em 1 episódio de Liveman interpretando uma cientista sobrevivente da Ilha Academy, também apareceu aqui como uma francesa fazendo compras numa loja de Tókyo.
O hoje falecido ator Masashi Ishibashi, que aqui interpretou um mestre carateca em 1 episódio, já tinha feito participações simples em Space Cop (1982) e Shaider e já tinha interpretado o vilão Ka em Dynaman. E ele reapareceria como o vilão Raida em Kosoku Sentai Turboranger (1989).
Esse mês, a Toei anunciou que pretende lançar um reboot de Black Kamen Rider em 2022. Mas as informações sobre isso até agora foram muito vagas. Então, vamos ficar de olho pra ver as novidades que aparecerem daqui pra frente.
Mais informações sobre o seriado? Lá vai:


E dê uma clicada aí do lado em ‘produções japonesas’ que você acha posts sobre Baioserapi, Bioman, Changeman, Denziman, Dynaman, Flashman, Goggle Five, Jaspion, Jiban, Jiraiya, Liveman, Maskman, Metalder, San Barukan, Shaider, Space Cop, Spielvan, Turboranger e Ultraman.
ATENÇÃO: esse post é inédito! Não consta na Bússola do Terror!
Até a próxima!