segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

BRANDON IRON

O canadense Brandon Iron (também creditado algumas vezes como Alex James Hidell) é conhecido no meio pornô pelos filmes mais ‘brabos’ de que ele já participou, com muito palavrão pesado, muito tapa na cara de verdade na atriz pornô que tá transando com ele na hora e tal.
Mas, quanto aos filmes de terror pornô, ele já apareceu em 5 até hoje: Les Vampyres 1, Les Vampyres 2, On the Prowl e Terrors from the Clit 2 (todos de 2000) e Pirate Video Episode 12: The Perversions of the Damned (2001).
Bom, clique no link abaixo pra ver mais informações sobre o Brandon:







Até a próxima!

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

STING OF DEATH

título original: Sting of Death
título brasileiro: inexistente (inédito no Brasil)
ano de lançamento: 1966
país: Estados Unidos
elenco principal: Joe Morrison, John Vella, Valerie Hawkins
direção: William Grefé
roteiro: William Kerwin (creditado aqui como Al Dempsey)

Um biólogo especialista em caravelas chamado Richardson faz várias experiências na casa dele, às margens de um rio da Flórida, junto com outro cientista chamado John e um assistente chamado Egon.
A filha dele, chamada Karen, chega ali pra passar as férias com 4 amigas. E pouco depois, um bando de adolescentes rebeldes encostam o barco deles perto da casa e começam a fazer bullying com o Egon, já que ele tem um lado do rosto meio deformado.
Ele foge dali envergonhado e furioso. E pouco depois, um homem-caravela aparece ali e ataca algumas das pessoas ao lado da piscina, fazendo também com que caravelas normais vão boiando até o barco dos adolescentes rebeldes e matem todos eles queimados.
A partir daí, a fúria do monstro vai aumentar cada vez mais, fazendo uma vítima depois da outra...

Fazer um filme de terror sério sobre um homem-caravela sem cair no ridículo é algo quase impossível, é claro. E foi impossível pra esse aqui.rs
Sim: como era de se esperar, Sting of Death acabou virando uma comédia involuntária.
A criatura parece um monstro da 1ª temporada de Power Rangers (1993). Dá a impressão de que, a qualquer momento, a Rita Repulsa vai jogar o cetro mágico pra fazer o monstro crescer.rsrs
Mas o problema não é só o monstro. Aliás, ele aparece inteiro até em poucas cenas e todas já no final.
O filme tem uma série de situações bobas ou simplesmente mal aproveitadas.
Logo no início, tem um xerife que tá investigando o caso de pessoas que desaparecem naquele rio e depois reaparecem mortas e sem sangue... Só que o xerife simplesmente não aparece mais depois dessa cena.
Na parte do ataque na piscina, tem umas 20 pessoas numa festa ao redor da tal piscina e simplesmente ninguém vê quando o monstro vem andando (pois é, ele chega ali simplesmente andando numa boa!), entra na água e fica ‘escondido’ lá embaixo até fazer a 1ª vítima.
As caravelas que ele controla aparentemente através de telepatia são escancaradamente feitas de plástico. Aliás, parecem mais um monte de papéis de bombom boiando na água e grudados um no outro. Acho que foi a coisa mais mal feita do filme.
As amigas da Karen são só figurantes: não fazem absolutamente nada na história e tão lá só pra serem pegas pelo monstro.
Aliás, não deixaram faltar a clássica cena em que a mocinha vai dar um passeio sozinha por um lugar deserto e afastado e acaba sendo morta pelo monstro. E é uma das 4 patricinhas que protagoniza essa cena.
Outra delas é morta pelo monstro no chuveiro... Tentativa de imitar Psicose (1960)?
Bom, também tem uma certa falta de lógica em relação a tempo e espaço: o monstro aparece num lugar e, uns 2 minutos depois, aparece em outro afastado dali.
Não esperem nenhuma surpresa em relação à identidade do monstro: antes do filme chegar no meio já é mostrado escancaradamente que ele é o Egon transformado, depois de ter roubado algumas substâncias do laboratório do Richardson e usado nele mesmo.
E por fim, as cenas do final ficaram simples demais e sem explicação em alguns pontos.
Como vocês veem, Sting of Death é um filme mais pra quem gosta de comédias involuntárias mesmo. Se você só gosta de superproduções, esse aqui com certeza não é pra você.
Bom, clique aqui pra ver mais informações sobre o filme:


ATENÇÃO: esse post é inédito! Não consta na Bússola do Terror!
Até a próxima!

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

BRADLEY COOPER

O pensilvaniano Bradley Cooper já apareceu em vários gêneros diferentes de filmes. Principalmente em dramas e comédias. Mas os filmes de terror que contaram com a participação dele foram poucos até hoje.
A estreia dele na área foi em 2002, quando ele apareceu no filme O Olho que Tudo Vê.
Em 2008, o Bradley protagonizou O Último Trem.
No ano seguinte, ele foi visto em Caso 39.
E em 2016, o Bradley teve em Rua Cloverfield - 10.
Bom, clique no link abaixo pra ver mais informações sobre o ator:









ATENÇÃO: esse post é inédito! Não consta na Bússola do Terror!
Até a próxima!

sábado, 9 de fevereiro de 2019

OS VINGADORES DO ESPAÇO

título original: Maguma Taishi
título brasileiro: Os Vingadores do Espaço
ano de lançamento: 1966
país: Japão
elenco principal: Masumi Okada, Tetsuya Uosumi, Toru Ohira
direção: Hidehito Ueda
roteiro: Osamu Tezuka

Depois de conquistar vários planetas, um vilão espacial chamado Goa decide se apossar da Terra. E assim, comunica os planos dele a um repórter chamado Atsushi, exigindo que ele propague a informação.
Durante a aparição do alien, o filho do Atsushi, chamado Mamoru, tira uma foto do invasor.
Horas depois, um jato de ouro se aproxima da casa da família e se transforma num robô gigante chamado Maguma. E diz ao Mamoru que precisa da foto que ele tirou do Goa pra poder analisar ela. E ainda convida o menino pra ir com ele até onde ele mora.
O Mamoru vai. E descobre que o Maguma é uma criação do velho mago Asu, que também criou uma robô de prata chamada Moru. E eles vieram de outro planeta pra defender a Terra da invasão do Goa.
O Maguma e a Moru se afeiçoam ao Mamoru. E pedem ao Asu pra criar um robô infantil que se assemelhe ao menino, pra que eles possam tratar como um filho. E assim, o velho cria o pequeno robô Gamu.
Feito isso, o Asu e seus 3 robôs vão passar a ajudar o Mamoru e o pai dele a enfrentar o vilão Goa.

Ultraman tava previsto pra ser o 1º seriado colorido da TV Japonesa. E assim, a P-Production correu e criou Os Vingadores do Espaço, pra que esse estreasse antes de Ultraman e ficasse com a glória de ser o 1º seriado colorido do Japão.
E conseguiu (por pouco): Os Vingadores do Espaço estreou 6 dias antes de Ultraman!rs
Os Vingadores do Espaço tem cenas de ação e aventura. Mas a história tem um desenrolar mais lento do que a de outros seriados do mesmo tipo: enquanto na maioria dos outros cada capítulo tem um tema diferente que começa e acaba no mesmo capítulo com um monstro que geralmente aparece e morre no mesmo capítulo, aqui o roteiro insiste no mesmo tema geralmente por 4 capítulos seguidos e mostra o mesmo monstro atacando durante esse período.
Em termos de resultados práticos na história, isso acabou fazendo do Goa um dos vilões mais mala-sem-alça que a gente conhece. Ele enche o saco por causa da persistência quase incansável dele nos mesmos planos, já que frequentemente passa um tempo enorme com ele batendo na mesma tecla, usando o mesmo plano pra tentar dominar a Terra, mandando o mesmo monstro lutar contra os heróis...
Pros padrões dos anos 60, até que os monstros não eram tão mal feitos. Mas nada que se compare a uma produção de hoje, evidentemente.
Aliás, muitos efeitos especiais eram desenhos animados simplesmente desenhados na própria película do filme. Mas dava pro gasto.
Quanto à história em si, não há nenhuma grande evolução: do início ao fim não entra nenhum personagem novo, não sai nenhum personagem antigo, não aparece nenhum vilão que não seja o próprio Goa ou outro personagem associado a ele... E algumas coisas também são deixadas sem explicação quando o seriado acaba.
Mas acho que o que causaria mais polêmica nesse seriado nos dias de hoje é que o Atsushi e um amigo dele chamado Kita eram 2 fumantes compulsivos. Em pelo menos metade das cenas em que os 2 apareciam eles tavam fumando um cigarro atrás do outro. Imaginem se hoje isso seria aceito num programa dirigido a menores de 18 anos!
Quanto aos personagens, os heróis são bem armados e dispostos à luta. Mas o vilão, apesar de persistente nos planos dele, não é lá essas coisas. Aliás, ele sempre foge quando tem que enfrentar o Maguma pessoalmente.
Ele é um humanoide gordo, de pele cinza e cabelo black power.
No mais, Os Vingadores do Espaço é igual a qualquer outro seriado japonês com monstros gigantes. Pra fãs desse tipo de programa, é imperdível.
Clique aqui pra ver mais informações sobre o seriado:


Até a próxima!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

BLAKE HARPER

Seguindo atualmente na carreira de enfermagem, o canadense Peter Tiefenbach já atendeu pelo nome de Blake Harper (e às vezes Bud White) até pouco mais de 10 anos atrás, na época em que ainda trabalhava como ator pornô.
E naquele tempo, ele participou de uns poucos filmes de terror pornô...
Em 1999, o Blake apareceu em Moan.
E no ano seguinte, foi a vez de Devil is a Bottom, no qual ele interpretou o diabo.
Aliás, aproveitando o tema do filme, acho interessante lembrar o quanto o Cristianismo sempre associou o sexo com o diabo, né? Na Idade Média, os padres chegavam a ensinar que o diabo tinha um pênis gigante e mandavam fazer estátuas dele com essa aparência só pra fortalecer essa associação.
E ainda hoje, pros cristãos praticantes (sejam eles católicos, evangélicos ou de outra denominação), qualquer manifestação sexual é SEMPRE associada ao mal, exceto a penetração do pênis na vagina entre um homem e uma mulher que sejam casados, e de preferência só com a intenção de ter filhos! Só os não-praticantes é que têm uma visão menos radical dessa situação.
Bom, ainda bem que eu sou pagão, né?rsrs
Clique aqui pra ver mais informações sobre o Blake:


Obs.: Não tenho nada contra quem quer ser cristão por vontade própria. Até porque, como pagão, eu tenho que ser contra o proselitismo. Só estou explicando que TODAS as divisões conservadoras do Cristianismo veem o sexo da forma que eu descrevi acima (embora cada igreja use um vocabulário diferente, a mensagem que TODAS transmitem é a mesma na hora de atacar o sexo).
Até a próxima!

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

OS IMPOSSÍVEIS

título original: The Impossibles
título brasileiro: Os Impossíveis
ano de lançamento: 1966
país: Estados Unidos
produção: Hanna-Barbera Productions

Frankenstein Jr. e Os Impossíveis fazem parte de uma espécie de moda em que a Hanna-Barbera entrou no final dos anos 60: o lançamento de seriados em par.
E esse último conta a história de 3 cantores e guitarristas dos anos 60 que formam o grupo de rock Os Impossíveis. Mas que, pra combater os bandidos que encontram, podem se transformar num trio de heróis com superpoderes chamado também Os Impossíveis.
Embora as identidades deles sejam chamadas de “secretas”, muitas vezes eles aparecem se transformando na frente da própria plateia no lugar onde tão se apresentando.
Talvez essas aparentes contradições na história fossem simplesmente pra fazer graça mesmo, já que o foco desse desenho é visivelmente a comédia, embora ele também seja voltado pra aventura.
Bom, os heróis em questão são O Homem-Mola (capaz de transformar os braços e as pernas em molas inquebráveis), o Homem-Fluido (capaz de se transformar em água e vapor) e o Multi-Homem (capaz de criar várias cópias dele mesmo). Mas o seriado nunca explica como nem por quê eles adquiriram esses poderes. E também não são feitas revelações sobre as vidas pessoais de cada um deles.
A maioria dos inimigos contra os quais eles lutam são basicamente cientistas perversos, embora alguns pareçam muito mais mutantes. Mas fazem muito mais bobagens do que maldades. E as cenas de violência em geral foram bem reduzidas aqui.
Nota-se que Os Impossíveis é voltado pra um público bem mais infantil do que Frankenstein Jr., embora tenha sido lançado em par com ele.
Os capítulos são independentes uns dos outros: se você chegar a ver 1 capítulo só, não deixa de entender a história por causa disso.
Então, posso recomendar Os Impossíveis a quem gosta de comédias de história rasa, voltadas pro público infantil mesmo e com um fundo de aventura.
Outros seriados da Hanna-Barbera que eu já indiquei aqui foram Os Flintstones (1960), Os Jetsons (1962), A Feiticeira Faceira, A Formiga Atômica, A Lula Lelé, O Esquilo sem Grilo, O Xodó da Vovó e Zé Buscapé (todos de 1965).
Bom, clique aqui pra ver mais informações sobre Os Impossíveis:


E clique aí do lado em ‘seriados’ que você acha posts sobre A Feiticeira Faceira, A Formiga Atômica, A Lula Lelé, Frankenstein Jr., O Esquilo sem Grilo, O Xodó da Vovó, Os Flintstones, Os Jetsons e Zé Buscapé.
Até a próxima!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

ANTON MICHAEL

Entre os anos de 2000 e 2010, o australiano Anton Michael (creditado em algumas produções em que trabalhou com o nome de Tony Valentino) fez vários trabalhos como ator pornô. E um deles aparece em alguns sites classificado como “terror light”.
Se trata de Piratas II – A Vingança de Stagnetti (2008).
Bom, como próprio título do filme deixa bem claro, ele é uma continuação de outro, que foi Piratas (2005). E esse, por sua vez, é uma paródia pornô de Piratas do Caribe – A Maldição do Pérola Negra (2003).
Mas enfim: eu ainda não vi Piratas II inteiro. Mas já vi o trailer aí pela Internet. E me pareceu realmente que tem umas pinceladas de terror: tem lá umas lutas de espada que os heróis da história travam contra guerreiros-esqueletos, tem lá um monstro gigante que aparece numa cena... E pelos roteiros que eu li, a história gira em torno de uma espécie de feiticeira pirata que quer ressuscitar o pirata mais perverso que já existiu pra dominar o Mundo. Ou alguma coisa assim.rsrs
Então, pelo menos até onde eu consegui entender, Piratas II é um filme de aventura com pinceladas de terror. E cenas de sexo de verdade, é claro.
Os 2 filmes foram protagonizados pela atriz pornô Jesse Jane.
Bom, clique aqui pra ver mais informações sobre o Anton:


Até a próxima!

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

FRANKENSTEIN JR.

títulos original e brasileiro: Frankenstein Jr.
ano de lançamento: 1966
país: Estados Unidos
produção: Hanna-Barbera Productions

No final dos anos 60, a Hanna-Barbera apostou na produção de alguns seriados lançados em par. Ou seja, 2 ou mais capítulos de seriados diferentes (cada um protagonizado por um herói diferente) eram acoplados, anunciados juntos na mesma abertura e apresentados um depois do outro na televisão.
E o post de hoje vai ser sobre um deles...

Quando feiticeiros perversos, cientistas loucos e vilões extraterrestres decidem, cada um por sua vez, dominar a Terra, todos eles usam a mesma arma em comum: robôs gigantes e monstros gigantes.
Pra defender o planeta, o garoto-cientista Bob Conroy cria o seu próprio robô gigante com superpoderes, chamado Frankenstein Jr.

Frankenstein Jr. foi um seriado que despertou polêmicas...
Em 1º lugar, por ter sido considerado mais violento do que a maioria dos seriados infantis dos anos 60. E em 2º, por ser visto por alguns como um plágio do seriado japonês Gigantor (1963), que também mostrava um menino que controlava um robô gigante com superpoderes.
De qualquer forma, podemos dizer que, pelo menos no Ocidente, Frankenstein Jr. foi um seriado vanguardista, pois foi um dos primeiros que usou o estilo fartamente seguido nos seriados japoneses, já no anos 60 e depois com mais força ainda a partir dos anos 70. O que seria dos sentais se eles não tivessem vilões que atacam usando monstros gigantes e heróis que usam um robô gigante nas suas lutas? E a partir dos anos 90, o que seria de Power Rangers (1993) se não existisse isso?rsrs
Apesar de Frankenstein Jr. ter capítulos com histórias independentes umas das outras (se você assistir só 1 capítulo, você não deixa de entender a história porque não viu os outros), ele teve alguns vilões que apareceram em mais de 1 capítulo, como o Cérebro Alienígena, o Inventor Louco e o Sr. Ameaça.
E há uma certa variedade entre a origem dos monstros gigantes usados por eles: alguns são animais normais que foram enfurecidos e transformados em feras gigantes, outros são pessoas normais transformadas em monstros, outros são extraterrestres, outros são monstros pré-históricos, outros são mutantes criados em laboratório e outros são seres sobrenaturais criados através de magia.
E como quase todo seriado de aventura da Hanna-Barbera, Frankenstein Jr. também conta com várias pinceladas de comédia.
Pra encerrar, vou esclarecer o que eu disse no início: Frankenstein Jr. foi lançado em par junto com Os Impossíveis, embora os personagens de um desses seriados nunca se encontrem com os personagens do outro. E esse tipo de ‘dupla’, nesses mesmos padrões, foi comum entre as produções da Hanna-Barbera daquela época.
Outros seriados da Hanna-Barbera que eu já indiquei aqui foram Os Flintstones (1960), Os Jetsons (1962), A Feiticeira Faceira, A Formiga Atômica, A Lula Lelé, O Esquilo sem Grilo, O Xodó da Vovó e Zé Buscapé (todos de 1965).
Bom, clique aqui pra ver mais informações sobre Frankenstein Jr.:


E dê uma clicada aí do lado em ‘seriados’ que você acha posts sobre A Feiticeira Faceira, A Formiga Atômica, A Lula Lelé, O Esquilo Sem Grilo, O Xodó da Vovó, Os Flintstones, Os Jetsons e Zé Buscapé.
Até Fevereiro!

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

AZIM RIZK

O arizonano Azim Rizk é mais conhecido no Brasil por ter interpretado o ranger preto da 21ª temporada de Power Rangers (2013). E realmente o que consta mais no currículo dele são produções de ação e aventura, até porque ele também tem formação de dublê.
Quanto às produções de terror, não foram muitas até hoje.
Em 2016, o Azim participou como dublê de algumas cenas de Beyond the Gates.
E agora ele acabou de gravar um curta-metragem de terror chamado Zombie 360, ainda sem data de estreia prevista, do qual ele é o protagonista.
Bom, clique no link abaixo pra ver mais informações sobre o Azim:





ATENÇÃO: esse post é inédito! Não consta na Bússola do Terror!
Até a próxima!

sábado, 26 de janeiro de 2019

ZÉ BUSCAPÉ

título original: The Hillbilly Bears
título brasileiro: Zé Buscapé
ano de lançamento: 1965
país: Estados Unidos
produção: Hanna-Barbera Productions

Uma família de ursos humanizados moram numa cabana no alto de uma montanha.
A família é composta pelo pai Zé Buscapé, a mãe Bia, a filha Florzinha e o filho Chapeuzinho.
O Zé não gosta muito de forasteiros e passa o tempo resmungando palavras que ninguém entende ou então dormindo na varanda da casa ou encostado em alguma árvore nas proximidades.
A Bia, eternamente insatisfeita com ele, vive reclamando de alguma coisa que ele fez ou deixou de fazer. Mas também tá o tempo todo pedindo que ele faça alguma coisa pra ela.

Zé Buscapé é o 6º e último desenho que eu indico aqui que formou o programa The Atom Ant/Secret Squirrel Show. Os outros 5, lançados ao mesmo tempo que esse, foram A Feiticeira Faceira, A Formiga Atômica, A Lula Lelé, O Esquilo Sem Grilo e O Xodó da Vovó. Tudo desenho de gente velha, né?rsrs Brincadeira. Mas quem era criança em 1965 já não tá mais na adolescência hoje, certo? Inclusive eu, que nasci um pouquinho depois disso.
Assim como A Feiticeira Faceira, A Lula Lelé e O Xodó da Vovó, Zé Buscapé é um dos desenhos desse grupo que se prendem mais à comédia infantil mais básica, sem muita ficção científica envolvida.
Na verdade, o máximo de ficção científica que aparece é quando o Zé é abduzido por extraterrestres em um dos capítulos.
Nas demais aventuras, ele se envolve geralmente com perigos relacionados à montanha onde eles moram, como animais que aparecem lá pra atrapalhar ou então vizinhos com quem eles não se dão.
Outras produções da Hanna-Barbera que eu já indiquei aqui foram Os Flintstones (1960) e Os Jetsons (1962).
Bom, clique aqui pra ver mais informações sobre Zé Buscapé:


E dê uma clicada aí do lado em ‘seriados’ que você acha posts sobre A Feiticeira Faceira, A Formiga Atômica, A Lula Lelé, O Esquilo Sem Grilo, O Xodó da Vovó, Os Flintstones e Os Jetsons.
Até a próxima!