quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

CHAD MICHAEL MURRAY

O nova-iorquino Chad Michael Murray é um ator basicamente de dramas e comédias comuns. Mas ele também já teve algumas poucas participações na área do terror.
Em 2005, ele protagonizou o slasher A Casa de Cera.
Aliás, acho que esse filme conseguiu, até um certo ponto, recuperar o clima dos slashers dos anos 80: um grupo de pós-adolescentes presos num lugar isolado e sendo perseguidos e mortos por um cara deformado, que cobre o rosto com uma máscara e que enlouqueceu devido à forma como foi criado na infância.
Em 2013, o Chad apareceu no filme Evocando Espíritos 2.
Em 2015, ele foi visto em 1 capítulo do seriado de terror Scream Queens.
E em 2018, o Chad protagonizou o filme Camp Cold Brook.
Clique aqui pra ver mais informações sobre o ator:


Até a próxima!

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

CHAD DONOVAN

Até 2014, quando não apareceu mais, o ohioano Chad Donovan (também creditado algumas vezes como Aaron West) manteve uma longa carreira como ator e diretor de filmes pornô. Mas na área do terror a única produção em que ele se envolveu até hoje foi o filme Moan (1999).
Bom, na verdade, esse filme é muito mais um policial do que um filme de terror. Inclusive, na última cena, os vilões são presos por um policial.
Mas ele tá classificado no IMDB como “horror”. E além disso, não podemos negar que Moan tem realmente algumas características superficiais dos slashers, como um assassino mascarado.
Mas atenção: eu disse algumas características SUPERFICIAIS, certo? Não esperem ver muita coisa nesse sentido.rs
Em relação às cenas de violência, como acho que já tá claro, elas lembram mais as cenas de assassinato de um filme de suspense ou policial (um cara é drogado e jogado numa piscina pra morrer afogado e coisas desse tipo).
Em termos, Moan lembra até mais um giallo do que um slasher.
Bom, clique aqui pra ver mais informações sobre o Chad:


Até a próxima!

domingo, 24 de fevereiro de 2019

BUSTER GOOD

O californiano Buster Good (também creditado algumas vezes como Richard Kline) apareceu entre 2003 e 2013, quando ele parece ter deixado a carreira, em várias produções pornô.
E 2 desses filmes, ambos lançados em 2006, foram filmes de terror pornô.
Em GrubGirl, o personagem do Buster é um cara que tá andando sozinho de madrugada por uma rua completamente deserta, até que ele vê, num beco escuro, o que parece ser uma prostituta fazendo ponto. E na escuridão, ele não percebe que ela é um zumbi...
Ele acaba pagando a ela pra dar uma rapidinha, só no sexo oral. Mas como parece que ele curte sadomasoquismo, ele queima a garota com a ponta do cigarro. E ela, furiosa, arranca o pênis dele com uma mordida e depois despedaça a barriga dele a dentadas!
E Porn of the Dead, filme que conta 5 histórias separadas de terror/pornografia, um dos 5 segmentos mostra uma equipe de produções pornô que decidiu gravar um novo filme num cemitério. Só que a agitação acaba acordando 2 zumbis, que atacam, matam e comem todo o pessoal da equipe.
Um dos zumbis foi interpretado pelo Buster.
Bom, clique aqui pra ver mais informações sobre o ator:


Até a próxima!

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

VIAGEM RUMO AO INFINITO

título original: Destination Inner Space
título brasileiro: Viagem Rumo ao Infinito
ano de lançamento: 1966
país: Estados Unidos
elenco principal: Mike Road, Scott Brady, Wende Wagner
direção: Francis D. Lyon
roteiro: Arthur C. Pierce

Depois que um estranho veículo não identificado ancora no fundo do Mar perto de um laboratório subaquático, um pequeno grupo de pessoas que se encontram ali nadam até ele pra ver do que se trata. E concluem que é um veículo extraterrestre!
Lá dentro, eles encontram várias cápsulas que não conseguem entender o que são, decidindo levar uma delas até o laboratório pra ser analisada. Mas, pouco depois, a cápsula revela ser uma espécie de ovo. E depois de inchar, ela se quebra, liberando um monstro que se encontrava lá dentro!
A criatura mata todos os humanos que consegue, destrói a tubulação de ar do laboratório e depois sai e fica nadando ao redor do laboratório, impedindo que os ocupantes saiam e escapem.
Liderados pelo Comandante Wayne, os ocupantes do laboratório vão ter que dar um jeito de fugir dali antes que o ar acabe, se livrar do monstro e destruir a nave extraterrestre antes que os outros ovos choquem e liberem um exército de outras criaturas da mesma espécie.

 coisa que eu posso dizer sobre Viagem Rumo ao Infinito é que se trata de um filme completamente desconjuntado.
Antes de mais nada, porque não tem ritmo: tem partes importantes da história que são abordadas superficialmente, enquanto outros detalhes bem menos importantes são tratados com muito destaque. Aliás, posso dizer que a 1ª metade do filme não mostra muito mais do que blá-blá-blá. A ação mesmo só começa do meio pra frente.
O próprio tempo de duração de algumas cenas se prolonga muito mais do que deveria (mas aí, acho que quiseram simplesmente encher linguiça).
Sobre a origem do monstro, a única coisa que fica clara é que se trata de um ser extraterrestre, racional (apesar de não saber falar) e que parece ter bastante consciência da forma como os humanos vivem e se comportam. Mas nunca se explica por que ele veio à Terra e o que ele quer aqui.
Alguns personagens levantam a suposição de que ele e os outros que tão pra nascer são os únicos sobreviventes de uma espécie que fugiu pra Terra tentando se salvar. Mas o comportamento do alien parece mais o de um invasor tentando matar os ocupantes de um território e se apossar dele.
Como seja, uma coisa que aparece aqui e de que a gente costuma sentir falta em filmes do mesmo tipo são cenas subaquáticas do monstro: assim como acontece no Monstro da Lagoa Negra (1954), aqui a criatura aparece nadando várias vezes, enquanto até em alguns filmes mais novos do que Viagem Rumo ao Infinito e que também têm monstros aquáticos não há cenas mostrando a locomoção subaquática dessas criaturas.
Bom, descontando essas falhas, esse é um bom filme de terror light. Até porque as cenas de violência são extremamente suavizadas. Inclusive, esse filme já passou na Sessão da Tarde e, até onde eu me lembro, nem teve nenhuma cena cortada.
Clique aqui pra ver mais informações sobre Viagem Rumo ao Infinito:


E dê uma clicada aí do lado em ‘séries cinematográficas’ que você acha um post sobre O Monstro da Lagoa Negra.
Até a próxima!

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

BRICK MAJORS

Em 2006, o nova-iorquino Brick Majors deixou a carreira pornô depois de muitos anos trabalhando na área. E os filmes de terror pornô em que ele apareceu foram poucos.
Em 1995, ele teve em Latex.
Em 1999, o Brick foi visto em Succubus: Skin XVII.
No ano seguinte, ele participou de Terror from the Clit 2.
E em 2001, o Brick apareceu em Hungry.
Bom, clique no link abaixo pra ver mais informações sobre o ator:








ATENÇÃO: esse post é inédito! Não consta na Bússola do Terror!
Até a próxima!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

ULTRAMAN

título original: Urutoraman - Kuso Tokusatsu Shirizu
título brasileiro: Ultraman
ano de lançamento: 1966
país: Japão
elenco principal: Akiji Kobayashi, Masanari Nihei, Susumu Kurobe
direção: Hajime Tsuburaya
roteiro: Mamoru Sasaki

“Qual é o herói que vem à sua mente quando alguém menciona o Japão?”

Faça essa pergunta a qualquer brasileiro que foi criança ou adolescente no final dos anos 80 e eu posso afirmar com certeza quase absoluta que a resposta vai ser “Jaspion!” ou “Os Changeman!”.
Entretanto, se você fizer a mesmíssima pergunta a qualquer brasileiro que foi criança ou adolescente até a virada dos anos 70 pros 80, a resposta deve ser “Ultraman!” ou “Spectreman!”.
Pois é. Esses 2 heróis se tornaram mitos japoneses no Ocidente nos anos 70. E dessa vez vamos dar uma olhada no Ultraman.
Esse herói robótico gigante japonês apareceu pela 1ª vez na TV Japonesa no seriado homônimo de 1966, pra ajudar a “patrulha científica” (como foi chamada no Brasil a sociedade secreta da vez instalada em Tókyo) a defender a Terra de uma manada de monstros bizarros.
Aliás, embora o seriado não contasse com um vilão fixo, temos que admitir que eles eram bem criativos em relação a inventar monstros pra lutar contra os heróis: tinham monstros pré-históricos, monstros subterrâneos, monstros mutantes... Mas a maioria dos vilões eram mesmo monstros espaciais. E todos eram gigantes ou ficavam em tamanho gigante em algum momento do capítulo, pra lutar contra o Ultraman e espalhar pedaços de borracha, isopor, papelão, plástico... ou melhor, dos prédios de Tókyo pra tudo quanto era lado.rsrs
Vale lembrar que Ultraman pretendia ser o 1º seriado colorido da TV Japonesa. Mas foi desbancado pelos Vingadores do Espaço, que estreou apenas 6 dias antes dele.
A partir do ano seguinte até hoje (pois é: 53 anos!), em quase todos os anos, foi lançado um seriado novo que ‘continuava’ a história de Ultraman.
Eu escrevi entre aspas porque essas continuações não são continuações num sentido exato. Elas seguem, sim, uma cronologia. E fazem parte da mesma franquia produzida pela mesma empresa. Mas você não deixa de entender um desses seriados porque não viu os outros. Funcionam mais como seriados separados dentro da mesma franquia.
Mas poucos foram exibidos na TV aberta do Brasil.
Bom, quem curte produções de aventura e ficção científica (passando longe dos efeitos especiais de hoje, evidentemente), com certeza vai gostar de Ultraman.
Clique aqui pra ver mais informações sobre o seriado:


E dê uma clicada aí do lado em ‘produções japonesas’ que você acha um post sobre Os Vingadores do Espaço.
Até a próxima!

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

BRANDON IRON

O canadense Brandon Iron (também creditado algumas vezes como Alex James Hidell) é conhecido no meio pornô pelos filmes mais ‘brabos’ de que ele já participou, com muito palavrão pesado, muito tapa na cara de verdade na atriz pornô que tá transando com ele na hora e tal.
Mas, quanto aos filmes de terror pornô, ele já apareceu em 5 até hoje: Les Vampyres 1, Les Vampyres 2, On the Prowl e Terrors from the Clit 2 (todos de 2000) e Pirate Video Episode 12: The Perversions of the Damned (2001).
Bom, clique no link abaixo pra ver mais informações sobre o Brandon:







Até a próxima!

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

STING OF DEATH

título original: Sting of Death
título brasileiro: inexistente (inédito no Brasil)
ano de lançamento: 1966
país: Estados Unidos
elenco principal: Joe Morrison, John Vella, Valerie Hawkins
direção: William Grefé
roteiro: William Kerwin (creditado aqui como Al Dempsey)

Um biólogo especialista em caravelas chamado Richardson faz várias experiências na casa dele, às margens de um rio da Flórida, junto com outro cientista chamado John e um assistente chamado Egon.
A filha dele, chamada Karen, chega ali pra passar as férias com 4 amigas. E pouco depois, um bando de adolescentes rebeldes encostam o barco deles perto da casa e começam a fazer bullying com o Egon, já que ele tem um lado do rosto meio deformado.
Ele foge dali envergonhado e furioso. E pouco depois, um homem-caravela aparece ali e ataca algumas das pessoas ao lado da piscina, fazendo também com que caravelas normais vão boiando até o barco dos adolescentes rebeldes e matem todos eles queimados.
A partir daí, a fúria do monstro vai aumentar cada vez mais, fazendo uma vítima depois da outra...

Fazer um filme de terror sério sobre um homem-caravela sem cair no ridículo é algo quase impossível, é claro. E foi impossível pra esse aqui.rs
Sim: como era de se esperar, Sting of Death acabou virando uma comédia involuntária.
A criatura parece um monstro da 1ª temporada de Power Rangers (1993). Dá a impressão de que, a qualquer momento, a Rita Repulsa vai jogar o cetro mágico pra fazer o monstro crescer.rsrs
Mas o problema não é só o monstro. Aliás, ele aparece inteiro até em poucas cenas e todas já no final.
O filme tem uma série de situações bobas ou simplesmente mal aproveitadas.
Logo no início, tem um xerife que tá investigando o caso de pessoas que desaparecem naquele rio e depois reaparecem mortas e sem sangue... Só que o xerife simplesmente não aparece mais depois dessa cena.
Na parte do ataque na piscina, tem umas 20 pessoas numa festa ao redor da tal piscina e simplesmente ninguém vê quando o monstro vem andando (pois é, ele chega ali simplesmente andando numa boa!), entra na água e fica ‘escondido’ lá embaixo até fazer a 1ª vítima.
As caravelas que ele controla aparentemente através de telepatia são escancaradamente feitas de plástico. Aliás, parecem mais um monte de papéis de bombom boiando na água e grudados um no outro. Acho que foi a coisa mais mal feita do filme.
As amigas da Karen são só figurantes: não fazem absolutamente nada na história e tão lá só pra serem pegas pelo monstro.
Aliás, não deixaram faltar a clássica cena em que a mocinha vai dar um passeio sozinha por um lugar deserto e afastado e acaba sendo morta pelo monstro. E é uma das 4 patricinhas que protagoniza essa cena.
Outra delas é morta pelo monstro no chuveiro... Tentativa de imitar Psicose (1960)?
Bom, também tem uma certa falta de lógica em relação a tempo e espaço: o monstro aparece num lugar e, uns 2 minutos depois, aparece em outro afastado dali.
Não esperem nenhuma surpresa em relação à identidade do monstro: antes do filme chegar no meio já é mostrado escancaradamente que ele é o Egon transformado, depois de ter roubado algumas substâncias do laboratório do Richardson e usado nele mesmo.
E por fim, as cenas do final ficaram simples demais e sem explicação em alguns pontos.
Como vocês veem, Sting of Death é um filme mais pra quem gosta de comédias involuntárias mesmo. Se você só gosta de superproduções, esse aqui com certeza não é pra você.
Bom, clique aqui pra ver mais informações sobre o filme:


ATENÇÃO: esse post é inédito! Não consta na Bússola do Terror!
Até a próxima!

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

BRADLEY COOPER

O pensilvaniano Bradley Cooper já apareceu em vários gêneros diferentes de filmes. Principalmente em dramas e comédias. Mas os filmes de terror que contaram com a participação dele foram poucos até hoje.
A estreia dele na área foi em 2002, quando ele apareceu no filme O Olho que Tudo Vê.
Em 2008, o Bradley protagonizou O Último Trem.
No ano seguinte, ele foi visto em Caso 39.
E em 2016, o Bradley teve em Rua Cloverfield - 10.
Bom, clique no link abaixo pra ver mais informações sobre o ator:









ATENÇÃO: esse post é inédito! Não consta na Bússola do Terror!
Até a próxima!

sábado, 9 de fevereiro de 2019

OS VINGADORES DO ESPAÇO

título original: Maguma Taishi
título brasileiro: Os Vingadores do Espaço
ano de lançamento: 1966
país: Japão
elenco principal: Masumi Okada, Tetsuya Uosumi, Toru Ohira
direção: Hidehito Ueda
roteiro: Osamu Tezuka

Depois de conquistar vários planetas, um vilão espacial chamado Goa decide se apossar da Terra. E assim, comunica os planos dele a um repórter chamado Atsushi, exigindo que ele propague a informação.
Durante a aparição do alien, o filho do Atsushi, chamado Mamoru, tira uma foto do invasor.
Horas depois, um jato de ouro se aproxima da casa da família e se transforma num robô gigante chamado Maguma. E diz ao Mamoru que precisa da foto que ele tirou do Goa pra poder analisar ela. E ainda convida o menino pra ir com ele até onde ele mora.
O Mamoru vai. E descobre que o Maguma é uma criação do velho mago Asu, que também criou uma robô de prata chamada Moru. E eles vieram de outro planeta pra defender a Terra da invasão do Goa.
O Maguma e a Moru se afeiçoam ao Mamoru. E pedem ao Asu pra criar um robô infantil que se assemelhe ao menino, pra que eles possam tratar como um filho. E assim, o velho cria o pequeno robô Gamu.
Feito isso, o Asu e seus 3 robôs vão passar a ajudar o Mamoru e o pai dele a enfrentar o vilão Goa.

Ultraman tava previsto pra ser o 1º seriado colorido da TV Japonesa. E assim, a P-Production correu e criou Os Vingadores do Espaço, pra que esse estreasse antes de Ultraman e ficasse com a glória de ser o 1º seriado colorido do Japão.
E conseguiu (por pouco): Os Vingadores do Espaço estreou 6 dias antes de Ultraman!rs
Os Vingadores do Espaço tem cenas de ação e aventura. Mas a história tem um desenrolar mais lento do que a de outros seriados do mesmo tipo: enquanto na maioria dos outros cada capítulo tem um tema diferente que começa e acaba no mesmo capítulo com um monstro que geralmente aparece e morre no mesmo capítulo, aqui o roteiro insiste no mesmo tema geralmente por 4 capítulos seguidos e mostra o mesmo monstro atacando durante esse período.
Em termos de resultados práticos na história, isso acabou fazendo do Goa um dos vilões mais mala-sem-alça que a gente conhece. Ele enche o saco por causa da persistência quase incansável dele nos mesmos planos, já que frequentemente passa um tempo enorme com ele batendo na mesma tecla, usando o mesmo plano pra tentar dominar a Terra, mandando o mesmo monstro lutar contra os heróis...
Pros padrões dos anos 60, até que os monstros não eram tão mal feitos. Mas nada que se compare a uma produção de hoje, evidentemente.
Aliás, muitos efeitos especiais eram desenhos animados simplesmente desenhados na própria película do filme. Mas dava pro gasto.
Quanto à história em si, não há nenhuma grande evolução: do início ao fim não entra nenhum personagem novo, não sai nenhum personagem antigo, não aparece nenhum vilão que não seja o próprio Goa ou outro personagem associado a ele... E algumas coisas também são deixadas sem explicação quando o seriado acaba.
Mas acho que o que causaria mais polêmica nesse seriado nos dias de hoje é que o Atsushi e um amigo dele chamado Kita eram 2 fumantes compulsivos. Em pelo menos metade das cenas em que os 2 apareciam eles tavam fumando um cigarro atrás do outro. Imaginem se hoje isso seria aceito num programa dirigido a menores de 18 anos!
Quanto aos personagens, os heróis são bem armados e dispostos à luta. Mas o vilão, apesar de persistente nos planos dele, não é lá essas coisas. Aliás, ele sempre foge quando tem que enfrentar o Maguma pessoalmente.
Ele é um humanoide gordo, de pele cinza e cabelo black power.
No mais, Os Vingadores do Espaço é igual a qualquer outro seriado japonês com monstros gigantes. Pra fãs desse tipo de programa, é imperdível.
Clique aqui pra ver mais informações sobre o seriado:


Até a próxima!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

BLAKE HARPER

Seguindo atualmente na carreira de enfermagem, o canadense Peter Tiefenbach já atendeu pelo nome de Blake Harper (e às vezes Bud White) até pouco mais de 10 anos atrás, na época em que ainda trabalhava como ator pornô.
E naquele tempo, ele participou de uns poucos filmes de terror pornô...
Em 1999, o Blake apareceu em Moan.
E no ano seguinte, foi a vez de Devil is a Bottom, no qual ele interpretou o diabo.
Aliás, aproveitando o tema do filme, acho interessante lembrar o quanto o Cristianismo sempre associou o sexo com o diabo, né? Na Idade Média, os padres chegavam a ensinar que o diabo tinha um pênis gigante e mandavam fazer estátuas dele com essa aparência só pra fortalecer essa associação.
E ainda hoje, pros cristãos praticantes (sejam eles católicos, evangélicos ou de outra denominação), qualquer manifestação sexual é SEMPRE associada ao mal, exceto a penetração do pênis na vagina entre um homem e uma mulher que sejam casados, e de preferência só com a intenção de ter filhos! Só os não-praticantes é que têm uma visão menos radical dessa situação.
Bom, ainda bem que eu sou pagão, né?rsrs
Clique aqui pra ver mais informações sobre o Blake:


Obs.: Não tenho nada contra quem quer ser cristão por vontade própria. Até porque, como pagão, eu tenho que ser contra o proselitismo. Só estou explicando que TODAS as divisões conservadoras do Cristianismo veem o sexo da forma que eu descrevi acima (embora cada igreja use um vocabulário diferente, a mensagem que TODAS transmitem é a mesma na hora de atacar o sexo).
Até a próxima!

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

OS IMPOSSÍVEIS

título original: The Impossibles
título brasileiro: Os Impossíveis
ano de lançamento: 1966
país: Estados Unidos
produção: Hanna-Barbera Productions

Frankenstein Jr. e Os Impossíveis fazem parte de uma espécie de moda em que a Hanna-Barbera entrou no final dos anos 60: o lançamento de seriados em par.
E esse último conta a história de 3 cantores e guitarristas dos anos 60 que formam o grupo de rock Os Impossíveis. Mas que, pra combater os bandidos que encontram, podem se transformar num trio de heróis com superpoderes chamado também Os Impossíveis.
Embora as identidades deles sejam chamadas de “secretas”, muitas vezes eles aparecem se transformando na frente da própria plateia no lugar onde tão se apresentando.
Talvez essas aparentes contradições na história fossem simplesmente pra fazer graça mesmo, já que o foco desse desenho é visivelmente a comédia, embora ele também seja voltado pra aventura.
Bom, os heróis em questão são O Homem-Mola (capaz de transformar os braços e as pernas em molas inquebráveis), o Homem-Fluido (capaz de se transformar em água e vapor) e o Multi-Homem (capaz de criar várias cópias dele mesmo). Mas o seriado nunca explica como nem por quê eles adquiriram esses poderes. E também não são feitas revelações sobre as vidas pessoais de cada um deles.
A maioria dos inimigos contra os quais eles lutam são basicamente cientistas perversos, embora alguns pareçam muito mais mutantes. Mas fazem muito mais bobagens do que maldades. E as cenas de violência em geral foram bem reduzidas aqui.
Nota-se que Os Impossíveis é voltado pra um público bem mais infantil do que Frankenstein Jr., embora tenha sido lançado em par com ele.
Os capítulos são independentes uns dos outros: se você chegar a ver 1 capítulo só, não deixa de entender a história por causa disso.
Então, posso recomendar Os Impossíveis a quem gosta de comédias de história rasa, voltadas pro público infantil mesmo e com um fundo de aventura.
Outros seriados da Hanna-Barbera que eu já indiquei aqui foram Os Flintstones (1960), Os Jetsons (1962), A Feiticeira Faceira, A Formiga Atômica, A Lula Lelé, O Esquilo sem Grilo, O Xodó da Vovó e Zé Buscapé (todos de 1965).
Bom, clique aqui pra ver mais informações sobre Os Impossíveis:


E clique aí do lado em ‘seriados’ que você acha posts sobre A Feiticeira Faceira, A Formiga Atômica, A Lula Lelé, Frankenstein Jr., O Esquilo sem Grilo, O Xodó da Vovó, Os Flintstones, Os Jetsons e Zé Buscapé.
Até a próxima!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

ANTON MICHAEL

Entre os anos de 2000 e 2010, o australiano Anton Michael (creditado em algumas produções em que trabalhou com o nome de Tony Valentino) fez vários trabalhos como ator pornô. E um deles aparece em alguns sites classificado como “terror light”.
Se trata de Piratas II – A Vingança de Stagnetti (2008).
Bom, como próprio título do filme deixa bem claro, ele é uma continuação de outro, que foi Piratas (2005). E esse, por sua vez, é uma paródia pornô de Piratas do Caribe – A Maldição do Pérola Negra (2003).
Mas enfim: eu ainda não vi Piratas II inteiro. Mas já vi o trailer aí pela Internet. E me pareceu realmente que tem umas pinceladas de terror: tem lá umas lutas de espada que os heróis da história travam contra guerreiros-esqueletos, tem lá um monstro gigante que aparece numa cena... E pelos roteiros que eu li, a história gira em torno de uma espécie de feiticeira pirata que quer ressuscitar o pirata mais perverso que já existiu pra dominar o Mundo. Ou alguma coisa assim.rsrs
Então, pelo menos até onde eu consegui entender, Piratas II é um filme de aventura com pinceladas de terror. E cenas de sexo de verdade, é claro.
Os 2 filmes foram protagonizados pela atriz pornô Jesse Jane.
Bom, clique aqui pra ver mais informações sobre o Anton:


Até a próxima!