sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

ANDREW GRAY

O californiano Andrew Gray é mais conhecido no Brasil por ter interpretado o ranger vermelho da 21ª temporada de Power Rangers (2013). E a maioria das produções em que ele se envolveu foram mesmo produções de aventura.
A única produção de terror de que ele participou até hoje foi 1313: Wicked Stepbrother (2011).
Esse filme faz parte da série 1313, do diretor David de Coteau: uma franquia de 13 filmes de terror lançados em 2012 e 2013, com histórias com pouca ligação umas com as outras e voltada pro público gay masculino.
Bom, clique no link abaixo pra ver mais informações sobre o Andrew:






ATENÇÃO: esse post é inédito! Não consta na Bússola do Terror!
Até a próxima!

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

A FEITICEIRA FACEIRA

título original: Winsome Witch
título brasileiro: A Feiticeira Faceira
ano de lançamento: 1965
país: Estados Unidos
produção: Hanna-Barbera Productions

A Vassourinha é uma bruxa que mora numa casa no meio de uma floresta, acompanhada pela vassoura mágica Piaçava.
De vez em quando, ela vai procurar trabalho numa agência de empregos, administrada por um ex lobisomem. E aí, ela consegue trabalhos eventuais como babá e professora.
Às vezes, ela também enfrenta bandidos, animais perigosos da floresta ou extraterrestres. Ou então ela ajuda personagens de histórias clássicas a resolverem seus problemas.

A Feiticeira Faceira é um dos 6 desenhos feitos pra integrar o programa The Atom Ant/Secret Squirrel Show, ao lado do Esquilo Sem Grilo, da Formiga Atômica, da Lula Lelé, do Zé Buscapé e do Xodó da Vovó. Mas, comparado com os outros 5, esse aqui é o que pretende ser engraçado de uma forma mais despretensiosa. Talvez pelo fato da personagem principal ser antes de tudo cômica e de ela mesma rir sempre das situações em que se mete.
Quanto aos personagens de histórias clássicas que ela encontra, são a Branca de Neve, a Chapeuzinho Vermelho, a Cinderela, o Mágico de Oz, o Pequeno Polegar e os Três Porquinhos. Mas, é claro, adaptados ao estilo de comédia dos anos 60.
E além da Formiga Atômica, outros seriados da Hanna-Barbera que eu já indiquei aqui foram Os Flintstones (1960) e Os Jetsons (1962).
Clique aqui pra ver mais informações sobre A Feiticeira Faceira:


E dê uma clicada aí do lado em ‘seriados’ que você acha posts sobre A Formiga Atômica, Os Flintstones e Os Jetsons.
Até a próxima!

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

CALLUM BLUE

O inglês Callum Blue tem mais produções televisivas do que cinematográficas no curriculum. E provavelmente ele é mais conhecido pelo público brasileiro exatamente por um seriado de televisão: Smallville, onde ele interpretou o General Zod (que inclusive foi o último grande vilão fixo a aparecer no seriado), entre 2009 e 2011.
Foram poucas as produções de terror em que o Callum apareceu até hoje.
A estreia dele na área foi em 2003, no seriado A Morte lhe Cai Bem, que na verdade é uma comédia de terror.
O Callum teve também no filme A Morte lhe Cai Bem (2009), inspirado no seriado.
No mesmo ano, ele apareceu em Força Maligna.
E finalmente, em 2016, ele protagonizou The Charnel House.
Clique no link abaixo pra ver mais informações sobre o ator:





Até a próxima!

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

A FORMIGA ATÔMICA

título original: Atom Ant
título brasileiro: A Formiga Atômica
ano de lançamento: 1965
país: Estados Unidos
produção: Hanna-Barbera Productions

Nos anos 60, a Hanna-Barbera teve a tendência de lançar alguns seriados em par. E o que era pra ser um desses pares era a combinação dos desenhos A Formiga Atômica e O Esquilo Sem Grilo, no programa The Atom Ant/Secret Squirrel Show, previsto pra estrear em 1965.
E assim se fez. Mas, antes da estreia do programa, os produtores atinaram pra um pequeno detalhe: como cada capítulo da Formiga Atômica só tinha em média 6 minutos de duração, assim como cada capítulo do Esquilo Sem Grilo, o programa inteiro não passaria de míseros 12 minutos por dia.
Pra ‘engrossar’ um pouco a atração, foram acrescentados mais 4 desenhos: A Feiticeira Faceira, A Lula Lelé, O Xodó da Vovó e Zé Buscapé (e cada capítulo de cada um deles também teria 6 minutos de duração).
Então, todos esses 6 desenhos estrearam juntos no programa infantil The Atom Ant/Secret Squirrel Show.
A Formiga Atômica, que foi um dos carros-chefes do programa (em outro post eu vou falar sobre O Esquilo Sem Grilo), mostra o que talvez seja o super-herói mais convencional entre os personagens cômicos da Hanna-Barbera Productions. Afinal, ele pode voar, tem força física infinita, tem superaudição, tem supervelocidade e rarissimamente qualquer golpe de um inimigo consegue ferir ele.
São basicamente os mesmos poderes que qualquer super-herói mais sério apresenta, né?
Os vilões do seriado são cientistas loucos, dinossauros, dragões, mutantes, robôs, outros animais enfurecidos ou criminosos humanos comuns. E são raros os que aparecem em mais de 1 capítulo.
Apesar de não ter chegado a se tornar um dos clássicos principais da Hanna-Barbera, A Formiga Atômica mantém até hoje uma certa legião de fãs.
E outras produções da Hanna-Barbera que eu já indiquei aqui foram Os Flintstones (1960) e Os Jetsons (1962).
Bom, clique aqui pra ver mais informações sobre A Formiga Atômica:


E dê uma clicada aí do lado em ‘seriados’ que você acha posts sobre Os Flintstones e Os Jetsons.
Até a próxima!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

BRYAN CRANSTON

O californiano Bryan Cranston é mais conhecido por participar de comédias e dramas. E assim, foram poucas as produções de terror em que ele se envolveu até hoje.
A estreia dele na área foi em 1991, quando ele apareceu no filme No Silêncio do Espaço.
Em 1997, o Bryan foi visto em 1 capítulo de Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira.
No ano 2000, ele participou do filme A Casa do Terror Tract.
Em 2014, o Bryan teve em Godzila.
E em 2016, ele apareceu em 1 capítulo do seriado de terror World Premiere.
Bom, clique no link abaixo pra ver mais informações sobre o Bryan:





Até a próxima!

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

A PANTERA COR DE ROSA

título original: Pink Panther
título brasileiro: A Pantera Cor de Rosa
ano de lançamento: 1964
país: Estados Unidos
produção: DePatie-Freleng Enterprises

Quando o filme A Pantera Cor de Rosa (1963), uma comédia policial, foi exibido, o desenho animado de uma pantera cor de rosa que aparecia na abertura do filme chamou a atenção do público. E o personagem se popularizou tanto que ganhou um seriado pra ele no ano seguinte, igualmente chamado A Pantera Cor de Rosa. E se tornou um dos desenhos mais famosos que já existiram.
Foi também um dos seriados animados produzidos ao longo de mais tempo (de 1964 até 1980). Mas não é uma história inteira, e sim um seriado de curtas-metragens independentes: o que acontece num capítulo não continua nos capítulos seguintes. Ou, se preferirem dizer assim, cada capítulo tem uma história que começa e acaba no próprio capítulo.
Por isso mesmo, as histórias em que a Pantera se envolve muitas vezes se passam em épocas e lugares completamente sem ligação uns com os outros: na Pré-História, na Idade Média e às vezes até em outros planetas.
O único personagem fixo da história é a própria Pantera, que também não chega a ter uma personalidade muito definida (embora quase sempre ela se disponha a ajudar outros personagens que encontra). Geralmente ela aparece andando por aí sem destino e esbarrando com alguma aventura pelo caminho. Mas a coisa é sempre voltada pra comédia, é claro.
O seriado tem 2 capítulos que foram inspirados em histórias de terror: Pantera em Pânico (1967) e Pantera na Transilvânia (1975).
No 1º, a Pantera tá vagando numa noite de tempestade até que ela encontra um pequeno aglomerado de construções abandonadas, um dos quais é um hotel. E enquanto vai se abrigar num quarto que encontra ali, não percebe que o hotel é assombrado por um fantasma e um esqueleto vivo. Mas esses, embora façam várias tentativas de pegar a Pantera, o máximo que conseguem fazer é bagunça.
No 2º, a Pantera aparece viajando como turista pela Transilvânia, até que encontra um castelo que ela pensa que é um hotel. E embora esbarre com vários fenômenos sobrenaturais lá dentro, ela acaba se acomodando por lá. Mas não percebe que o castelo não é nada menos que a casa de um vampiro, que é muito mais atrapalhado do que perigoso.
É interessante lembrar que os 2 capítulos terminam basicamente da mesma forma, quando começa a amanhecer e os seres sobrenaturais vistos ali sofrem o mesmo fenômeno.
Bom, clique aqui pra ver mais informações sobre A Pantera Cor de Rosa:


Até a próxima!

domingo, 18 de novembro de 2018

BRUCE WILLIS

Pense num filme de aventura que você já viu com o seguinte roteiro:

Um grupo terrorista tá atacando ou se preparando pra destruir uma grande cidade dos Estados Unidos.
Aí, um herói estadunidense vai lá salvar a pátria, mata uns 500 ou 600 vilões figurantes pelo caminho (em cenas de luta completamente impossíveis de acontecer da forma como são mostradas) e, no final, consegue matar o vilão principal (que geralmente é muçulmano ou russo) e salvar a metrópole ameaçada.
Aí, na última cena, algum coronel ou general do Exército dos Estados Unidos vem cumprimentar pessoalmente esse exemplar cidadão norte-americano que salvou o Mundo, deixando sempre escapar alguma frase pró-Tio Sam.

Se você já viu algum filme assim, eu posso apostar que existe pelo menos 90% de chance do herói da história ter sido interpretado pelo alemão Bruce Willis.
Pois é. O galã sessentão atravessou a carreira dele fazendo filmes desse tipo. A quase totalidade dos filmes dele tem esse roteiro.
Todo mundo sabe que o Bruce também já apareceu em algumas comédias. Mas o que é menos lembrado provavelmente são os trabalhos dele na área do terror. Até porque até agora foram poucos.
Em 1985, ele protagonizou um capítulo do seriado de terror light Além da Imaginação.
Em 1992, Bruce apareceu na comédia de terror A Morte lhe Cai Bem.
O Sexto Sentido (1999), que seguiu a clássica ideia “Nem todos os mortos sabem que estão mortos” (o personagem dele, inclusive, se enquadra nesse grupo), é sem dúvida o filme de terror mais lembrado do Bruce. E foi um dos filmes de mais sucesso do final do século XX.
Em 2007, ele foi visto nos filmes Grindhouse, Planeta Terror e A Estranha Perfeita...
Na verdade, esse último filme é de suspense. Mas ele tá classificado no IMDB como “horror”.
E em 2016, o Bruce participou de Fragmentado.
Bom, clique aqui pra ver mais informações sobre o ator:


Até a próxima!

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

A GÓRGONA

título original: The Gorgon
título brasileiro: A Górgona
ano de lançamento: 1964
país: Inglaterra
elenco principal: Barbara Shelley, Peter Cushing, Richard Pasco
direção: Terence Fisher
roteiro: J. Llewellyn Devine (autor do texto original) e John Gilling

Numa era ancestral da História, a Grécia era habitada por monstros conhecidos como górgonas. E quem olhava de frente pra elas se transformava em pedra.
Quando todas as demais górgonas foram mortas, a única sobrevivente fugiu pra uma região da Europa Central, onde encontrou uma floresta em que passou o resto da vida se escondendo...
Milênios depois, nessa mesma floresta, foi construído o Castelo de Borski, que pouco depois foi abandonado por seus moradores. E a algumas dezenas de metros do castelo, foi construída a vila de Vandorf.
No início do século XX, nas noites de lua cheia, os habitantes de Vandorf começaram a ouvir o fantasmagórico som de uma mulher cantando vindo do castelo abandonado. E os poucos que se atreviam a ir até lá pra ver do que se tratava nunca mais eram vistos com vida. Mas seus cadáveres eram sempre encontrados no dia seguinte... transformados em pedra!

Bom, temos aqui um filme de terror gótico que foi abrilhantado pela presença dos atores Peter Cushing e Christopher Lee (esse último aparece bem pouco no filme, mas é o personagem dele que resolve o problema principal da história na última cena). E que parece ser a versão cinematográfica de um conto deixado por um escritor chamado J. Llewellyn Devine. Mas as informações disponíveis sobre isso são muito vagas.
Apesar de ser um filme gótico (e portanto, com um ritmo mais lento), A Górgona consegue ter algumas cenas simples de aventura. Mas eu disse SIMPLES, hein! Não se animem muito nesse sentido.rs
É bom lembrar que o filme não retrata nenhum mito grego original, pois a górgona mostrada aqui, chamada Megera, nem existe na Mitologia Grega.
Ela não é uma vilã que se comporta com muita ação... A única forma de ataque dela é esperar que uma pessoa olhe diretamente no rosto dela, pra ter o efeito que a gente já sabe. E às vezes, ela usa um canto do mesmo tipo do das sereias pra atrair as vítimas até perto dela (sim: já fica claro desde o início do filme que esse é o tal canto que os moradores da vila escutam vindo do castelo rs).
O máximo que a Megera se mexe é quando ela vaga pelos arredores do Castelo de Borski, procurando novas vítimas.
E embora ela seja a vilã principal, o médico Namaroff exerce explicitamente a função de vilão secundário, enchendo o saco do casal de protagonistas do filme do início ao fim.
A Górgona também é um filme creditado em alguns sites como o 1º filme de terror a usar um monstro feminino como vilã principal... Até pouco tempo atrás, eu também pensava que era. Mas, pesquisando por aí, descobri que o mais antigo de todos, pelo menos que tenha registro, é A Filha de Drácula (1936). A confusão se deve ao fato da Górgona ser o 1º filme de terror da Hammer Film Productions a usar um monstro feminino como vilã principal. Mas aí é falando especificamente dos filmes da Hammer.
E pra encerrar, vamos lembrar que outros filmes do Terence Fisher que eu já indiquei aqui foram A Maldição de Frankenstein (1957) e A Noite do Lobisomem (1961).
Bom, clique aqui pra ver mais informações sobre A Górgona:


E dê uma clicada aí do lado em ‘produções inglesas’ que você acha posts sobre A Maldição de Frankenstein e A Noite do Lobisomem.
Até a próxima!

terça-feira, 13 de novembro de 2018

BRUCE CAMPBELL

O michiganiano Bruce Campbell se tornou bem conhecido dos fãs de filmes de terror por causa do personagem Ash, que apareceu pela 1ª vez quando ele protagonizou o filme The Evil Dead (1981), que no Brasil foi lançado em VHS como A Morte do Demônio e foi exibido na televisão como Uma Noite Alucinante.
Pouca gente sabe, mas ele também foi o produtor executivo do filme, além de cuidar da parte de maquiagem.
Em 1987, foi lançado um remake do filme: Uma Noite Alucinante 2. E embora traga de novo o Bruce interpretando o mesmo personagem, o resto do elenco é quase todo outro. E claro que o fim é diferente também.rs
Ele também foi o coprodutor.
E em 1992, foi lançada uma continuação do 2º filme: Uma Noite Alucinante 3, também protagonizado pelo Bruce e tendo ele como coprodutor.
No mesmo ano, ele apareceu em Perdidos no Tempo.
Embora muita gente pense que a estreia do Bruce no Cinema de Terror tá associada à série Uma Noite Alucinante, na verdade foi um pouco antes. E frequentemente, como já vimos, ele se envolvia nos filmes não só como ator, mas também como membro da ficha técnica.
Em 1977, ele trabalhou como ator e assistente de direção em It’s Murder!
No ano seguinte, o Bruce protagonizou o filme Sam Raimi Early Shorts e também o curta-metragem Within the Woods, do qual ele também foi o produtor executivo.
Em 1979, ele apareceu no curta-metragem de terror Attack of the Helping Hand.
Em 1985, no filme Stryker’s War, ele foi ator, roteirista e sonoplasta. E na comédia de terror Onda de Crime, ele foi ator e coprodutor.
Em 1988, o Bruce teve no filme O Exterminador.
Esse filme teve uma continuação: O Vingador (1990). E o Bruce foi visto ali também, interpretando o mesmo personagem.
Em 1988, ele também foi sonoplasta do filme The Carrier.
No ano seguinte, o Bruce apareceu como ator em 3 filmes de terror: Moontrap, Terror Fora de Horas e Vampirosos.
Também em 1989, ele teve no filme A Morte, como dublador e supervisor de áudio.
No ano seguinte, ele foi ator e sonoplasta no filme Vingança sem Rosto.
Em 1992, o Bruce protagonizou o filme Pesadelo Futuro e também teve no filme The Chiller Theatre Expo Video Vol. 1.
Em 1995, ele foi visto no filme A Demolidora e também em 1 capítulo do seriado de terror American Gothic.
Em 1999, o Bruce apareceu em Um Drink no Inferno 2: Texas Sangrento.
Em 2002, ele protagonizou o telefilme Ataque Alienígena, protagonizou a comédia de terror Bubba Ho-Tep, teve em 1 capítulo do seriado Jovens Bruxas e produziu Hatred of a Minute.
No ano seguinte, o Bruce foi visto no documentário The 100 Greatest Scary Moments.
Em 2004, ele apareceu no seriado The 100 Scariest Movie Moments.
No ano seguinte, o Bruce protagonizou o telefilme Alien Apocalypse e teve em Fangoria: Blood Drive II.
Em 2006, ele foi visto no filme A Floresta.
No ano seguinte, o Bruce protagonizou, dirigiu e produziu a comédia de terror Meu Nome é Bruce, que é uma espécie de versão infantil de Uma Noite Alucinante, e também dublou um capítulo do seriado de terror El Tigre: The Adventures of Manny Rivera.
Em 2012, ele apareceu em 1 capítulo do seriado de terror Undead Noise.
No ano seguinte, foi lançado outro remake de Uma Noite Alucinante (A Morte do Demônio). E o Bruce foi o produtor.
Em 2015, foi lançado o seriado Ash VS Evil Dead, protagonizado por ele. E vamos lembrar que ele também é o produtor executivo.
No ano seguinte, o Bruce apareceu em 1 capítulo do seriado de terror Spine Chillers.
Em 2017, ele apareceu no filme Dark Ascension.
No ano seguinte, o Bruce apareceu em 1 capítulo do seriado de terror AMC Visionaries: Eli Roth’s History of Horror.
E atualmente ele tá filmando um documentário de terror chamado Dinner with Leatherface. Tá previsto pra ser lançado em 2019.
Clique aqui pra ver mais informações sobre o Bruce:


Até a próxima!

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

OS JETSONS

título original: The Jetsons
título brasileiro: Os Jetsons
ano de lançamento: 1962
país: Estados Unidos
produção: Hanna-Barbera Productions

Apostando na reprise do sucesso obtido em 1960 com Os Flintstones, a Hanna-Barbera lançou, em 1962, um seriado que seguia exatamente o mesmo estilo, só que se passando em 2062: uma família de classe média típica dos Estados Unidos de meados do século XX (mas ambientada em outra época) que passava por uma série de situações cômicas com algumas pitadas de aventura.
Versão high tech dos Flintstones, Os Jetsons não conseguiu repetir o mesmo sucesso do seriado no qual foi inspirado. Mas não deixou de ser um dos grandes clássicos da Hanna-Barbera, adquirindo uma grande legião de fãs em vários países. Inclusive, 51 capítulos novos foram produzidos em 1985, sendo acrescentados aos 24 capítulos de 1962.
Talvez a diferença principal entre Os Flintstones e Os Jetsons é que, lá, havia uma interação direta com os vizinhos em todos os capítulos e, a princípio, a família era composta só pelo casal; aqui, não existem vizinhos participando diretamente da vida do casal e eles já têm 2 filhos desde o início. Além de uma empregada-robô muito engraçada.rs
Bom, clique aqui pra ver mais informações sobre Os Jetsons:


E dê uma clicada aí do lado em ‘seriados’ que você acha um post sobre Os Flintstones.
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