segunda-feira, 28 de junho de 2021

ANACONDA

títulos original e brasileiro: Anaconda
ano de lançamento: 1997
países: Brasil / Estados Unidos / Peru
elenco principal: Ice Cube, Jennifer Lopez, Jon Voight
direção: Luis Llosa
roteiro: Hans Bauer, Jack Epps Jr. e Jim Cash

Um pequeno grupo de pessoas decidem filmar um documentário sobre uma tribo de índios que vivem na Amazônia, mas que nunca tiveram contato com outro povo.
Eles zarpam de Manaus e sobem o Rio Amazonas. Mas são surpreendidos por uma tempestade, que obriga eles a diminuírem o ritmo da viagem. E logo depois, encontram um homem que parece ter tido o barco dele avariado pela tempestade enquanto passava por ali.
Eles recolhem o sujeito, que se identifica como um caçador de cobras. E diz que conhece os índios que eles tão procurando e pode guiar o grupo até onde eles vivem.
Desde o início, já é possível notar escancaradamente que esse cara não tem nada de confiável, com aquela cara de cafetão misturado com traficante. Mas, apesar disso, ninguém suspeita que a intenção dele é realmente continuar caçando cobras, armando parcerias com os eventuais interessados que ele encontre pelo caminho (e independente de quem saia morto ou ferido). Só que as cobras que ele quer caçar não são das comuns: o cara tá de olho num casal de anacondas gigantes que vivem naquele rio! E o macho não demora a aparecer e começar a atacar e comer os membros do grupo!
E esse não é o único problema, já que a fêmea, tão feroz quanto o macho, tá num ninho não muito longe dali junto com os filhotes!

Anaconda tem a honra de ser um daqueles filmes amados por uns e odiados por outros. Tem gente que considera esse filme um clássico do terror, tem gente que considera ele um super trash. Mas uma coisa é inegável: foi um dos filmes mais famosos do final dos anos 90.
Uma certa inovação que ele trouxe foram as paisagens naturais bonitas, apesar de ser um filme de terror.
Aliás, os monstros aqui são criações da própria Natureza, sem interferência humana. Nada de mutantes criados por cientistas loucos nem de animais normais transformados pelo derramamento de produtos tóxicos na Natureza.
A ideia era de que as cobras gigantes fossem representadas por um boneco. Mas, como a dita cobra mecânica pifou durante as filmagens, tiveram que completar as cenas que faltavam com efeitos especiais. E funcionou.
Anaconda foi produzido no Peru (terra do diretor Luis Llosa) e teve algumas cenas gravadas nos Estados Unidos e outras no Brasil.
O filme deu origem a uma franquia com 4 outras produções (2004, 2008, 2009 e 2015). Mas nenhuma delas segue propriamente a história do 1º filme: são histórias independentes.
Vale lembrar que nenhum dos filmes seguintes fez o mesmo sucesso que o filme de 1997.
Ainda são poucas as informações sobre isso, mas se sabe que o Evan Daugherty tá trabalhando no roteiro de um novo filme pra essa série cinematográfica desde 2020. Mas ficou em suspenso por causa da pandemia da covid.
Mais informações sobre o 1º filme da franquia? Lá vai:


Até Julho!

sábado, 26 de junho de 2021

JÁ EXPERIMENTOU USAR O GOOGLE TRANSLATE?

Olá, amigos, colegas e fãs!
No dia 03, quando eu fiz o post sobre Gosei Sentai Dairanger (1993), recebi um comentário do Carlos, dizendo que ele tem preguiça de ler textos muito grandes. Mas, mesmo assim, elogiando os meus textos e tal.
Bom, achei interessante indicar uma forma de resolver esse problema, embora evidentemente alguns de vocês já façam isso.
Se você não gosta de ler textos muito grandes na Internet (o que talvez se deva à grande quantidade de produtores de conteúdo pra Internet que nos últimos anos têm preferido se expressar através de podcasts e vídeos do que através de textos), já experimentou usar o Google Translate pra ler os textos pra você? Afinal, ele não serve só pra traduzir textos, mas também pra ler.
É só fazer um control C + control V do site em que você está até o Google Translate e clicar no ícone do alto-falante.
Sei que pra muita gente isso é uma dica boba. Como eu já disse, é óbvio que muita gente já faz isso. Mas tem gente que simplesmente desiste de ler um site e sai dali ao dar a 1ª olhada em textos muito grandes que encontra ali.
Se o problema é só falta de paciência pra ler, acho que já está resolvido.
Até a próxima!

quinta-feira, 24 de junho de 2021

SAI DE BAIXO

título original: Sai de Baixo
ano de lançamento: 1996
país: Brasil
elenco principal: Aracy Balabanian, Marisa Orth, Miguel Falabella
direção: Cininha de Paula, Daniel Filho, Dennis Carvalho, Jorge Fernando e José Wilker
roteiro: Euclydes Marinho, Maria Carmem Barbosa, Miguel Falabella e Rosana Hermann.

O solteirão Vavá mora sozinho no seu apartamento com a intrometida empregada Edileuza. E o máximo de problemas que ele costuma ter é com o porteiro Ribamar, que namora a Edileuza e vai todos os dias ao apartamento dele por causa disso.
Mas a vida do Vavá vira uma bagunça generalizada quando a irmã mais velha dele, chamada Cassandra, se muda de mala e cuia pro apartamento junto com a filha Magda e o genro Caco.
Eles já foram ricos, mas a polícia confiscou a mansão e todos os demais bens deles devido às incontáveis maracutaias do Caco. E agora só resta à Cassandra pedir ‘asilo político’ na casa do irmão junto com o Caco e a Magda.
O Vavá, a Edileuza e o Ribamar vão ter que segurar essa bomba!

Sai de Baixo estreou como um dos programas de maior audiência da Globo. Mas não se manteve bem assim ao longo das suas 6 temporadas no ar: vários altos e baixos aconteceram nesse meio tempo com o ibope do seriado, que depois chegou até a ser considerado um dos piores programas da Globo por um certo período.
Apesar disso, o programa conseguiu manter uma boa popularidade durante a maior parte da sua existência. Mas algumas mudanças que ele foi sofrendo, principalmente nas suas últimas temporadas [e especialmente com a saída de personagens antigos (que sumiram sem explicação do seriado, numa das manifestações mais radicais da Globo da Síndrome de Chuck Cunningham) e a introdução de personagens novos], parecem ter desagradado ao público.
Conclusão: a audiência despencou de vez e acabaram decidindo tirar o programa do ar (o último capítulo foi exibido em Março de 2002).
É curioso, porque nunca foi dada muita importância cronológica ao desenvolvimento da história: em vários episódios foram contadas versões diferentes sobre o passado dos personagens e o público nunca pareceu se incomodar com isso.
Seguindo o estilo ‘peça de teatro televisionada’ e gravado com plateia presente, Sai de Baixo é uma comédia de improviso com personagens pré-estabelecidos: a coroa falida que pensa que ainda é rica, os empregados intrometidos, a patricinha burra, o picareta...
Quanto aos vilões da história, são tão somente o Caco e a Cassandra. Como já foi dito, o Caco aplica uma infinidade de golpes em todos os personagens em quase todos os capítulos do seriado. E a Cassandra é uma milionária falida que não quer entender que faliu. E ambos vivem em função do preconceito ferrenho que eles têm contra os pobres e da aparência de ricos que eles ainda tentam manter.
Mas nada do que eles fazem produz grandes resultados. Nem é lembrado nos episódios seguintes.
É pouco provável que a Globo lançasse esse seriado hoje, especialmente por causa da Magda: a imagem de uma mulher burra em fase extrema e com o marido mandando ela calar a boca o tempo todo, gritando com ela o tempo todo e xingando ela o tempo todo bateria de frente contra todas as pautas políticas que a Globo defende atualmente.
Embora os ‘diretores principais’ do seriado tenham sido o Daniel Filho e o Dennis Carvalho, Sai de Baixo teve 3 outros nomes na direção ao longo dos 6 anos em que ficou no ar: a Cininha de Paula, o Jorge Fernando e o José Wilker.
Em 2013, o programa ganhou 4 capítulos novos, que mostram alguns dos personagens se reencontrando na mesma casa depois de 11 anos sem se verem.
E em 2019, foi lançado o longa-metragem Sai de Baixo: o Filme, inspirado no seriado e com a maior parte do elenco original interpretando os mesmos personagens.
Outra produção dirigida pelo Jorge Fernando que eu já indiquei aqui foi Vamp (1991).
Mais informações sobre Sai de Baixo? Lá vai:


E dê uma clicada aí do lado em ‘comédias’ que você acha um post sobre Vamp.
Até a próxima!

quarta-feira, 23 de junho de 2021

HIROSHI WATARI

O japonês Hiroshi Watari é mais conhecido no Brasil por ter interpretado o herói Boomer-Man, em O Fantástico Jaspion (1985), e também por ter protagonizado os metal heroes Sharivan, o Guardião do Espaço (1983) e Spielvan (1986).
Aliás, vale lembrar que ele foi o único ator a protagonizar 2 metal heroes. E consequentemente, ele é um mito entre os fãs de seriados japoneses de aventura. E talvez ele seja o ator japonês que tem o maior fã-clube no Brasil.
Como era de se esperar, já que o Hiroshi também é dublê, a maioria dos filmes e seriados em que ele trabalhou até hoje são de aventura (com ele atuando pessoalmente nas cenas de luta e ação). E só mais recentemente ele teve alguns poucos trabalhos em filmes de terror.
A estreia dele no gênero foi em 2013, no filme Fujimi-Hime: Aru Zonbi Shojo No Sainan.
E em 2014, o Hiroshi apareceu em Nemurihime: Dream On Dreamer.
Outras produções em que o Hiroshi apareceu como ator que eu já mencionei aqui foram Space Cop (1982) e Metalder, o Homem Máquina (1987). E ele também trabalhou como dublê em Taiyo Sentai San Barukan (1981) e em Goggle Five, os Guerreiros do Espaço (1982).
Mais informações sobre o ator? Lá vai:


E dê uma clicada aí do lado em ‘produções japonesas’ que você acha posts sobre Goggle Five, Jaspion, Metalder, San Barukan, Sharivan, Space Cop e Spielvan.
Até a próxima!

terça-feira, 22 de junho de 2021

LUA NEGRA

título original: Bad Moon
título brasileiro: Lua Negra
ano de lançamento: 1996
países: Canadá / Estados Unidos
elenco principal: Mariel Hemingway, Mason Gamble, Michael Paré
direção: Eric Red
roteiro: Wayne Smith (autor do texto original) e Eric Red

Em 1995, um repórter chamado Ted vai junto com a namorada fazer um trabalho numa floresta do Nepal. E quando entram na tenda deles pra transar, não percebem a presença de alguma coisa rondando a tenda e rosnando... Segundos depois, um feroz lobisomem faz a tenda em pedaços!
A mulher morre estraçalhada. Mas o Ted, apesar de ferido, consegue pegar a espingarda dele e estourar a cabeça do monstro com um tiro.
Sem consciência de nada disso, a irmã do Ted, chamada Janet, mora acompanhada só pelo filho Brett numa casa no meio de uma floresta do Canadá, guardada pelo pastor alemão Thor.
Um dia, o Ted entra em contato com a Janet. E como ele vai ficar um tempo por ali, pede pra estacionar o trailer dele no jardim dela.
Não demora e carcaças humanas começam a aparecer na região, com marcas de unhas e dentes de algum animal forte e grande...
Só o comportamento do Thor mostra que tem algo estranho na área: ele olha pro Ted vendo ali uma fera selvagem que invadiu o território dele.

Produzido nos Estados Unidos e gravado no Canadá, Lua Negra foi inspirado no livro Thor (1994), do Wayne Smith.
Não é um filme que faz segredos pro público. Desde a 1ª cena você já vê que é uma história sobre lobisomens. E visto que o Ted foi ferido e sobreviveu ao ataque de um lobisomem, não é difícil entender que ele se tornou um (o que é confirmado explicitamente poucas cenas depois, com a aparição de carcaças despedaçadas nos lugares por onde ele passa).
Simplificando: Lua Negra trabalha com o mesmo tipo de suspense que A Vingança de Cropsy (1981) e O Castelo Maldito (1995). Ou seja, desde os primeiros minutos do filme, o público já tem todas as informações sobre a identidade do vilão e os motivos que levam ele a agir como age; mas os demais personagens da história não sabem nada de nada sobre isso e o público é mantido sob tensão exatamente por ver como eles ficam o tempo todo à mercê de um perigo instalado a poucos metros de distância deles, mas que eles nem sabem que existe.
Apesar da cena de violência crua no prólogo do filme, o resto é basicamente parado.rsrs Mesmo quando o lobisomem mata alguém, pouca coisa é mostrada explicitamente.
Mas as cenas de suspense não deixam a gente se desinteressar pela história.
O lobisomem é bem feito. Mas com exceção da cara de lobo, ele lembra mais um urso de pelo cinzento.
A espécie de lobisomem vista em Lua Negra não morre só com balas de prata, não manifesta nenhum poder sobrenatural e se transforma em todas as noites, independente de qual seja a fase lunar.
Aliás, tem uma cena em que o Brett tá vendo O Lobisomem de Londres (1935) na televisão. E quando o Ted vê o lobisomem do filme se transformando só em noites de lua-cheia, ele ridiculariza aquilo, dizendo que não é daquele jeito que um lobisomem se transforma.
Assim, parece que Lua Negra trata a transformação em lobisomem mais como uma espécie de doença ou degeneração genética, como fizeram em La Loba (1965) e A Fera Deve Morrer (1974): o lobisomem é (ou parece ser) um mutante.
Assim como o livro pede, a maior parte de Lua Negra é contada sob o ponto de vista do Thor. E por isso mesmo, é claro que o simpático e heroico cachorrão acaba roubando a cena várias vezes.
O filme é simples, mas funciona.
Mais informações sobre Lua Negra? Lá vai:


E dê uma clicada aí do lado em ‘seres sobrenaturais’ pra ver post sobre O Lobisomem de Londres, em ‘mutantes’ pra ver posts sobre A Fera Deve Morrer e La Loba e em ‘slashers’ pra ver posts sobre A Vingança de Cropsy e O Castelo Maldito.
Até a próxima!

segunda-feira, 21 de junho de 2021

HIROHISA NAKATA

O japonês Hirohisa Nakata tem vários seriados de aventura no currículo dele (a maioria, nos anos 70 e 80). Mas foram poucos os personagens de terror que ele já interpretou durante a sua longa carreira.
Em 1980, ele interpretou um vampiro em 1 episódio de Denshi Sentai Denziman.
E em 1986, o Hirohisa apareceu no curta-metragem de terror Baioserapi.
Outras produções em que ele apareceu e que eu já mencionei aqui foram Chodenshi Bioman (1984) e Space Cop (1982).
Mais informações sobre o Hirohisa? Lá vai:







ATENÇÃO: esse post é inédito! Não consta na Bússola do Terror!
E dê uma clicada aí do lado em ‘produções japonesas’ que você acha posts sobre Baioserapi, Bioman, Denziman e Space Cop.
Até a próxima!

domingo, 20 de junho de 2021

UMA NOITE DE HALLOWEEN

título original: The Fear: Resurrection
título brasileiro: Uma Noite de Halloween
ano de lançamento: 1999
países: Canadá / Estados Unidos
elenco principal: Betsy Palmer, Gordon Currie, Stacy Grant
direção: Chris Angel
roteiro: Greg H. Sims, Ron Ford (autores do texto original) e Kevin Richards

Um garoto de 5 anos tem a mãe assassinada pelo pai.
Traumatizado por isso ao longo dos anos, na pós-adolescência, ele tenta se livrar dessa sequela mental levando um grupo de amigos à casa onde ele foi criado, pra que cada um ali também se livre do medo principal que sente.
Ele vai usar como parte do método pra fazer isso uma estátua de madeira em tamanho humano chamada Morty, criada por um artista plástico índio.
Pelo que se conta, essa estátua foi carregada com magias indígenas. Ou, mais especificamente, foi criada pra servir como receptáculo pra espíritos perversos, que são mantidos presos no boneco pra não incomodar ninguém. E enquanto um amuleto for mantido pendurado no pescoço da estátua, nenhum mal que ela contenha vai atingir ninguém...
Toda essa situação começa a ficar realmente assustadora quando algumas das pessoas que tão na casa começam a aparecer mortas, sendo que cada uma morre (de forma direta ou indireta) de alguma maneira relacionada ao medo principal que ela sentia.

Isso parece o roteiro do filme O Medo (1995), né? Bom, na verdade, pode ser visto como um reboot dele, embora tenha sido muito divulgado como uma continuação dele e use o título de “2º filme da franquia”.
Contudo, existem muitas diferenças entre os 2 filmes (as semelhanças são só essas destacadas acima mesmo).
Entre elas, posso lembrar que o único personagem que tem o mesmo nome nos 2 filmes é o Morty.
Falando nele, também é bem diferente nas 2 versões: no filme original ele não é propriamente mau, não sabe falar e o único poder sobrenatural que ele parece ter é hipnotizar pessoas (ou, de alguma forma, possuir pessoas em forma de espírito); já aqui ele é possuído pelo espírito do serial killer Stephen (indiscutivelmente perverso), tem a capacidade de falar normalmente com os outros personagens e tem vários poderes sobrenaturais (ele pode assumir várias aparências humanas diferentes, pode transformar o corpo ou partes do corpo em objetos e pode se teletransportar de um lugar pro outro).
Aliás, aqui fica meio difícil entender quem é o vilão principal da história, já que o Morty e o Stephen se fundem e passam a funcionar como uma entidade única.
Bom, se eu tiver que escolher entre O Medo e Uma Noite de Halloween, eu digo que o reboot é melhor do que o original. Principalmente porque conseguiu contar uma história com início, meio e fim, enquanto o 1º filme ficou cheio de histórias paralelas que começam a ser explicadas e depois são largadas no ar.
Como ponto positivo pro outro, posso dizer que lá o monstro ficou parecendo mais uma estátua de madeira de verdade do que aqui.
Vale destacar em Uma Noite de Halloween a presença da recentemente falecida atriz Betsy Palmer, que interpretou a avó do herói principal.
Ela é bastante conhecida entre os fãs de filmes de terror dos anos 80 por ter interpretado a maníaca assassina Pamela Voorhees, a vilã do 1º filme da franquia Sexta-Feira 13 (1980). Ou seja, a 1ª vilã que apareceu em todos os filmes do Jason (sim: a personagem em questão era a mãe do Jason).
Mais informações sobre Uma Noite de Halloween? Lá vai:


E dê uma clicada aí do lado em ‘séries cinematográficas’ que você acha posts sobre O Medo e Sexta-Feira 13.
Até a próxima!

sábado, 19 de junho de 2021

GABRIEL SOTO

O mexicano Gabriel Soto é mais conhecido pelas várias novelas de que já participou.
O único filme de terror em que ele apareceu até hoje foi El Secreto (2010).
Mais informações sobre o Gabriel? Lá vai:















ATENÇÃO: esse post é inédito! Não consta na Bússola do Terror!
Até a próxima!

sexta-feira, 18 de junho de 2021

O MEDO

título original: The Fear
título brasileiro: O Medo
ano de lançamento: 1995
país: Estados Unidos
elenco principal: Anna Karin, Eddie Bowz, Heather Medway
direção: Vincent Robert
roteiro: Greg H. Sims e Ron Ford

Se você ler qualquer crítica sobre O Medo, um dos primeiros pontos negativos que vai encontrar mencionados ali é exatamente a falta de nexo da história.
Não vou dizer que a história seja incompreensível de cabo a rabo. Mas tem cenas que você vê claramente que tiveram a conclusão cortada. Além de várias situações que começam e acabam sem explicação.
Bom, vou tentar explicar por quê...
De acordo com o IMDB, O Medo foi inspirado numa história (não consegui encontrar muitas informações sobre a dita história) dos escritores Greg H. Sims e Ron Ford, que readaptaram o texto pra se tornar o roteiro de um longa-metragem.
Só que, de acordo com o Ron, o diretor Vincent Robert não filmou todas as cenas que tinham sido previstas pra ser filmadas. E isso sem mencionar que algumas outras cenas que ele chegou a gravar não foram aproveitadas na edição final do filme.
Parece que foi isso que deixou várias cenas meio sem pé nem cabeça.
Levando em conta que esse filme foi o único trabalho do Vincent como diretor (na verdade, ele sempre trabalhou como roteirista), a gente conclui que ele não dava muito pra coisa, né?
Apesar disso, acreditem: até que o filme consegue contar uma história!
Quanto ao roteiro, não chega a trazer nada extremamente novo:

Um grupo de pessoas (pós-adolescentes em sua maioria) tão isoladas no meio de uma floresta e começam a ser mortas uma por uma. E na 2ª metade do filme, descobrem que quem tá fazendo isso não é humano, mas sim uma criatura bizarra.

Quantos milhões de filmes de terror com roteiros iguais a esse (ou, no mínimo, muito parecidos) você já viu?
O que talvez chame uma certa atenção aqui é que todos os personagens que morrem só morrem por causa de alguma coisa relacionada aos medos ou rejeições que cada um deles sente contra essa coisa.
Ao mesmo tempo, os personagens que perdem o medo que sentiam conseguem se salvar. Parece que o monstro perde o poder de fazer qualquer mal à pessoa se ela perder o medo que sentia.
Falando nele, o que temos aqui é uma estátua de madeira em tamanho humano, chamada Morty, esculpida por um artista índio... E de acordo com as informações que existem sobre a estátua, o criador encheu sua criatura com feitiços indígenas. E isso fez ela adquirir vida!
As últimas cenas do filme dão a entender que a criatura não é má. Mas tava revoltada contra alguma coisa... Contra o quê? Bom, talvez uma das cenas que deveriam ter entrado e não entraram explicasse isso.rsrs
O Medo consegue ter algum suspense. E em termos de aventura, principalmente na 2ª metade, até que tem boas cenas de ação (especialmente de perseguição na floresta).
O filme teve uma assim chamada “continuação”, gravada no Canadá e lançada em 1999 (vocês vão ver um post sobre ela aqui em breve). Mas, na verdade, aquilo foi um reboot. E a franquia se resume a esses 2 filmes.
Mais informações sobre o filme de 1995? Lá vai:


Até a próxima!

quinta-feira, 17 de junho de 2021

VINCE VOUYER

O massachusettsano Vince Vouyer (também creditado algumas vezes como Gary Angelino, Giovanni Moretti, John La Forne, Johnny D’Angelo e Vinnie Cannelli) teve uma carreira de mais de 20 anos como ator e diretor pornô.
Curiosamente, foram raríssimos os filmes de terror pornô nos quais ele apareceu.
Em 1995, o Vince foi visto em The Devil in Miss Jones 5: The Inferno.
E no ano 2000, ele participou de Desejos Sexuais 2: Desejos Antigos.
Mais informações sobre o Vince? Lá vai:









ATENÇÃO: esse post é inédito! Não consta na Bússola do Terror!
Até a próxima!