domingo, 4 de agosto de 2019

EDUARDO TORNAGHI

O brasileiro Eduardo Tornaghi talvez seja mais lembrado pelo grande público por sua atuação na novela A Gata Comeu (1985), na qual teve o personagem de mais destaque dele na televisão, já que, ao lado da carreira de ator, ele sempre acabou se dedicando mais aos serviços sociais do que ao estrelato.
Mas, 10 anos antes disso, a estreia dele no cinema foi num filme de terror: Enigma Para Demônios (1975).
É um filme sobre uma seita satânica, certamente inspirado nos filmes de terror com esse tema que tavam super na moda nos Estados Unidos no final dos anos 60 e início dos 70 (até por causa das seitas satânicas que tavam aparecendo por lá naquela época na vida real).
Mais informações sobre o Eduardo? Lá vai:


Até a próxima!

sábado, 3 de agosto de 2019

A FERA DAS NEVES / O MONSTRO DA NEVE

título original: Snowbeast
títulos brasileiros: A Fera das Neves / O Monstro da Neve
ano de lançamento: 1977
país: Estados Unidos
elenco principal: Bo Svenson, Robert Logan, Yvette Mimieux
direção: Herb Wallerstein
roteiro: Joseph Stefano

Quando uma esquiadora desaparece nas proximidades de um hotel no alto de uma montanha, o gerente Tony vai até lá em cima procurar a garota. E depois de ouvir um rosnado estranho, ele vê um vulto coberto de pelos brancos se escondendo entre as árvores próximas.
Ele conta o que se passou à avó dele, que é a dona do hotel. Mas a velha decide ocultar o fato, já que uma festividade muito importante pros cofres do hotel vai se passar nos próximos dias e ela não quer perder o público.
Pro azar dela, na noite da festa eles vão ter um convidado inesperado. Um convidado grande, peludo, selvagem e que adora comer carne humana...

Snowbeast foi lançado no Brasil com 2 títulos: O Monstro da Neve quando passava na televisão e A Fera das Neves quando foi lançado em VHS.
Se você nunca viu filmes de terror sobre sasquatches e pretende começar por um simples e despretensioso, esse aqui é uma boa pedida.
É um telefilme sem grandes efeitos especiais, sem cenas de violência explícita e... quase que também podemos dizer, sem monstro!rs
Acontece que a criatura aparece pouquíssimo. Mas pouquíssimo MESMO! A cara do bicho, então, só aparece numa cena de 1 segundo (tô falando sério!) quando o filme já passou do meio e depois volta a aparecer por mais uns poucos segundos na última cena. E o que aparece nem chega a dar medo em ninguém. O bicho parece um esquimó com a cara pintada de preto.
De qualquer forma, A Fera das Neves conta com bons momentos de suspense e até um certo clima de aventura em algumas cenas.
Também dá pra perceber no roteiro várias semelhanças com o roteiro da Fera Assassina (1976).
Mas o que talvez seja mais curioso nesse filme é que ele sugere um triângulo amoroso fechado entre os heróis principais. Algumas cenas que mostram o Tony dão a entender que ele faz o ‘teste do sofá’ com os homens que trabalham pra ele (embora isso seja apenas insinuado de uma forma muito superficial). E não demora a chegar ao hotel a ex-namorada dele, chamada Ellen, que agora tá casada com um ex-campeão de esqui chamado Gar... Bom, a Ellen demonstra que ainda tem um certo interesse pelo Tony em algumas cenas e o Gar foi lá exatamente pra pedir um emprego novo a ele. E o Tony dá um emprego ao Gar, depois de tomar um banho de piscina sozinho com ele, bater um papo a sós com ele só de roupão... Então, parece que entre os 3 ali todo mundo pega todo mundo.
Em 2011, foi lançado o filme Besta da Neve, que na época foi anunciado por alguns sites como um remake da Fera da Neve. Mas não se trata de nada disso. Embora o filme também se chame Snow Beast em Inglês e embora também seja um filme de terror sobre um sasquatch que vive numa montanha coberta de neve, a história é outra completamente diferente.
Mais informações sobre A Fera da Neve? Lá vai:


E dê uma clicada aí do lado em ‘criaturas pré-históricas’ que você acha um post sobre A Fera Assassina.
Até a próxima!

sexta-feira, 2 de agosto de 2019

EDUARDO NORIEGA

O ator Eduardo Noriega é considerado um dos maiores astros da Espanha na atualidade.
Ele já teve experiências em todos os gêneros de filme até hoje. Mas foram poucas as vezes em que trabalhou em produções de terror.
A 1ª foi em 1997, quando o Eduardo protagonizou o filme de terror light Preso na Escuridão.
Em 2001, ele interpretou o vilão do filme A Espinha do Diabo.
É interessante lembrar que esse filme nem tem tanto terror assim... Aparecem lá uns fenômenos sobrenaturais ao longo do filme todo, mas isso funciona mais como um detalhe da história. O tema principal é a opressão que um grupo de meninos sofrem num internato, por parte do zelador sádico e ambicioso (o personagem do Eduardo) e de alguns outros garotos mais velhos que também vivem no internato.
Em 2006, ele apareceu no telefilme de terror Espectro.
O Eduardo acabou de gravar um novo filme de terror no México, mas que ainda não tem data de estreia prevista. Se chama La Marca del Demonio.
E parece que ele vai protagonizar um seriado de terror chamado Vade Retro, mas que ainda tá em fase de produção.
Mais informações sobre o Eduardo? Lá vai:


Até a próxima!

segunda-feira, 29 de julho de 2019

O MONSTRO SEM ALMA

título original: Dr. Black, Mr. Hyde
título brasileiro: O Monstro Sem Alma
ano de lançamento: 1976
país: Estados Unidos
elenco principal: Bernie Casey, Marie O’Henry, Rosalind Cash
direção: William Crain
roteiro: Robert Louis Stevenson (autor do texto original), Larry LeBron e Lawrence Woolner

Acho que não é novidade pra ninguém que o livro O Médico e O Monstro (1886), do escocês Robert Louis Stevenson, inspirou várias produções cinematográficas. Mas a única que se enquadrou no gênero blacksploitation foi O Monstro Sem Alma.
Ah, pra quem não sabe, blacksploitation (ou blaxploitation, como preferem escrever outros) foi um movimento cinematográfico que ocorreu nos Estados Unidos, principalmente nos anos 70, em que foram produzidos filmes voltados pro público negro de lá. E os diretores e atores principais desses filmes eram todos negros e mulatos.
Mas enfim: inspirado só vagamente no livro, O Monstro Sem Alma é um filme de terror sobre um mutante, é claro. Só que ele tem uma curiosidade em relação à época...
Os anos 70 eram um período em que o Cinema de Terror tava começando a dar importância aos filmes que mais tarde seriam chamados de “slashers”, que dominariam esse gênero nos anos seguintes (principalmente na 1ª metade dos anos 80). E dá pra ver que O Monstro sem Alma tem algumas características superficiais de slasher (um homem de aparência bizarra matando brutalmente pessoas que tão em lugares onde não podem receber ajuda).
Outra curiosidade é que se passa numa cidade grande (cenário não muito comum em filmes de terror). Ou, pra ser mais exato, se passa basicamente nos bairros pobres de Los Angeles, terminando com a exposição total do vilão nas Watts Towers.
Falando no vilão, que também é o protagonista, ele se chama Henry (e foi interpretado pelo recentemente falecido Bernie Casey). E quando era criança, ele viu a mãe morrer de cirrose hepática na frente dele e não conseguiu fazer com que ninguém viesse ajudar ela, por mais que pedisse ajuda na hora. Por isso, ele se formou em Medicina e dedicou a vida a estudar as doenças hepáticas, se empenhando em desenvolver um soro que, acreditava ele, curaria qualquer tipo de doença hepática que uma pessoa tivesse.
Só que, quando o Henry injeta o soro num rato preto, em vez de se curar de doenças, ele se transforma num rato branco. E logo se revela extremamente feroz e mata todos os outros ratos do laboratório!
Insistindo nas pesquisas, o Henry injeta o soro numa mulher em estado terminal, mas obtém o mesmo tipo de resultado assustador que teve com o rato!
Mesmo assim, ele desenvolve uma obstinação em produzir o soro, acabando por usar a si mesmo como cobaia e, consequentemente, se transformar num mutante pálido com tendências assassinas. E com uma especial predileção por matar cafetões e prostitutas...
É o típico caso que tinha tudo pra acabar bem, mas desceu pelo ralo por causa de exagero e descontrole.
O Monstro Sem Alma tem bons momentos de ação (principalmente em relação a cenas de perseguição). E o roteiro, como já vimos, tem basicamente aquilo que se espera de uma obra inspirada no Médico e O Monstro.
Outra produção que eu já indiquei aqui inspirada nesse livro foi Dr. Jekyll and Mr. Hyde (1912).
Mais informações sobre O Monstro Sem Alma? Lá vai:


E dê uma clicada aí do lado em ‘mutantes’ que você acha um post sobre Dr. Jekyll and Mr. Hyde.
Até a próxima!

domingo, 28 de julho de 2019

AKIHIDE TSUZAWA

O japonês Akihide Tsuzawa é mais conhecido por ter interpretado o garoto Hoshino, em Ultraman (1966), quando ele tinha 12 anos. E é até engraçado a gente ver ele hoje chegando aos 65 tendo em mente a imagem que ficou dele naquela época, né?
A carreira dele como ator foi só na infância mesmo: depois de Ultraman, ele sofreu um pequeno acidente e, ao se recuperar, não quis mais saber de trabalhar no meio artístico.
Antes de Ultraman, ainda em 1961, o Akihide teve um pequeno personagem (na verdade, uma figuração) em Mothra, a Deusa Selvagem.
Embora esse não seja um filme com cenas extremamente perturbadoras, ele pode ser classificado como ‘terror light’. E consta nas listas de “natural horror films” de alguns sites famosos.
É sobre um dai kaiju (monstro gigante japonês) que ataca uma cidade, provocando mortes e destruição. E tem gente com planos de fazer uma nova versão de Mothra nos próximos anos, como um spin-off de Godzilla II: Rei dos Monstros (2019).
Mais informações sobre o Akihide? Lá vai:


E dê uma clicada aí do lado em ‘produções japonesas’ que você acha um post sobre Ultraman.
ATENÇÃO: esse post é inédito! Não consta na Bússola do Terror!
Até a próxima!

terça-feira, 23 de julho de 2019

O TERROR DO HIMALAIA

título original: The Snow Creature
título brasileiro: O Terror do Himalaia
ano de lançamento: 1954
país: Estados Unidos
elenco principal: Leslie Denison, Lock Martin, Paul Langton
direção: W. Lee Wilder
roteiro: Myles Wilder

Descritos como grandes humanoides peludos, os yetis, de acordo com os mitos e lendas de diferentes países do Extremo Oriente, habitam a Cordilheira do Himalaia. E embora esses mitos e lendas já existam há milênios no Extremo Oriente, o Ocidente só começou a prestar atenção nessas criaturas por volta de 1920, quando elas se popularizaram com o apelido de “abomináveis homens das neves”. E desde aquela época até hoje, muitos criptozoólogos americanos defendem a tese de que os yetis e os sasquatches são raças diferentes da mesma criatura.
Mesmo assim, ainda demorou um pouco pra sair o 1º filme de terror de longa-metragem sobre yetis. E esse é o tema desse post: O Terror do Himalaia.
Aliás, curiosamente, até hoje esse nunca foi um tema muito explorado pelo Cinema de Terror. Se você comparar a quantidade de filmes de yetis com a quantidade de filmes de sasquatches, esses últimos ganham de longe.
Mas vamos ao roteiro:

Nos anos 50, o antropólogo Frank vai até o Himalaia buscar amostras de vegetais raros, sendo orientado nas montanhas pelo guia de turismo Subra. E um repórter chamado Peter vai junto com ele.
Logo depois que eles começam a subir as montanhas, um vizinho do Subra chega correndo e avisa que a esposa dele foi raptada por um yeti.
Os americanos não dão importância àquela “superstição de caipiras” e querem seguir com a expedição. Mas o Subra se amotina, assume o comando da expedição e decide que vai encontrar e matar o yeti.
Forçados a ir junto, o Frank e o Peter eventualmente encontram uma família de yetis dentro de uma caverna. Mas o macho adulto da família se enfurece com a presença dos humanos ali, começa a bater nas paredes da caverna e provoca um desmoronamento. E as pedras que caem acabam matando os outros yetis e ferindo o macho, que cai desmaiado.
O Subra quer matar a criatura. Mas o Frank, reassumindo o comando da expedição, acha mais interessante levar ela viva pros Estados Unidos pra ser estudada.
Ideia pior ele não poderia ter...

O Terror do Himalaia é um filme com algumas esquisitices.
Já começa com um avião sobrevoando Nova York enquanto o narrador diz que ele tá sobrevoando Los Angeles. E depois mostra o avião sobrevoando as pirâmides do Egito enquanto o narrador diz que ele tá pousando na Índia.
Depois que o yeti é capturado, as autoridades do Himalaia, que falam Japonês (?!), arranjam o que parece ser uma cabine telefônica com um ar condicionado dentro pro monstro ser transportado pros Estados Unidos.
Mas o mais decepcionante é que a gente nunca vê o yeti com detalhes, já que quase sempre ele é mostrado de longe, no escuro ou de costas.
Muito provavelmente fizeram isso de propósito, pra não expor as falhas da fantasia. Porque, embora o ator Lock Martin, que interpretou o monstro, fosse muito alto (tinha 2, 31m), pelo que dá pra ver no filme, parece que ele tá com um pano de pelúcia enrolado em volta da cabeça e vestindo uma espécie de camisa felpuda de mangas compridas e uma calça comprida felpuda. Nada mais.
Tem uma cena em que ele aparece saindo da escuridão e andando na direção da câmera que foi reutilizada umas 20 vezes ao longo do filme todo, sendo tocada em velocidades diferentes ou mesmo exibida de trás pra frente algumas vezes. Mas nem ali dá pra ver muitos detalhes.
Embora o yeti mate algumas pessoas ao longo do filme, isso nunca é mostrado: alguém encontra o corpo depois que ele já saiu dali (e mesmo o corpo nunca é mostrado com detalhes).
Como a gente vê, O Terror do Himalaia não é nenhuma obra-prima. Mas, como eu já disse, fica com a glória de ser o 1º longa-metragem de terror sobre yetis.
Mais informações sobre o filme? Lá vai:


ATENÇÃO: esse post é inédito! Não consta na Bússola do Terror!
E antes de encerrar, um esclarecimento, já que talvez alguém tenha percebido que o seriado O Elo Perdido (1974) não foi marcado na categoria ‘yetis’ aqui do blog, embora sejam vistos 2 aparentes yetis no seriado.
Bom, realmente aparecem ali 2 criaturas que evidentemente foram inspiradas em yetis (a Holly, inclusive, menciona que na Terra elas seriam chamadas de “yetis” ou “pés-grandes”), que vivem nas montanhas nevadas atrás da cidade perdida dos sleestaks. Mas, de acordo com os habitantes daquela realidade virtual, essas criaturas são tappas, não são yetis. É outro tipo de humanoide peludo que vive na neve. Por isso O Elo Perdido não foi listado aqui na categoria ‘yetis’, certo?
Então, quem quiser ver um post sobre O Elo Perdido pode dar uma clicada aí do lado em ‘seriados’, mas não em ‘yetis’.
Bom, até a próxima!

segunda-feira, 22 de julho de 2019

ED JUNIOR

Ao longo dos últimos 17 anos, o brasileiro Ed Junior já apareceu em todos os tipos de filme pornô. Mas, curiosamente, ele só participou até hoje de 1 filme de terror pornô.
Se trata de Vampiras Insaciáveis (2006).
Bom, nem há muito o que explicar, né?rs O filme mostra vampiras que transam com os homens e depois mordem eles.
Mais informações sobre o Ed? Lá vai:









Até a próxima!

sexta-feira, 19 de julho de 2019

O ATAQUE DAS COBRAS

título original: Rattlers
título brasileiro: O Ataque das Cobras
ano de lançamento: 1976
país: Estados Unidos
elenco principal: Dan Priest, Elisabeth Chauvet, Sam Chew
direção: John McCauley
roteiro: Jerry Golding e John McCauley

Num deserto dos Estados Unidos, as cascavéis começam a manifestar um comportamento extremamente feroz, atacando em bando e matando as pessoas que elas encontram aleatoriamente pelo deserto. E até mesmo atacando as fazendas da região e matando todas as pessoas e animais que elas encontram por lá!
Sem saber o que fazer, o xerife pede a um professor de Biologia chamado Tom pra investigar o estranho fenômeno. E sob pressão do movimento feminista local, ele é obrigado a contratar pelo menos 1 profissional do sexo feminino pra participar do trabalho, chamando a fotógrafa Ann pra trabalhar em parceria com o Tom.
Eles observam no mapa todos os locais onde aconteceram ataques das cobras e veem que eles formam quase um círculo ao redor de um forte no deserto. E quando decidem ir até lá pra ver qual é a relação que isso tem com os ataques, percebem que o coronel responsável pelo forte sabe muito mais do que parece sobre o assunto...

Nos anos 70, época em que os filmes de terror se focavam tanto nos animais enfurecidos, não podiam faltar produções sobre elas: as cobras, os únicos animais temidos por todas as culturas do Mundo (independente da época e/ou lugar onde uma pessoa foi criada, ela sempre associa: serpente = perigo).
E se você nunca viu um filme de terror sobre cobras e quer começar por uma coisa mais light, O Ataque das Cobras é uma boa.
As cenas em que as cascavéis atacam os humanos não são nada que não possa passar na Sessão da Tarde. Só vão assustar mesmo a quem tiver ofidiofobia (medo compulsivo de serpentes). Se for o seu caso, se prepare pra cena em que a mulher toma banho na banheira...
Sem entrar em muitos spoilers, esse é mais um filme que mostra um velho militar com mania de grandeza e que acha que pode tudo. E os resultados da arrogância dele, é claro, são desastrosos.
Na verdade, ele se envolveu num plano do exército que foi abandonado. Só que, com o complexo de onipotência dele, profundamente convencido de que só ele tá certo e o resto do Mundo tá errado, ele decidiu dar continuidade ao plano sozinho...
O Ataque das Cobras tá bem longe de ser um clássico. Mas não é um filme ruim. E consegue contar uma história com início meio e fim, embora a cena final deixe uma porta aberta pra uma continuação (que nunca rolou).
Mas também dá pra ver que tem cenas que tão lá só pra encher linguiça, tem uma cena sem sentido do Tom pegando um helicóptero pra procurar cobras no chão do deserto lá embaixo (será que ele tem visão telescópica?)...
Mais informações sobre O Ataque das Cobras? Lá vai:


Até a próxima!

quinta-feira, 18 de julho de 2019

DWAYNE JOHNSON

Ao lado da carreira de lutador de wrestling, o californiano Dwayne Johnson (ou The Rock, como ele gosta de ser chamado) segue a carreira de ator, trabalhando principalmente em filmes de aventura e comédias.
Na verdade, ele acabou ficando um pouco estereotipado como o fortão de Hollywood do século XXI, meio que substituindo os fortões que protagonizavam os filmes de aventura dos anos 80 (esses já tão meio velhinhos hoje, né?rs).
E assim, foram poucas as produções de terror em que o Dwayne apareceu até hoje.
Em 2001, ele foi visto no filme O Retorno da Múmia.
É interessante lembrar que, embora esse seja uma continuação do filme A Múmia (1999), que é de terror, ele não se voltou tanto pro terror, mas foi mais pro lado da aventura.
Assim como O Escorpião Rei (2002), que o Dwayne protagonizou, que embora faça parte da mesma franquia da Múmia (é uma pré-sequência), também é um filme basicamente de aventura, não de terror.
E em 2005, ele apareceu no filme Doom: A Porta do Inferno, que já é de terror misturado com ficção científica.
Em 2009, o Dwayne participou em 1 capítulo do seriado Os Feiticeiros de Waverly Place.
E em 2018, ele foi o protagonista e produtor executivo de Destruição Total.
Mais informações sobre o Dwayne? Lá vai:


Até a próxima!

quarta-feira, 17 de julho de 2019

NO CORAÇÃO DA TERRA

título original: At the Earth’s Core
título brasileiro: No Coração da Terra
ano de lançamento: 1976
países: Estados Unidos / Inglaterra
elenco principal: Caroline Munro, Doug McClure, Peter Cushing
direção: Kevin Connor
roteiro: Edgar Rice Burroughs (autor do texto original) e Milton Subotsky

No final do século XIX, o cientista Abner constrói uma perfuratriz, com a ajuda de seu rico ex aluno David.
A intenção deles é explorar o subterrâneo, é claro. Só que, perdendo o controle da máquina, eles acabam descendo muitos e muitos quilômetros abaixo do que pretendiam. E chegam a um misterioso mundo subterrâneo.
Em meio a uma floresta cheia de plantas pré-históricas e monstros gigantes muito parecidos com dinossauros, eles acabam sendo presos por uma espécie de porcos humanoides, os sagoths, que servem a uma espécie de répteis voadores chamados mahars.
E mais: naquele lugar também existem humanos, que são presos pra ser usados como escravos e eventualmente como comida pros mahars.
Fazendo amizade com alguns humanos que encontram ali, o Abner e o David vão tentar armar uma revolução, pra libertar os humanos e dar fim à tirania que os mahars impõem ao mundo subterrâneo.

Inspirado no livro At the Earth’s Core (1914), do illinoisiano Kevin Connor, No Coração da Terra é um filme de aventura de história rasa, que só serve pra você ver, se distrair na hora e não pensar muito. Só chama a atenção pela presença do grande Peter Cushing dando vida ao Abner.
A história é bem maniqueísta: ESSES personagens são do bem e ponto final e AQUELES personagens são do mal e ponto final.
Os vilões assustam? Bom, são os sagoths que fazem as maldades na prática, porque os mahars só ficam lá na caverna deles dando ordens aos sagoths através de telepatia. Mas ambos os grupos parecem mais vilões de seriado infantil.
Aliás, em alguns pontos, No Coração da Terra lembra vagamente O Elo Perdido (1974), né?
Algumas situações ficam sem explicação. Mas até que não são muitas, porque a história é tão simples que você nem gasta muito tempo pensando em alguma coisa que não foi explicada.
Tem boas cenas de ação, mas nada que seja de primeiríssima linha.
Os efeitos especiais são aqueles que você espera ver num filme dos anos 70 mesmo. Nada de mais nem de menos.
Tem também algumas cenas simples de humor (a última, inclusive).
Simplificando: No Coração da Terra não é um filme pra quem gosta de produções elaboradíssimas; mas é legalzinho. Serve pra se distrair.
Mais informações sobre o filme? Lá vai:


E dê uma clicada aí do lado em ‘criaturas subterrâneas’ que você acha um post sobre O Elo Perdido.
Até a próxima!